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	<title>Wiki Coolab - Contribuições do(a) usuário(a)
 [pt-br]</title>
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	<updated>2026-04-06T13:37:01Z</updated>
	<subtitle>Contribuições do(a) usuário(a)
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		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Tv_e_R%C3%A1dio_Digital_/_Comunidade&amp;diff=140</id>
		<title>Tv e Rádio Digital / Comunidade</title>
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		<updated>2018-03-16T20:55:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: Novaes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TV Digital'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Otimização&lt;br /&gt;
* Multiprogramação&lt;br /&gt;
* Novos serviços&lt;br /&gt;
* Interatividade (ginga)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Rádio Digital'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda não decidimos qual vai ser o sistema de rádio digital temos 2 possibilidades:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* DRM – mais aberto e interessante&lt;br /&gt;
* ISDB - que é o modelo americano que só saímos perdendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TV Digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O decreto da TV Digital no Brasil foi assinado em 2006. Foi a maior mobilização de acadêmicos brasileiros. Desde a ditadura militar as telecomunicações sempre foram orgulho nacional. Tivemos a Telebras e o CPQD (que fica em campinas, e participei como pesquisador lá).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos 12 anos de funcionamento da televisão digital que não mudou nada na nossa vida. De infinitas possibilidade que tínhamos, o que temos hoje é a novela  com imagem próxima de filmes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo brasileiro investiu 60 milhões em pesquisas para desenvolver a TV digital. Tínhamos no mercado os sistemas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* ATSC – americano &lt;br /&gt;
* DVB-T - europeu&lt;br /&gt;
* ISDB – Japonês que foi o escolhido pelo brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos EUA ele nasce com foco em cinema em casa, queremos melhorar a qualidade de transmissão, pessoal compra telona e fica em casa e pode comprar pizza no intervalo do superball. Brasil ficou assim porque não fazia otimização do espectro. O europeu DVB-T tinha o foco no conteúdo, embora multiprogramação, multiplica os canais sem alta definição. Os serviços de comunicação social nos EUA é baseado na grana e na Europa é baseado no conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil está distribuindo 17 milhões de caixinha de receptor digital, para conectar a grande maioria em TVs de tubo catódico (TV antiga).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que foi definitivo para escolher o sistema japonês de base no Brasil, (de fato é o melhor, depois do sistema brasileiro) foi que ele tem '''otimização do espectro''' e '''mobilidade''' o que o ISDB e DVB não tem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''ISDB-B''' o B final é de brasil, desenvolvemos o Ginga. Em Software livre que está sendo usado na argentina e outros lugares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modelo comercial não se interessa em desenvolver novas tecnologias, ele quer manter esse modelo de uma tela com grade de horário. Temos 12 anos de existência de TV digital no Brasil e a única diferença é a cor, todas as outras possibilidades, foram deixadas para lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda a potência da TV Digital está com a gente, não vai ter otimização, multiprogramação, novos serviços e nem interatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo japonês otimiza bem o espectro, permite a multiprogramação, novos serviços, não só transmissão audiovisual, mas também dados, pode ter outros usos para a TV digital, com mobilidade. Num continente com 200 milhões de pessoas que são obcecadas por TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil tem a possibilidade de desenvolver a melhor TV digital do mundo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Podemos desenvolver pequenas tvs locais com a TV digital?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje ainda é caro o acesso ao equipamento novo, tem que importar algumas coisas, é caro porque um equipamento desses já vem multiprogramação. Vai ser algo em 300 mil reais. Com estúdio de programação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sinal digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Escassez do espectro?!?''' Tv precisa de 6 mega para transmitir. Antes tinha a possibilidade de intermodulação/interferência. Para cada 6 M de Tv tinha que ter 6m acima e abaixo para deixar uma margem para se evitar interferência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com digital não tem esse risco, pode usar as faixas de onda, que antes tinham que deixar livre como margem de segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otimização do espectro, conseguimos comprimir o sinal. Ao invés do sinal SPTV – que é qualidade de DVD, que já é muito  melhor que o chiado na TV de tubo catódico, já é uma revolução. Digital não tem antena bombril, ou pega ou não pega!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde cabia um canal de sinal analógico cabem 12 canais digitais em qualidade standard.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ainda em cada canal você pode transmitir até 4 programações ao mesmo tempo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E pode customizar, mais qualidade, diminuir e deixar uma bandinha para canal de retorno só para interatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o HD? Eles ocupam os 6 Mega. Não otimizado. Mantém o monopólio, existe uma Intenção política e comercial no uso de espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Os meios de comunicação no país são um oligopólio organizado.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A TV Cultura transmitiu multiprogramação, a Globo processou. Argumento é que a TV cultura só tinha concessão para transmitir uma programação. Globo ganhou o processo. Muito recente tá liberando a multiprogramação, através das '''TV cidadania da cidade''', liberando um dos canais para as TVs Comunitárias. Agora reverteu e a TV CULTURA tá transmitindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como faz multiprogramação? A multiplexização (é isso?), transmite 4 emissoras do mesmo equipamento, ou seja 4 TV Culturas :) Poderia usar uns desses canais para TV Comunitária. Tipo a TV municipal tem seu canal, e liberar usando esse mesmo equipamento da TV municipal para uma TV Comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo muito modulado no consumo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo isso vale para o rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro escasso? Hoje não faz sentido. Era para ter multiprogramação bombando na programação. Novos serviços. Não só transmitir imagens, mas transmitir dados. A TV digital tem a possibilidade de transmitir 13 megabites por segundo. Mais que a velocidade de internet que a maioria das pessoas no brasil tem acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uns tranmissor digital, posso atingir 300 mil pessoas de uma vez, na internet isso derruba site. Por isso transmitir algo ao vivo é mais eficinete broadcast do que através da internet. Entender funções, vantagens e desvantagens das diferentes '''arquiteturas de comunicação.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autonomia de infraestrutura. Internet é proprietária. Internet tem cabo ligando tudo. Radio e TV Digital usa espectro, temos nossa TV/radio funcionando. Em termos de autonomia é importante. E isso também tem a questão da vigilância, nos dá uma possibilidade de autonomia e segurança muito maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TV e Rádio pode transmitir dados criptografados, e muito rápido, ainda temos a problemática de sequestro do equipamento. Mas os riscos são menores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos pensar no rompimento da grade de horário. As TVs podem mandar via carrossel vários filmes e com um pendrive você pode baixar isso. Pode ter vários tipos de politica para incentivar isso. Tipo a TV Cultura pode disponibilizando o acervo, e você assiste na hora, ou marca e ele faz download.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque vemos essa potência tão grande no Brasil? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na amazônia trabalho com Jader, ele trabalha com a transparência na amazônia, o quanto os governos publicavam seus dados. As cidades pequenas não tinham nem site, quanto mais fazer valer a lei de acesso a informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos trabalho com Transparência Ativa – entender que os governos eles mesmo podem ter a iniciativa para fazer esses dados chegarem nas pessoas, você navega no orçamento do município na tela da televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode receber vídeos de gravidez, neonatal, receber resultados, pode criar aplicativos, pelo ginga ser um software livre, o ginga tem um acoplamento em cima do hardware da TV digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brasil é proibido as caixinhas comercializadas e distribuídas virem sem o ginga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a conversão para digital, não teve aderência das pessoas, e o governo tá correndo atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liga - '''147''' orgão responsável pela migração da TV Digital, pode fazer a pergunta que você quiser. Mas as respostas são variadas e horríveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema do brasil foi adotado pelo resto da América Latina inteira, só a Colômbia tá na ATSC. O resto é ISDB-B com ginga. E no brasil os recursos do ginga não são utilizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Argentina tá’ com experimento legal com TV Pública, fazendo questionários, você pode votar pelo IP da TV. Consulta pública, plebiscitos as potencialidade da comunidade, consultar onde vai instalar o posto de saúde, usar como ferramenta de organização mobilização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Interatividade''' ,Temos 3 tipos que definimos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro interatividade '''Local''' – pode interagir com seu equipamento, recebendo conteúdo no carrossel como se fosse um video cassete gravando no pendrive. Ou o que foi mandado para seu box, você pode navegar. Rompe com o paradigma da grade de horário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois interatividade com a '''Emissora''' – lembra do HUGO primeira coisa interativa apertando a tecla do telefone.&lt;br /&gt;
O presidente fazendo um anúncio, podemos enviar uma pergunta pra emissora, mesmo ao vivo. Hoje como o sistema ficou desenhado você precisa de outra estrutura, internet, celular ou (???? - perdi) para poder fazer isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente a minha pesquisa era interatividade intrabanda. Se tem 6 mega para usar e usa 3/5, 4/5, você poderia usar isso para transmitir informação, intrabanda. Mas minha pesquisa traz porque não posso usar a infraestrutura de comunicação comercial, para enviar o dado do seu vídeo pelo espectro quando a TV não está utilizando o espectro, mandar o video para cineclubes de todo país ao mesmo tempo por exemplo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interferir mais com a emissora. Tipo &amp;quot;Você decide&amp;quot;. Aproximar da gente essa programação, não como uma escolha de final, mas com sugestões com conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terceira interação '''Interatividade todos com todos''' - Fazer a inclusão digital no Brasil, a plataforma poderia ser essa alavancadora. Como agrega redemesh, tvdigital, um dos caminhos todos com todos é essa da anteninha intrabanda. Uma antena de micropotencia para falar com vizinho por isso não conseguimos implementar essa possibilidade nas caixas com ginga instalado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A interação era uma coisa que se prometia muito. A grande apropriação de grupos organizados da direita estão fazendo. Isso era uma preocupação que tínhamos na época das Rádios. Grupos de poder local se apropriar disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A interatividade tem que ser pensado com a questão política. Uma interatividade todos para todos ou entre nós e emissoras comerciais. A quantidade de dinheiro que grupos mais reacionários podem utilizar esse canal, esse universo, esse conteúdo. Funciona enquanto potencia só se tivermos um posicionamento muito forte e ocupar esses espaços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como se organizar socialmente e politicamente?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como garantir que não vai ser novos meios de dominação. Somos a ponta do desenvolvimento tecnológico para ser apropriado mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O maior GAP é do próprio conhecimento e das possibilidades. Temos uma cultura técnica de desconhecimento, desinteresse, de que a técnica é neutra. Separação conteúdo x meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproximar a discussão técnica da política. E os grupos de democratização tendem a esvaziar a discussão técnica. Mas ainda é em segundo plano, o primeiro é de disputa e hegemonia. Muitas vezes é a reprodução do discurso da globo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez se investir em transmitir dados podemos rever isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Box tá chegando em 17 milhões de lares do Brasil. Roda giga, tem USB. Que tem possibilidade de conectar um '''dongo de wifi''' e custa 19 reais e rola fazer a redemesh utilizando ele, ligando as casas, comunidades, etc...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o equipamento mais barato. A coolab tá investigando essa tecnologia para implementar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer uma redemesh a partir da caixinha? Hoje usa o roteador comum e consegue 100 mts de raio, esse mesmo processo pode ser feito com a caixinha de TV digital e colocar essa antena pendrive (dongo de wifi) e fazer a mesma coisa. Sendo que o roteador você investe 100 reais e no dongo você investe 19 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Tv Digital vai chegar na casa de todo mundo! Todo mundo vai ter. O sinal de internet hoje tem que ser um 4G, um celular, mas imaginamos que isso pode vir de políticas públicas de comunicação. Existe a possibilidade de instalação de infraestrutura de altíssima capilaridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode usar para fazer intranet em comunidades também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dongo opera em 2.4 Hz e não precisa de autorização. Também tem raio de 100 mts como o roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da rede mesh do setupbox você pode compartilhar internet. Vai usar a TV digital para rotear, você tem que ter um serviço para compartilhar entre pessoas. Um sinal de internet que chega num deles. Possibilidade de políticas publicas em cima disso. E '''intranet''' também!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A caixa que o governo está distribuindo vem com entrada USB, internet e saída de vídeo RCA. Não tem HDMI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de conectar a internet em alguma comunidade, podemos fazer uma intranet. E podemos disponibilizar por alguns meses só a intranet entre os usuários daquela rede. Assim eles começam a usar compartilhamento de arquivos, vídeos e podem começar a produzir conteúdo para as pessoas locais compartilhar conteúdo. Essa pode ser uma forma, de evitar levar novas tecnologias colonizadoras. Estimular que as pessoas se apropriem de todo potencial que aquela tecnologia possibilita, usar chat, usar para fazer pesquisas e consultas públicas, troca de excedentes, um classificado local e por aí vai, são infinitas possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém no mundo tá fazendo isso de transmitir dados por radio e TV digital. Em outros lugares estão todos conectados por cabos de alta velocidade e muito acessíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O norte domina a infra estrutura e tem autonomia. Para nós essa é a possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ginga tá no Brasil e na América Latina inteira – 600 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A TV Comunitária ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje é possível todas as prefeituras pedirem a concessão de TV digital.  Prefeito e assembleia precisam estar junto para demandar a concessão e vem por default '''multiprogramação'''. Mas a prefeitura tem que alocar grana do orçamento para equipamento e locais, etc, previamente. Mas tem que estar previsto em algum lugar do orçamento. Tem algumas prefeituras querendo fazer mas tem que constar no orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A concessão vem para 4 canais! E já vem especificando por decreto presidencial que um desses tem que ser gerido por associação comunitária. Essa associação tem que ter em seu estatuto previsto que vai fazer gestão de um canal comunitário. ONG / OSCIP que tem em seu estatuto e que não tem finalidade de partido politico, igreja, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os 4 canais são o seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 1 – SAÚDE&lt;br /&gt;
 1 – LEGISLATIVO&lt;br /&gt;
 1 – ESTATAL&lt;br /&gt;
 1 – COMUNITÁRIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes as prefeituras não implementam todos os canais. E não usar pode alocar para outra finalidade. (fiquei confusa aqui se pode ou não usar para outra finalidade)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como funcionar a escolha da associação? Qualquer ente governamental de um município pode fazer, depois disso é publicado uma chamada pública para gestão do canal comunitário. Muitas vezes tem grupos já vinculados a prefeito. Por isso queremos contaminar os grupos e pessoas que tem mais a ver. Da resistência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamada pública tem um período, por isso tem que ser tudo muito costurado. É um regime novo de concessão. Processos são muito visíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criar uma cultura. Como usar essa faixa aqui e pensar as questões do município e etc. Organizar uma interface desse canal comunitário bacana, vai criando cultura, coletivo. Se fizer pressão para criar ambiente mais democrático. Vai demorar para apropriação, temos que sair na frente. Para consolidar a cultura desse canal comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As prefeituras, muitas não sabem que isso existe. Todo prefeito pode pedir. Alocar a grana, paga a consultoria que é o treinamento/capacitação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecimento é o principal mote aqui. Mas hoje ele também é alienado para o que pode ser feito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prefeitura não tem poder nenhum sobre a TV essa é uma arma que o gestor tem, está na lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gente tem conteúdo produzido. O conteúdo é estética de linguagem de aquilo comunique determinada ideia com equipamento de baixo custo. Gravar áudio. Usar o celular que tem um gravador de áudio excelente. Tem equipamentos que vemos grande possibilidades. Yanomamis usam celular para gravar plantas, plataforma multimídia de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos trazer para a galera nas comunidades são outros usos para esses equipamentos. Para assim promover outros usos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Rádio Digital: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do momento que é escolhido um sistema. Utilizar outros é ilegal. Nós podemos ter a coexistência de 2 sistemas. Se conseguir importar equipamentos e usar… Mas seriam nas mesmas frequências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otimização no radio em vez de 100 khz – DRM 0 comprime para 100 khz. E conseguimos usar bandas adjacentes. Cabendo 24 onde cabia 1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novos serviços, não é só transmissão de voz é de dados também. Não tem capacidade de transmitir audiovisual de 6mega. Mas conseguiram em 1 minuto transmitir uma foto para outro estado. Vemos potencial mesmo no contexto de canalização pequena para transmissão de dados. Também pode transmitir audiovisual.  A regulação tem que pressupor que pode fazer áudio também. Tem o diveemo!! software para transmissão video pelo radio. Mas consome muita banda. Recebe no cristal liquido do radio digital. Tao usando muito para Mapas! Com cores. Alerta de emergência. O rádio é uma tecnologia de som, muito rápido, gratuita, população já tem conhecimento, baixo custo, baixo consumo de energia. De la pode sair outro uso da digitalização, uma perspectiva diferenciado de uso na amazônia. DRM consome muito pouco até 80% menos que outros sistemas. Isso é importante!! até para quem usa placa solar, muito importante. Joga no patamar de autonomia muito alto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aponta para soluções que podem chegar para outros países. Como a TV Digital, o padrão que o Brasil adotar vai ser da América Latina. Na América Latina e Índia podemos ter o sul global compartilhando e tendo novas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único que funciona em ondas curtas é o DRM, comunicação de longa distância. O Brasil investiu em ondas curtas por conta do seu tamanho continental. Com radio receptor de ondas curtas pega galera do mundo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos escutar a radio da Nova Zelândia com qualidade de CD, está do outro lado do globo, a onda bate duas vezes no céu e terra antes de chegar aqui. Avançamos conversa para fazer transmissão de ondas curtas de países que falam português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transmitir conteúdo via ondas curtas. Mandar dados para onde quer que seja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um transmissor que da a volta no globo, gastaríamos 300 mil. 5 kilovats de potência. Se mostra muito mais acessível, potente para transmissão de longa distância com dados. Com restrições da banda, com restrições do momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* DAB – Europa, primeiro em funcionamento. Cria figura de operador de rede, multiprogramação, cria uma centralização. Tem associações comunitárias, mas todos precisam de uma pessoa operador de rede de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* HD - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* DRM – padrão aberto conectar índia, rússia, transmitir dados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* ISDB - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E com ginga na rádio digital é tudo igual na TV. E tem possibilidade de interatividade no rádio também. Conseguiria que esse aparelho seja convergente híbrido. Entrando no túnel, você poderia mudar para internet. E interagir, mandar como tá o transito e etc, via ginga. Mas pode ir além disso, movimentos sociais, repressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E isso foi escrito por uma única pessoa nosso amigo. Ou seja não está mais nas mãos das fábricas. Sem necessidade de altos investimentos financeiros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunta: Fico curiosa com o impacto que isso vai ter no curso de Rádio e TV. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é acessível para pessoas do ensino médio. Falta uma apropriação. E a tecnologia que roda dentro, determina aplicativo, linguagem e como isso vai circular socialmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tivemos chamadas publicas para apresentar os sistemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diversidade é um valor a priori e acredita que baixo custo e linguagem faz a diferença e não um receptor de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O wikileaks vazou que o helio costa trocoou msg com o embaixador dos EUA falando que o '''HD radio''' seria adotado no BR. Ele falou fica tranquilo o prêmio de consolação de vocês vai ser só o rádio digital. Tá online publicado isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começamos a se mobilizar e só não foi adotado ainda por conta disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empresa TELLHD.com ou .com.br – foi comprado esse domínio e hoje tem um manifesto anti HD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
abiquiti faz a Hdradio – eles criaram esse empresa. Entraram em escândalos, o presidente foi preso na lavajato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não foi ainda definido muito por conta dessa história, ficou na geladeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prevê a extinção da onda de AM, porque o '''HD radio não funciona no AM''', isso foi feito para poder solucionar a burocracia da lei que fala que o radio digital tem que transmitir em todas as faixas. Então a extinção do AM foi comprado para a HD RADIO poder entrar na disputa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HD Radio – impossibilita transmissão de baixa potencia. O que impossibilita pequenas rádios comunitárias, muito gasto com energia, muito grande, não otimiza espectro, e não é código aberto, não sabe o que roda la dentro. Autonomia e segurança zero do que roda ali. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DRM – baixa frequência, codec AAC, o mesmo da TV digital. Poderíamos ser o primeiro sistema interoperável. Sinal de Áudio e video entre TV e rádio digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na índia não usa o code AAC. Mas usa onda curta. E tá usando DRM e não tao explorando transmissão de dados. Não só ficar na voz. A grande broadcast estatal é DRM, mas não é o mesmo modelo. É uma BBC da índia. Mas não tão fazendo isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode mandar dados para áfrica, nova zelândia. O receptor de rádio digital está 100 dólares. Mas brasil pode produzir equipamento também. Essa disputa tá em jogo. Sistema conjunto de hardware e software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A repressão feita em radio hoje é através de denúncia. Essa discussão tem que ganhar massa crítica!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Publiquei artigo longo em inglês para tentar apoio de fora para sistema global. O cara que gere o espectro de países em língua portuguesa, comentei sobre a DRM de fazer teste com moçambique, ficou super interessado.  Lá fora tem interesse, com as diversas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A disputa mas '''tvs digitais''' é pelas '''tvs comunitárias municipais'''. E na '''radio''' a disputa ainda é na '''definição de sistema'''. Para depois pensar em modelos, formas, possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer diferença entre rádio digital e web rádio. Essas informações não estão circulando, nem nas universidades, as tvs não querem que alunos pensem nisso e universidade trabalha sobre demanda. Abrir espaços para experimentações de linguagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pauta do momento é a internet. Então ainda não conseguimos fazer a discussão dessas outras possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO site do '''WWW.DRM-BRASIL.ORG''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá tudo documentado!!!! A discussão tá sendo documentado publicamente, para evitar apropriações. Tem uma alienação técnica geral, por isso o desinteresse de se envolver com essas disputas, debates, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como continuamos trocando informação se formando mais? O ideia desse encontro é isso e usar a internet para continuarmos com isso. Tem uma divisão entre quem pensa radio, TV e internet. Levar para as pessoas da internet a informação das possibilidades da radio digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transmissão digital é transmissão digital, para termos internet tem uma estrutura de cabos feita por uma empresa, e pagamos por isso. Já o espectro é bem comum, temos que incluir o radio nessa discussão rádio é digital, TV também, é uma nova plataforma de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com envolvimento do DRM, para ter impacto de disseminação de conhecimentos fizemos uma associação brasileira da radio e TV digital. Faz 2 anos em junho. Queremos estabelecer essa entidade para ser um hub. Grupos para desenvolver aplicativos para rádios, e outros interessados, fazer um universo para troca de conhecimentos e ação. Temos que adotar um padrão que possibilite abrir para experimentações e só o DRM abre essa possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RDM – RADIO DIGITAL MUNDIAL. Esse domínio também é nosso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ali tem todos os contatos. Depois que decidir isso aí, fazemos um esforço extra. Se não for agora é nunca mais. É o fim do mundo mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje com o radio DRM ainda não rolaria de fazer redemesh. Mas pode ser implementado com chipset. A TV é convergente com a internet. Com 20 reais com o pendrive. No rádio ainda não tem pensado entrada USB para esse tipo de serviço. Mas abre para a possibilidade de transmissão a longa distância, uma comunicação global de dados autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outros países você já tem receptores de radio digital nos celulares. Super baixo custo e fora da internet, para comunicação de grupos sociais, ações é perfeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Tarefa:&lt;br /&gt;
: - Fazer um manual de como conseguir sua TV Digital comunitária!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;radio digital&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;TV digital&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;otimização&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;multiprogramação&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;interatividade&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;espectro&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;CPQD&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;intrabanda&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;dongo de wifi&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;intranet&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Tv_e_R%C3%A1dio_Digital_/_Comunidade&amp;diff=137</id>
		<title>Tv e Rádio Digital / Comunidade</title>
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		<updated>2018-03-16T20:03:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: Novaes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TV Digital'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Otimização&lt;br /&gt;
* Multiprogramação&lt;br /&gt;
* Novos serviços&lt;br /&gt;
* Interatividade (ginga)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Rádio Digital'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda não decidimos qual vai ser o sistema de rádio digital temos 2 possibilidades:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* DRM – mais aberto e interessante&lt;br /&gt;
* ISDB - que é o modelo americano que só saímos perdendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TV Digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O decreto da TV Digital no Brasil foi assinado em 2006. Foi a maior mobilização de acadêmicos brasileiros. Desde a ditadura militar as telecomunicações sempre foram orgulho nacional. Tivemos a Telebras e o CPQD (que fica em campinas, e participei como pesquisador lá).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos 12 anos de funcionamento da televisão digital que não mudou nada na nossa vida. De infinitas possibilidade que tínhamos, o que temos hoje é a novela  com imagem próxima de filmes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo brasileiro investiu 60 milhões em pesquisas para desenvolver a TV digital. Tínhamos no mercado os sistemas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* ATSC – americano &lt;br /&gt;
* DVB-T - europeu&lt;br /&gt;
* ISDB – Japonês que foi o escolhido pelo brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos EUA ele nasce com foco em cinema em casa, queremos melhorar a qualidade de transmissão, pessoal compra telona e fica em casa e pode comprar pizza no intervalo do superball. Brasil ficou assim porque não fazia otimização do espectro. O europeu DVB-T tinha o foco no conteúdo, embora multiprogramação, multiplica os canais sem alta definição. Os serviços de comunicação social nos EUA é baseado na grana e na Europa é baseado no conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil está distribuindo 17 milhões de caixinha de receptor digital, para conectar a grande maioria em TVs de tubo catódico (TV antiga).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que foi definitivo para escolher o sistema japonês de base no Brasil, (de fato é o melhor, depois do sistema brasileiro) foi que ele tem '''otimização do espectro''' e '''mobilidade''' o que o ISDB e DVB não tem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''ISDB-B''' o B final é de brasil, desenvolvemos o Ginga. Em Software livre que está sendo usado na argentina e outros lugares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modelo comercial não se interessa em desenvolver novas tecnologias, ele quer manter esse modelo de uma tela com grade de horário. Temos 12 anos de existência de TV digital no Brasil e a única diferença é a cor, todas as outras possibilidades, foram deixadas para lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda a potência da TV Digital está com a gente, não vai ter otimização, multiprogramação, novos serviços e nem interatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo japonês otimiza bem o espectro, permite a multiprogramação, novos serviços, não só transmissão audiovisual, mas também dados, pode ter outros usos para a TV digital, com mobilidade. Num continente com 200 milhões de pessoas que são obcecadas por TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil tem a possibilidade de desenvolver a melhor TV digital do mundo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Podemos desenvolver pequenas tvs locais com a TV digital?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje ainda é caro o acesso ao equipamento novo, tem que importar algumas coisas, é caro porque um equipamento desses já vem multiprogramação. Vai ser algo em 300 mil reais. Com estúdio de programação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sinal digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Escassez do espectro?!?''' Tv precisa de 6 mega para transmitir. Antes tinha a possibilidade de intermodulação/interferência. Para cada 6 M de Tv tinha que ter 6m acima e abaixo para deixar uma margem para se evitar interferência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com digital não tem esse risco, pode usar as faixas de onda, que antes tinham que deixar livre como margem de segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otimização do espectro, conseguimos comprimir o sinal. Ao invés do sinal SPTV – que é qualidade de DVD, que já é muito  melhor que o chiado na TV de tubo catódico, já é uma revolução. Digital não tem antena bombril, ou pega ou não pega!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde cabia um canal de sinal analógico cabem 12 canais digitais em qualidade standard.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ainda em cada canal você pode transmitir até 4 programações ao mesmo tempo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E pode customizar, mais qualidade, diminuir e deixar uma bandinha para canal de retorno só para interatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o HD? Eles ocupam os 6 Mega. Não otimizado. Mantém o monopólio, existe uma Intenção política e comercial no uso de espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Os meios de comunicação no país são um oligopólio organizado.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A TV Cultura transmitiu multiprogramação, a Globo processou. Argumento é que a TV cultura só tinha concessão para transmitir uma programação. Globo ganhou o processo. Muito recente tá liberando a multiprogramação, através das '''TV cidadania da cidade''', liberando um dos canais para as TVs Comunitárias. Agora reverteu e a TV CULTURA tá transmitindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como faz multiprogramação? A multiplexização (é isso?), transmite 4 emissoras do mesmo equipamento, ou seja 4 TV Culturas :) Poderia usar uns desses canais para TV Comunitária. Tipo a TV municipal tem seu canal, e liberar usando esse mesmo equipamento da TV municipal para uma TV Comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo muito modulado no consumo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo isso vale para o rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro escasso? Hoje não faz sentido. Era para ter multiprogramação bombando na programação. Novos serviços. Não só transmitir imagens, mas transmitir dados. A TV digital tem a possibilidade de transmitir 13 megabites por segundo. Mais que a velocidade de internet que a maioria das pessoas no brasil tem acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uns tranmissor digital, posso atingir 300 mil pessoas de uma vez, na internet isso derruba site. Por isso transmitir algo ao vivo é mais eficinete broadcast do que através da internet. Entender funções, vantagens e desvantagens das diferentes '''arquiteturas de comunicação.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autonomia de infraestrutura. Internet é proprietária. Internet tem cabo ligando tudo. Radio e TV Digital usa espectro, temos nossa TV/radio funcionando. Em termos de autonomia é importante. E isso também tem a questão da vigilância, nos dá uma possibilidade de autonomia e segurança muito maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TV e Rádio pode transmitir dados criptografados, e muito rápido, ainda temos a problemática de sequestro do equipamento. Mas os riscos são menores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos pensar no rompimento da grade de horário. As TVs podem mandar via carrossel vários filmes e com um pendrive você pode baixar isso. Pode ter vários tipos de politica para incentivar isso. Tipo a TV Cultura pode disponibilizando o acervo, e você assiste na hora, ou marca e ele faz download.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque vemos essa potência tão grande no Brasil? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na amazônia trabalho com Jader, ele trabalha com a transparência na amazônia, o quanto os governos publicavam seus dados. As cidades pequenas não tinham nem site, quanto mais fazer valer a lei de acesso a informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos trabalho com Transparência Ativa – entender que os governos eles mesmo podem ter a iniciativa para fazer esses dados chegarem nas pessoas, você navega no orçamento do município na tela da televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode receber vídeos de gravidez, neonatal, receber resultados, pode criar aplicativos, pelo ginga ser um software livre, o ginga tem um acoplamento em cima do hardware da TV digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brasil é proibido as caixinhas comercializadas e distribuídas virem sem o ginga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a conversão para digital, não teve aderência das pessoas, e o governo tá correndo atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liga - '''147''' orgão responsável pela migração da TV Digital, pode fazer a pergunta que você quiser. Mas as respostas são variadas e horríveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema do brasil foi adotado pelo resto da América Latina inteira, só a Colômbia tá na ATSC. O resto é ISDB-B com ginga. E no brasil os recursos do ginga não são utilizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Argentina tá’ com experimento legal com TV Pública, fazendo questionários, você pode votar pelo IP da TV. Consulta pública, plebiscitos as potencialidade da comunidade, consultar onde vai instalar o posto de saúde, usar como ferramenta de organização mobilização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Interatividade''' ,Temos 3 tipos que definimos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro interatividade '''Local''' – pode interagir com seu equipamento, recebendo conteúdo no carrossel como se fosse um video cassete gravando no pendrive. Ou o que foi mandado para seu box, você pode navegar. Rompe com o paradigma da grade de horário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois interatividade com a '''Emissora''' – lembra do HUGO primeira coisa interativa apertando a tecla do telefone.&lt;br /&gt;
O presidente fazendo um anúncio, podemos enviar uma pergunta pra emissora, mesmo ao vivo. Hoje como o sistema ficou desenhado você precisa de outra estrutura, internet, celular ou (???? - perdi) para poder fazer isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente a minha pesquisa era interatividade intrabanda. Se tem 6 mega para usar e usa 3/5, 4/5, você poderia usar isso para transmitir informação, intrabanda. Mas minha pesquisa traz porque não posso usar a infraestrutura de comunicação comercial, para enviar o dado do seu vídeo pelo espectro quando a TV não está utilizando o espectro, mandar o video para cineclubes de todo país ao mesmo tempo por exemplo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interferir mais com a emissora. Tipo &amp;quot;Você decide&amp;quot;. Aproximar da gente essa programação, não como uma escolha de final, mas com sugestões com conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terceira interação '''Interatividade todos com todos''' - Fazer a inclusão digital no Brasil, a plataforma poderia ser essa alavancadora. Como agrega redemesh, tvdigital, um dos caminhos todos com todos é essa da anteninha intrabanda. Uma antena de micropotencia para falar com vizinho por isso não conseguimos implementar essa possibilidade nas caixas com ginga instalado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A interação era uma coisa que se prometia muito. A grande apropriação de grupos organizados da direita estão fazendo. Isso era uma preocupação que tínhamos na época das Rádios. Grupos de poder local se apropriar disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A interatividade tem que ser pensado com a questão política. Uma interatividade todos para todos ou entre nós e emissoras comerciais. A quantidade de dinheiro que grupos mais reacionários podem utilizar esse canal, esse universo, esse conteúdo. Funciona enquanto potencia só se tivermos um posicionamento muito forte e ocupar esses espaços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como se organizar socialmente e politicamente?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como garantir que não vai ser novos meios de dominação. Somos a ponta do desenvolvimento tecnológico para ser apropriado mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O maior GAP é do próprio conhecimento e das possibilidades. Temos uma cultura técnica de desconhecimento, desinteresse, de que a técnica é neutra. Separação conteúdo x meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproximar a discussão técnica da política. E os grupos de democratização tendem a esvaziar a discussão técnica. Mas ainda é em segundo plano, o primeiro é de disputa e hegemonia. Muitas vezes é a reprodução do discurso da globo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez se investir em transmitir dados podemos rever isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Box tá chegando em 17 milhões de lares do Brasil. Roda giga, tem USB. Que tem possibilidade de conectar um '''dongo de wifi''' e custa 19 reais e rola fazer a redemesh utilizando ele, ligando as casas, comunidades, etc...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o equipamento mais barato. A coolab tá investigando essa tecnologia para implementar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer uma redemesh a partir da caixinha? Hoje usa o roteador comum e consegue 100 mts de raio, esse mesmo processo pode ser feito com a caixinha de TV digital e colocar essa antena pendrive (dongo de wifi) e fazer a mesma coisa. Sendo que o roteador você investe 100 reais e no dongo você investe 19 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Tv Digital vai chegar na casa de todo mundo! Todo mundo vai ter. O sinal de internet hoje tem que ser um 4G, um celular, mas imaginamos que isso pode vir de políticas públicas de comunicação. Existe a possibilidade de instalação de infraestrutura de altíssima capilaridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode usar para fazer intranet em comunidades também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dongo opera em 2.4 Hz e não precisa de autorização. Também tem raio de 100 mts como o roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da rede mesh do setupbox você pode compartilhar internet. Vai usar a TV digital para rotear, você tem que ter um serviço para compartilhar entre pessoas. Um sinal de internet que chega num deles. Possibilidade de políticas publicas em cima disso. E '''intranet''' também!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A caixa que o governo está distribuindo vem com entrada USB, internet e saída de vídeo RCA. Não tem HDMI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de conectar a internet em alguma comunidade, podemos fazer uma intranet. E podemos disponibilizar por alguns meses só a intranet entre os usuários daquela rede. Assim eles começam a usar compartilhamento de arquivos, vídeos e podem começar a produzir conteúdo para as pessoas locais compartilhar conteúdo. Essa pode ser uma forma, de evitar levar novas tecnologias colonizadoras. Estimular que as pessoas se apropriem de todo potencial que aquela tecnologia possibilita, usar chat, usar para fazer pesquisas e consultas públicas, troca de excedentes, um classificado local e por aí vai, são infinitas possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém no mundo tá fazendo isso de transmitir dados por radio e TV digital. Em outros lugares estão todos conectados por cabos de alta velocidade e muito acessíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O norte domina a infra estrutura e tem autonomia. Para nós essa é a possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ginga tá no Brasil e na América Latina inteira – 600 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A TV Comunitária ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje é possível todas as prefeituras pedirem a concessão de TV digital.  Prefeito e assembleia precisam estar junto para demandar a concessão e vem por default '''multiprogramação'''. Mas a prefeitura tem que alocar grana do orçamento para equipamento e locais, etc, previamente. Mas tem que estar previsto em algum lugar do orçamento. Tem algumas prefeituras querendo fazer mas tem que constar no orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A concessão vem para 4 canais! E já vem especificando por decreto presidencial que um desses tem que ser gerido por associação comunitária. Essa associação tem que ter em seu estatuto previsto que vai fazer gestão de um canal comunitário. ONG / OSCIP que tem em seu estatuto e que não tem finalidade de partido politico, igreja, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os 4 canais são o seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 1 – SAÚDE&lt;br /&gt;
 1 – LEGISLATIVO&lt;br /&gt;
 1 – ESTATAL&lt;br /&gt;
 1 – COMUNITÁRIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes as prefeituras não implementam todos os canais. E não usar pode alocar para outra finalidade. (fiquei confusa aqui se pode ou não usar para outra finalidade)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como funcionar a escolha da associação? Qualquer ente governamental de um município pode fazer, depois disso é publicado uma chamada pública para gestão do canal comunitário. Muitas vezes tem grupos já vinculados a prefeito. Por isso queremos contaminar os grupos e pessoas que tem mais a ver. Da resistência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamada pública tem um período, por isso tem que ser tudo muito costurado. É um regime novo de concessão. Processos são muito visíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criar uma cultura. Como usar essa faixa aqui e pensar as questões do município e etc. Organizar uma interface desse canal comunitário bacana, vai criando cultura, coletivo. Se fizer pressão para criar ambiente mais democrático. Vai demorar para apropriação, temos que sair na frente. Para consolidar a cultura desse canal comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As prefeituras, muitas não sabem que isso existe. Todo prefeito pode pedir. Alocar a grana, paga a consultoria que é o treinamento/capacitação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecimento é o principal mote aqui. Mas hoje ele também é alienado para o que pode ser feito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prefeitura não tem poder nenhum sobre a TV essa é uma arma que o gestor tem, está na lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gente tem conteúdo produzido. O conteúdo é estética de linguagem de aquilo comunique determinada ideia com equipamento de baixo custo. Gravar áudio. Usar o celular que tem um gravador de áudio excelente. Tem equipamentos que vemos grande possibilidades. Yanomamis usam celular para gravar plantas, plataforma multimídia de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos trazer para a galera nas comunidades são outros usos para esses equipamentos. Para assim promover outros usos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Rádio Digital: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do momento que é escolhido um sistema. Utilizar outros é ilegal. Nós podemos ter a coexistência de 2 sistemas. Se conseguir importar equipamentos e usar… Mas seriam nas mesmas frequências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otimização no radio em vez de 100 khz – DRM 0 comprime para 100 khz. E conseguimos usar bandas adjacentes. Cabendo 24 onde cabia 1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novos serviços, não é só transmissão de voz é de dados também. Não tem capacidade de transmitir audiovisual de 6mega. Mas conseguiram em 1 minuto transmitir uma foto para outro estado. Vemos potencial mesmo no contexto de canalização pequena para transmissão de dados. Também pode transmitir audiovisual.  A regulação tem que pressupor que pode fazer áudio também. Tem o diveemo!! software para transmissão video pelo radio. Mas consome muita banda. Recebe no cristal liquido do radio digital. Tao usando muito para Mapas! Com cores. Alerta de emergência. O rádio é uma tecnologia de som, muito rápido, gratuita, população já tem conhecimento, baixo custo, baixo consumo de energia. De la pode sair outro uso da digitalização, uma perspectiva diferenciado de uso na amazônia. DRM consome muito pouco até 80% menos que outros sistemas. Isso é importante!! até para quem usa placa solar, muito importante. Joga no patamar de autonomia muito alto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aponta para soluções que podem chegar para outros países. Como a TV Digital, o padrão que o Brasil adotar vai ser da América Latina. Na América Latina e Índia podemos ter o sul global compartilhando e tendo novas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único que funciona em ondas curtas é o DRM, comunicação de longa distância. O Brasil investiu em ondas curtas por conta do seu tamanho continental. Com radio receptor de ondas curtas pega galera do mundo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos escutar a radio da Nova Zelândia com qualidade de CD, está do outro lado do globo, a onda bate duas vezes no céu e terra antes de chegar aqui. Avançamos conversa para fazer transmissão de ondas curtas de países que falam português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transmitir conteúdo via ondas curtas. Mandar dados para onde quer que seja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um transmissor que da a volta no globo, gastaríamos 300 mil. 5 kilovats de potência. Se mostra muito mais acessível, potente para transmissão de longa distância com dados. Com restrições da banda, com restrições do momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* DAB – Europa, primeiro em funcionamento. Cria figura de operador de rede, multiprogramação, cria uma centralização. Tem associações comunitárias, mas todos precisam de uma pessoa operador de rede de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* HD - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* DRM – padrão aberto conectar índia, rússia, transmitir dados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* ISDB - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E com ginga na rádio digital é tudo igual na TV. E tem possibilidade de interatividade no rádio também. Conseguiria que esse aparelho seja convergente híbrido. Entrando no túnel, você poderia mudar para internet. E interagir, mandar como tá o transito e etc, via ginga. Mas pode ir além disso, movimentos sociais, repressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E isso foi escrito por uma única pessoa nosso amigo. Ou seja não está mais nas mãos das fábricas. Sem necessidade de altos investimentos financeiros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunta: Fico curiosa com o impacto que isso vai ter no curso de Rádio e TV. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é acessível para pessoas do ensino médio. Falta uma apropriação. E a tecnologia que roda dentro, determina aplicativo, linguagem e como isso vai circular socialmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tivemos chamadas publicas para apresentar os sistemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diversidade é um valor a priori e acredita que baixo custo e linguagem faz a diferença e não um receptor de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O wikileaks vazou que o helio costa trocoou msg com o embaixador dos EUA falando que o '''HD radio''' seria adotado no BR. Ele falou fica tranquilo o prêmio de consolação de vocês vai ser só o rádio digital. Tá online publicado isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começamos a se mobilizar e só não foi adotado ainda por conta disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empresa TELLHD.com ou .com.br – foi comprado esse domínio e hoje tem um manifesto anti HD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
abiquiti faz a Hdradio – eles criaram esse empresa. Entraram em escândalos, o presidente foi preso na lavajato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não foi ainda definido muito por conta dessa história, ficou na geladeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prevê a extinção da onda de AM, porque o '''HD radio não funciona no AM''', isso foi feito para poder solucionar a burocracia da lei que fala que o radio digital tem que transmitir em todas as faixas. Então a extinção do AM foi comprado para a HD RADIO poder entrar na disputa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HD Radio – impossibilita transmissão de baixa potencia. O que impossibilita pequenas rádios comunitárias, muito gasto com energia, muito grande, não otimiza espectro, e não é código aberto, não sabe o que roda la dentro. Autonomia e segurança zero do que roda ali. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DRM – baixa frequência, codec AAC, o mesmo da TV digital. Poderíamos ser o primeiro sistema interoperável. Sinal de Áudio e video entre TV e rádio digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na índia não usa o code AAC. Mas usa onda curta. E tá usando DRM e não tao explorando transmissão de dados. Não só ficar na voz. A grande broadcast estatal é DRM, mas não é o mesmo modelo. É uma BBC da índia. Mas não tão fazendo isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode mandar dados para áfrica, nova zelândia. O receptor de rádio digital está 100 dólares. Mas brasil pode produzir equipamento também. Essa disputa tá em jogo. Sistema conjunto de hardware e software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A repressão feita em radio hoje é através de denúncia. Essa discussão tem que ganhar massa crítica!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Publiquei artigo longo em inglês para tentar apoio de fora para sistema global. O cara que gere o espectro de países em língua portuguesa, comentei sobre a DRM de fazer teste com moçambique, ficou super interessado.  Lá fora tem interesse, com as diversas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas tvs digitais é pelas tvs comunitarias municipais. E na radio a disputa ainda é a definição de sistema. Para depois pensar em modelos, formas, possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer diferença de rádio digital de web rádio.  Não é!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas informações não estão circulando, nem nas universidades, as tvs não querem que alunos pensem nisso e universidade trabalha sobre demanda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abrir espaços para experimentações de linguagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pauta do momento é a internet. Então ainda não conseguimos fazer a discussão dessas outras possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO site do WWW.DRM-BRASIL.ORG &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá tudo documentado!!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discussão tá sendo documentado publicamente, para evitar apropriações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma alienação técnica geral, por isso o desinteresse de se envolver com essas disputas, debates, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como continuamos trocando informação se formando mais? O ideia desse encontro é isso e usar a internet para ocntinuarmos com isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma divisao entre quem pensa radio, TV e internet. Levar para as pessoas da internet a informação das possibilidades da radio digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transmissao digital é transmissao digital, internet estrutura empresa, paga, e o espectro que é bem comum, incluir o radio nessa discussão rádio é digital, TV também, é uma nova plataforma de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com envolvimento do DRM, para ter impacto de disseminação de conhecimentos fizemos uma associação brasileira da radio e TV digital. Faz 2 anos em junho. Queremos estabelecer essa entidade para ser um hub. Grupos para desnevolver aplicativos para radios, e outros interessados, fazer um universo para troca de conhecimentos e ação. Temos que adotar um padrão que possibilite abrir para experimentações só o DRM abre essa possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RDM – RADIO MUNDIAL DIGITAL. Esse dominio também é nosso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ali tem todos os contatos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que decidir isso aí, fazemos um esforço extra. Se não for agora é nunca mais. É o fim do mundo mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje o radio DRM ainda não rolaria a redemesh. Mas pode ser implementado com chipset. A TV é convergente com a internet. Com 20 reais com o pendrive. No raido ainda não tem pensado a questao da usb para esse tipo de serviço. A possibilitade de transmissão a longa distancia, uma comunicacao global de dados autonoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outros países você. Já tem receptores de radio ditial nos celulares. Super baixo custo e fora da internet, para omunicacao de grupos sociais, açoes é perfeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Tarefa:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: '''- Fazer um manual de como conseguir sua TV Digital comunitária!'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;radio digital&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;TV digital&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;otimização&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;multiprogramação&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;interatividade&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;espectro&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;CPQD&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;intrabanda&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;dongo de wifi&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;intranet&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Tv_e_R%C3%A1dio_Digital_/_Comunidade&amp;diff=136</id>
		<title>Tv e Rádio Digital / Comunidade</title>
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		<updated>2018-03-16T19:34:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: Novaes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TV Digital'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* - Otimização&lt;br /&gt;
* - Multiprogramação&lt;br /&gt;
* - Novos serviços&lt;br /&gt;
* - Interatividade (ginga)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Rádio Digital'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda não decidimos qual vai ser o sistema de rádio digital temos 2 possibilidades:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* - DRM – mais aberto e interessante&lt;br /&gt;
* - ISDB - que é o modelo americano que só saímos perdendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TV Digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O decreto da TV Digital no Brasil foi assinado em 2006. Foi a maior mobilização de acadêmicos brasileiros. Desde a ditadura militar as telecomunicações sempre foram orgulho nacional. Tivemos a Telebras e o CPQD (que fica em campinas, e participei como pesquisador lá).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos 12 anos de funcionamento da televisão digital que não mudou nada na nossa vida. De infinitas possibilidade que tínhamos, o que temos hoje é a novela  com imagem próxima de filmes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo brasileiro investiu 60 milhões em pesquisas para desenvolver a TV digital. Tínhamos no mercado os sistemas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* ATSC – americano &lt;br /&gt;
* DVB-T - europeu&lt;br /&gt;
* ISDB – Japonês que foi o escolhido pelo brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos EUA ele nasce com foco em cinema em casa, queremos melhorar a qualidade de transmissão, pessoal compra telona e fica em casa e pode comprar pizza no intervalo do superball. Brasil ficou assim porque não fazia otimização do espectro. O europeu DVB-T tinha o foco no conteúdo, embora multiprogramação, multiplica os canais sem alta definição. Os serviços de comunicação social nos EUA é baseado na grana e na Europa é baseado no conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil está distribuindo 17 milhões de caixinha de receptor digital, para conectar a grande maioria em TVs de tubo catódico (TV antiga).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que foi definitivo para escolher o sistema japonês de base no Brasil, (de fato é o melhor, depois do sistema brasileiro) foi que ele tem '''otimização do espectro''' e '''mobilidade''' o que o ISDB e DVB não tem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''ISDB-B''' o B final é de brasil, desenvolvemos o Ginga. Em Software livre que está sendo usado na argentina e outros lugares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modelo comercial não se interessa em desenvolver novas tecnologias, ele quer manter esse modelo de uma tela com grade de horário. Temos 12 anos de existência de TV digital no Brasil e a única diferença é a cor, todas as outras possibilidades, foram deixadas para lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda a potência da TV Digital está com a gente, não vai ter otimização, multiprogramação, novos serviços e nem interatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo japonês otimiza bem o espectro, permite a multiprogramação, novos serviços, não só transmissão audiovisual, mas também dados, pode ter outros usos para a TV digital, com mobilidade. Num continente com 200 milhões de pessoas que são obcecadas por TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil tem a possibilidade de desenvolver a melhor TV digital do mundo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Podemos desenvolver pequenas tvs locais com a TV digital?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje ainda é caro o acesso ao equipamento novo, tem que importar algumas coisas, é caro porque um equipamento desses já vem multiprogramação. Vai ser algo em 300 mil reais. Com estúdio de programação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sinal digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Escassez do espectro?!?''' Tv precisa de 6 mega para transmitir. Antes tinha a possibilidade de intermodulação/interferência. Para cada 6 M de Tv tinha que ter 6m acima e abaixo para deixar uma margem para se evitar interferência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com digital não tem esse risco, pode usar as faixas de onda, que antes tinham que deixar livre como margem de segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otimização do espectro, conseguimos comprimir o sinal. Ao invés do sinal SPTV – que é qualidade de DVD, que já é muito  melhor que o chiado na TV de tubo catódico, já é uma revolução. Digital não tem antena bombril, ou pega ou não pega!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde cabia um canal de sinal analógico cabem 12 canais digitais em qualidade standard.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ainda em cada canal você pode transmitir até 4 programações ao mesmo tempo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E pode customizar, mais qualidade, diminuir e deixar uma bandinha para canal de retorno só para interatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o HD? Eles ocupam os 6 Mega. Não otimizado. Mantém o monopólio, existe uma Intenção política e comercial no uso de espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Os meios de comunicação no país são um oligopólio organizado.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A TV Cultura transmitiu multiprogramação, a Globo processou. Argumento é que a TV cultura só tinha concessão para transmitir uma programação. Globo ganhou o processo. Muito recente tá liberando a multiprogramação, através das '''TV cidadania da cidade''', liberando um dos canais para as TVs Comunitárias. Agora reverteu e a TV CULTURA tá transmitindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como faz multiprogramação? A multiplexização (é isso?), transmite 4 emissoras do mesmo equipamento, ou seja 4 TV Culturas :) Poderia usar uns desses canais para TV Comunitária. Tipo a TV municipal tem seu canal, e liberar usando esse mesmo equipamento da TV municipal para uma TV Comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo muito modulado no consumo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo isso vale para o rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro escasso? Hoje não faz sentido. Era para ter multiprogramação bombando na programação. Novos serviços. Não só transmitir imagens, mas transmitir dados. A TV digital tem a possibilidade de transmitir 13 megabites por segundo. Mais que a velocidade de internet que a maioria das pessoas no brasil tem acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uns tranmissor digital, posso atingir 300 mil pessoas de uma vez, na internet isso derruba site. Por isso transmitir algo ao vivo é mais eficinete broadcast do que através da internet. Entender funções, vantagens e desvantagens das diferentes '''arquiteturas de comunicação.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autonomia de infraestrutura. Internet é proprietária. Internet tem cabo ligando tudo. Radio e TV Digital usa espectro, temos nossa TV/radio funcionando. Em termos de autonomia é importante. E isso também tem a questão da vigilância, nos dá uma possibilidade de autonomia e segurança muito maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TV e Rádio pode transmitir dados criptografados, e muito rápido, ainda temos a problemática de sequestro do equipamento. Mas os riscos são menores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos pensar no rompimento da grade de horário. As TVs podem mandar via carrossel vários filmes e com um pendrive você pode baixar isso. Pode ter vários tipos de politica para incentivar isso. Tipo a TV Cultura pode disponibilizando o acervo, e você assiste na hora, ou marca e ele faz download.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque vemos essa potência tão grande no Brasil? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na amazônia trabalho com Jader, ele trabalha com a transparência na amazônia, o quanto os governos publicavam seus dados. As cidades pequenas não tinham nem site, quanto mais fazer valer a lei de acesso a informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos trabalho com Transparência Ativa – entender que os governos eles mesmo podem ter a iniciativa para fazer esses dados chegarem nas pessoas, você navega no orçamento do município na tela da televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode receber vídeos de gravidez, neonatal, receber resultados, pode criar aplicativos, pelo ginga ser um software livre, o ginga tem um acoplamento em cima do hardware da TV digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brasil é proibido as caixinhas comercializadas e distribuídas virem sem o ginga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a conversão para digital, não teve aderência das pessoas, e o governo tá correndo atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liga - '''147''' orgão responsável pela migração da TV Digital, pode fazer a pergunta que você quiser. Mas as respostas são variadas e horríveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema do brasil foi adotado pelo resto da América Latina inteira, só a Colômbia tá na ATSC. O resto é ISDB-B com ginga. E no brasil os recursos do ginga não são utilizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Argentina tá’ com experimento legal com TV Pública, fazendo questionários, você pode votar pelo IP da TV. Consulta pública, plebiscitos as potencialidade da comunidade, consultar onde vai instalar o posto de saúde, usar como ferramenta de organização mobilização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Interatividade''' ,Temos 3 tipos que definimos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro interatividade '''Local''' – pode interagir com seu equipamento, recebendo conteúdo no carrossel como se fosse um video cassete gravando no pendrive. Ou o que foi mandado para seu box, você pode navegar. Rompe com o paradigma da grade de horário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois interatividade com a '''Emissora''' – lembra do HUGO primeira coisa interativa apertando a tecla do telefone.&lt;br /&gt;
O presidente fazendo um anúncio, podemos enviar uma pergunta pra emissora, mesmo ao vivo. Hoje como o sistema ficou desenhado você precisa de outra estrutura, internet, celular ou (???? - perdi) para poder fazer isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente a minha pesquisa era interatividade intrabanda. Se tem 6 mega para usar e usa 3/5, 4/5, você poderia usar isso para transmitir informação, intrabanda. Mas minha pesquisa traz porque não posso usar a infraestrutura de comunicação comercial, para enviar o dado do seu vídeo pelo espectro quando a TV não está utilizando o espectro, mandar o video para cineclubes de todo país ao mesmo tempo por exemplo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interferir mais com a emissora. Tipo &amp;quot;Você decide&amp;quot;. Aproximar da gente essa programação, não como uma escolha de final, mas com sugestões com conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terceira interação '''Interatividade todos com todos''' - Fazer a inclusão digital no Brasil, a plataforma poderia ser essa alavancadora. Como agrega redemesh, tvdigital, um dos caminhos todos com todos é essa da anteninha intrabanda. Uma antena de micropotencia para falar com vizinho por isso não conseguimos implementar essa possibilidade nas caixas com ginga instalado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A interação era uma coisa que se prometia muito. A grande apropriação de grupos organizados da direita estão fazendo. Isso era uma preocupação que tínhamos na época das Rádios. Grupos de poder local se apropriar disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A interatividade tem que ser pensado com a questão política. Uma interatividade todos para todos ou entre nós e emissoras comerciais. A quantidade de dinheiro que grupos mais reacionários podem utilizar esse canal, esse universo, esse conteúdo. Funciona enquanto potencia só se tivermos um posicionamento muito forte e ocupar esses espaços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como se organizar socialmente e politicamente?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como garantir que não vai ser novos meios de dominação. Somos a ponta do desenvolvimento tecnológico para ser apropriado mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O maior GAP é do próprio conhecimento e das possibilidades. Temos uma cultura técnica de desconhecimento, desinteresse, de que a técnica é neutra. Separação conteúdo x meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproximar a discussão técnica da política. E os grupos de democratização tendem a esvaziar a discussão técnica. Mas ainda é em segundo plano, o primeiro é de disputa e hegemonia. Muitas vezes é a reprodução do discurso da globo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez se investir em transmitir dados podemos rever isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Box tá chegando em 17 milhões de lares do Brasil. Roda giga, tem USB. Que tem possibilidade de conectar um '''dongo de wifi''' e custa 19 reais e rola fazer a redemesh utilizando ele, ligando as casas, comunidades, etc...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o equipamento mais barato. A coolab tá investigando essa tecnologia para implementar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer uma redemesh a partir da caixinha? Hoje usa o roteador comum e consegue 100 mts de raio, esse mesmo processo pode ser feito com a caixinha de TV digital e colocar essa antena pendrive (dongo de wifi) e fazer a mesma coisa. Sendo que o roteador você investe 100 reais e no dongo você investe 19 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Tv Digital vai chegar na casa de todo mundo! Todo mundo vai ter. O sinal de internet hoje tem que ser um 4G, um celular, mas imaginamos que isso pode vir de políticas públicas de comunicação. Existe a possibilidade de instalação de infraestrutura de altíssima capilaridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode usar para fazer intranet em comunidades também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dongo opera em 2.4 Hz e não precisa de autorização. Também tem raio de 100 mts como o roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da rede mesh do setupbox você pode compartilhar internet. Vai usar a TV digital para rotear, você tem que ter um serviço para compartilhar entre pessoas. Um sinal de internet que chega num deles. Possibilidade de políticas publicas em cima disso. E '''intranet''' também!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
USB entrada de internet e saída de vídeo RCA, não tem HDMI a que o governo tá distribuindo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de conectar a internet temos que fazer uma intranet, meses só usando compartilhamento para produzir conteúdo, linceciar, compartilhar conteúdo. Essa pode ser uma forma, de evitar levar novas tecnologias colonizadoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém no mundo tá fazendo isso de transmitir dados por radio e TV digital. Em outros lugares estao todos conectados por cabos de alta velocidade e muito acessiveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O norte domina a infra estrutura e tem autonomia. Para nós essa é a possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ginga tá no Brasil e na América Latina inteira – 600 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A TV Comunitaria – hoje é possível todas as prefeituras pedirem a concessao de TV.  Prefeiro e assembleia precisam estar junto para demandar a concessao e vem por default multiprogramação. E a prefeitura tem que alocar grana do orçamento para equipamento e locais, etc. Mas se conseguir uma verba atraves de deputado consegue grana, tem que estar previsto em algum lugar do orçamento. Tem algumas prefeituras querendo fazer e tem que botar no orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A concessão vem para 4 canais!  E já vem especificando por decreto presidencial que um desses tem que ser gerido por associacao comunitária. Essa ssociação tem que ter em seu estatuto previsto que vai fazer gestao de um canal comunitário. ONG / OSCIP que tem em seu estatuto e que não tem finalidade com partido politico, igreja, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – SAUDE&lt;br /&gt;
1 – LEGISLATIVO&lt;br /&gt;
1 – ESTATAL&lt;br /&gt;
1 – COMUNITARIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes as prefeituras não implementam todos os canais. E se não usar pode alocar para outra finalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como funcionar a escolha da associação? Qualquer ente governamental de um municipio pode fazer, depois disso é publicado uma chamada pública para gestão do canal comunitário. Muitas vezes tem grupos já vinculados a prefeito. Por isso queremos contaminar os grupos e pessoas que tem mais a ver. Da resistência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamada pública tem um período, por isso tem que ser tudo muito costurado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um regime novo de concessão. Processos são muito visíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma coisa é um canal já é comunitário.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criar uma cultura. Como usar essa faixa aqui e pensar as questões do município e etc. Organizar uma interface desse canal comunitário bacana, vai criando cultura, coletivo. Se fizer pressão para criar ambiente mais democrático. Vai demorar para a propriação, temos que sair na frente. Para consolidar a cultura desse canal comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As prefeituras, muitas não sabem que isso existe. Todo prefeito pode pedir. Alocar a grana, paga a consultoria que é o treinamento/capacitação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecimento é o principal mote aqui. Mas hoje ele também é alienado para o que pode ser feito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prefeitura não tem poder nenhum sobre a TV essa é uma arma que o gestor tem, está na lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gente tem conteúdo produzido. O conteúdo é estética de linguagem de aquilo comunique determinada ideia com equipamento de baixo custo. Gravar áudio. Usar o celular que tem um gravador de audio excelente. Tem equipamentos que vemos grande possibilidades. Yanomamis usam celular para gravar plantas, plataforma multimidia de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos trazer para a galera nas comunidades são outros usos para esses equipamentos. Para assim promover outros usos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rádio Digital:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do momento que é escolhido um sistema. Utilizar outros é ilegal.&lt;br /&gt;
Nós podemos ter a coexistencia de 2 sistemas. SE conseguir importar equipamentos e usar… Seriam nas mesmas frequencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otimizaçao no radio em vez de 100 khz – DRM 0 comprime para 100 khz. E conseguimos usar bandas adjacentes. Cabendo 24 onde cabia 1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novos serviços, não é só transmissão de voz é de dados também. Não tem capacidade de transmitir audiovisual de 6mega. Mas conseguiram em 1 minuto transmitir uma foto para outro estado. Vemos potencial mesmo no contexto de canalizaçao pequena para transmissao de dados. Também pode trnasmitir audivisual.  A regulaçao tem que pressupor que pode fazer audio também. Tem o diveemo!! software para transmissão video pelo radio. Mas consome muita banda. Recebe no cristal liquido do radio digital. Tao usando muito para Mapas! Com cores. Alerta de emergência. O rádio é uma tecnologia de som, muito rapido, gratuíta, população já tem conhecimento, baixo custo consumo de energia. De la pode sair outro uso da digitalizaçao, uma perpectiva diferenteciado de uso, amazonia. DRM consome muito pouco até 80% menos que outros sistemas. Isso é importante!! até para quem usa placa solar, muito importante. Joga no patamar de autonomia muito alto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aponta para soluções que podem chegar para outros países. Como a TV Digital, o padra que o br adotar vai ser da america latina. Na america latina e india podemos ter  o sul global compartilhando e tendo novas possiiblidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único que funciona em ondas curtas é o DRM, comunicação de longa distancia. Basil investiu em ondas curtas por conta do seu tamanho continental. Com radio receptor de ondas curtas pega galera do mundo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos escutar a radio da nova zelandia com qualidade de CD, esta do outro lado do globo, a onda bate duas vezes no ceu e terra antes de chegar aqui. Avançamos conversa para fazer transmissão de ondas curtas de países que falam português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transmitir conteúdo via ondas curtas. Mandar dado spara onde quer que seja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um transmissor que da a volta no globo, gastaríamos 300 mil. 5 kilovats de potencia. SE mostra muito mais acessível, potente para transmissão de longa distância com dados. Com restrições da banda, com restrições do momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DAB – europa, primeiro em funcionamento. Cria figura de operador de rede, multiprogramaçao, cria uma centralização. Tem assoiaçoes comunitarias, mas todos precisam de uma pessoa operador de rede de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HD - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DRM – padrao aberto conectar india, russia, transmitir dados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ISDB - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e com ginga também na rádio digital, tudo igual na TV. E tem no radio interatividade. &lt;br /&gt;
Conseguirira que esse aparelho seja convergente híbrido. Entranod no tunel, você poderia mudar para internet. E interagir, mandar como tá o transito e etc, via ginga. Mas pode ir além disso, movimentos sociais, repressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso foi escrito por uma única pessoa o juba. Ou seja não está mais nas mãos das fábricas. Sem necessidade de altos investimentos financeiros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fico curiosa com o impacto que isso vai ter no curso de Rádio e TV. Isso é acessível para pessoas do ensino médio. Falta uma apropriação. E a tecnologia que roda dentro, determina aplicativo, linguagem e como isso vai circular socialmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tivemos chamadas publicas para apresentar os sistemas. D&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diversidade é um valor a priori e acredita que baixo custo e linguagem faz a diferença e não um receptor de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O wikileaks vazou que o helio costa trocoou msg com o embaixador dos EUA falando que o HD radio seria adotado no BR. Ele falou fica tranqilo o premio de consolação de vocês vai ser só o rádio digital. Tá online publicado isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começamos a se mobilizar e só não foi adotado ainda por conta disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empresa TELLHD.com ou .com.br – foi comprado esse dominio e hoje tem um manifesto anti HD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
abiquiti faz a Hdradio – eles criaram esse empresa. Entraram em escandalos, o presidnete foi preso na lavajato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não foi ainda definido muito por conta dessa história, ficou na geladeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prevê a extinção da onda de AM, porque o HD radio não funciona no AM, isso foi feito para poder solucionar a burocracia da lei que fala que o radio digital tem que transmitir em todas as faixas. Entao a extincao do AM foi comprado para a HD RADIO poder entrar na disputa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HD Radio – impossibilita transmissao de baixa potencia. O que impossilita pequenas radios comunitarias, muito gasto com energia, muito grande, não otimiza espectro, e não é codigo aberto, não sabe o que roda la dentro. Autonomia e segurança zero do que roda ali. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DRM – baixa frequencia, codec AAC, o mesmo da TV digital. Poderiamos ser o primeiro sistema interoperavel. Sinal de Audio e video entre TV  e radio digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na india não usa o code AAC. Mas usa onda curta. E tá usando DRM e não tao explorando transmissão de dados. Nao só ficar na voz. A grande broadcast estatal é DRM, mas não é o mesmo modelo. É uma BBC da índia. Mas não tão fazendo isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode mandar dados africa, nova zelandia. O recepto rde radio digital tá 100 dolares. Mas br pode produzir equipamento também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa disputa tá em jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sistema conjunto de hardware e software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A repressão feita em radio hoje é através de denúncia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa discussão tem que ganhar massa crítica!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Publiquei artigo longo em inglês para tentar apoio de fora para sistema global. O cara que gere o espectro de países em língua portuguesa, comentei a DRM de fazer teste com moçambique, ficou super interessado.  Lá fora tem interesse, com as diversas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fazer um manual de como conseguir sua TV Digital comunitária!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas tvs digitais é pelas tvs comunitarias municipais. E na radio a disputa ainda é a definição de sistema. Para depois pensar em modelos, formas, possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer diferença de rádio digital de web rádio.  Não é!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas informações não estão circulando, nem nas universidades, as tvs não querem que alunos pensem nisso e universidade trabalha sobre demanda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abrir espaços para experimentações de linguagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pauta do momento é a internet. Então ainda não conseguimos fazer a discussão dessas outras possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO site do WWW.DRM-BRASIL.ORG &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá tudo documentado!!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discussão tá sendo documentado publicamente, para evitar apropriações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma alienação técnica geral, por isso o desinteresse de se envolver com essas disputas, debates, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como continuamos trocando informação se formando mais? O ideia desse encontro é isso e usar a internet para ocntinuarmos com isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma divisao entre quem pensa radio, TV e internet. Levar para as pessoas da internet a informação das possibilidades da radio digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transmissao digital é transmissao digital, internet estrutura empresa, paga, e o espectro que é bem comum, incluir o radio nessa discussão rádio é digital, TV também, é uma nova plataforma de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com envolvimento do DRM, para ter impacto de disseminação de conhecimentos fizemos uma associação brasileira da radio e TV digital. Faz 2 anos em junho. Queremos estabelecer essa entidade para ser um hub. Grupos para desnevolver aplicativos para radios, e outros interessados, fazer um universo para troca de conhecimentos e ação. Temos que adotar um padrão que possibilite abrir para experimentações só o DRM abre essa possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RDM – RADIO MUNDIAL DIGITAL. Esse dominio também é nosso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ali tem todos os contatos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que decidir isso aí, fazemos um esforço extra. Se não for agora é nunca mais. É o fim do mundo mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje o radio DRM ainda não rolaria a redemesh. Mas pode ser implementado com chipset. A TV é convergente com a internet. Com 20 reais com o pendrive. No raido ainda não tem pensado a questao da usb para esse tipo de serviço. A possibilitade de transmissão a longa distancia, uma comunicacao global de dados autonoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outros países você. Já tem receptores de radio ditial nos celulares. Super baixo custo e fora da internet, para omunicacao de grupos sociais, açoes é perfeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;radio digital&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;TV digital&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;otimização&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;multiprogramação&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;interatividade&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;espectro&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;CPQD&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;intrabanda&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;dongo de wifi&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;intranet&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Tv_e_R%C3%A1dio_Digital_/_Comunidade&amp;diff=134</id>
		<title>Tv e Rádio Digital / Comunidade</title>
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		<updated>2018-03-16T18:51:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: Novaes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TV Digital'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* - Otimização&lt;br /&gt;
* - Multiprogramação&lt;br /&gt;
* - Novos serviços&lt;br /&gt;
* - Interatividade (ginga)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Rádio Digital'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda não decidimos qual vai ser o sistema de rádio digital temos 2 possibilidades:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* - DRM – mais aberto e interessante&lt;br /&gt;
* - ISDB - que é o modelo americano que só saímos perdendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TV Digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O decreto da TV Digital no Brasil foi assinado em 2006. Foi a maior mobilização de acadêmicos brasileiros. Desde a ditadura militar as telecomunicações sempre foram orgulho nacional. Tivemos a Telebras e o CPQD (que fica em campinas, e participei como pesquisador lá).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos 12 anos de funcionamento da televisão digital que não mudou nada na nossa vida. De infinitas possibilidade que tínhamos, o que temos hoje é a novela  com imagem próxima de filmes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo brasileiro investiu 60 milhões em pesquisas para desenvolver a TV digital. Tínhamos no mercado os sistemas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* ATSC – americano &lt;br /&gt;
* DVB-T - europeu&lt;br /&gt;
* ISDB – Japonês que foi o escolhido pelo brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos EUA ele nasce com foco em cinema em casa, queremos melhorar a qualidade de transmissão, pessoal compra telona e fica em casa e pode comprar pizza no intervalo do superball. Brasil ficou assim porque não fazia otimização do espectro. O europeu DVB-T tinha o foco no conteúdo, embora multiprogramação, multiplica os canais sem alta definição. Os serviços de comunicação social nos EUA é baseado na grana e na Europa é baseado no conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil está distribuindo 17 milhões de caixinha de receptor digital, para conectar a grande maioria em TVs de tubo catódico (TV antiga).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que foi definitivo para escolher o sistema japonês de base no Brasil, (de fato é o melhor, depois do sistema brasileiro) foi que ele tem '''otimização do espectro''' e '''mobilidade''' o que o ISDB e DVB não tem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''ISDB-B''' o B final é de brasil, desenvolvemos o Ginga. Em Software livre que está sendo usado na argentina e outros lugares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modelo comercial não se interessa em desenvolver novas tecnologias, ele quer manter esse modelo de uma tela com grade de horário. Temos 12 anos de existência de TV digital no Brasil e a única diferença é a cor, todas as outras possibilidades, foram deixadas para lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda a potência da TV Digital está com a gente, não vai ter otimização, multiprogramação, novos serviços e nem interatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo japonês otimiza bem o espectro, permite a multiprogramação, novos serviços, não só transmissão audiovisual, mas também dados, pode ter outros usos para a TV digital, com mobilidade. Num continente com 200 milhões de pessoas que são obcecadas por TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil tem a possibilidade de desenvolver a melhor TV digital do mundo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Podemos desenvolver pequenas tvs locais com a TV digital?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje ainda é caro o acesso ao equipamento novo, tem que importar algumas coisas, é caro porque um equipamento desses já vem multiprogramação. Vai ser algo em 300 mil reais. Com estúdio de programação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sinal digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Escasses do espectro?!?''' Tv precisa de 6 mega para transmitir. Antes tinha a possibilidade de intermodulação/interferência. Para cada 6 M de Tv tinha que ter 6m acima e abaixo para deixar uma margem para se evitar interferência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com digital não tem esse risco, pode usar as faixas de onda, que antes tinham que deixar livre como margem de segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otimização do espectro, conseguimos comprimir o sinal. Ao invés do sinal SPTV – que é qualidade de DVD, que já é muito  melhor que o chiado na TV de tubo catódico, já é uma revolução. Digital não tem antena bombril, ou pega ou não pega!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde cabia um canal de sinal analógico cabem 12 canais digitais em qualidade standard.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ainda em cada canal você pode transmitir até 4 programações ao mesmo tempo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E pode customizar, mais qualidade, diminuir e deixar uma bandinha para canal de retorno só para interatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o HD? Eles ocupam os 6 Mega. Não otimizado. Mantém o monopólio, existe uma Intenção política e comercial no uso de espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Os meios de comunicação no país são um oligopólio organizado.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A TV Cultura transmitiu multiprogramação, a Globo processou. Argumento é que a TV cultura só tinha concessão para transmitir uma programação. Globo ganhou o processo. Muito recente tá liberando a multiprogramação, através das '''TV cidadania da cidade''', liberando um dos canais para as TVs Comunitárias. Agora reverteu e a TV CULTURA tá transmitindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como faz multiprogramação? A multiplexização (é isso?), transmite 4 emissoras do mesmo equipamento, ou seja 4 TV Culturas :) Poderia usar uns desses canais para TV Comunitária. Tipo a TV municipal tem seu canal, e liberar usando esse mesmo equipamento da TV municipal para uma TV Comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo muito modulado no consumo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo isso vale para o rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro escasso? Hoje não faz sentido. Era para ter multiprogramação bombando na programação. Novos serviços. Não só transmitir imagens, mas transmitir dados. A TV digital tem a possibilidade de transmitir 13 megabites por segundo. Mais que a velocidade de internet que a maioria das pessoas no brasil tem acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confundir arquiteturas de comunicação. Nunca transmitir algo ao vivo vai ser mais eficiente fazer da internet do que broadcast. Com um transmissor 300 mil pessoas podem ver um programa, na internet isso derruba site, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autonomia de infraestrutura. Internet é proprietária. Internet tem cabo ligando tudo. Radio e TV Digital usa espectro, temos nossa TV/radio funcionando. Em termos de autonomia é importante. E isso também tem a questão da vigilância, nos dá uma possibilidade de autonomia e segurança muito maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TV e Rádio pode transmitir dados criptografados, e muito rápido, pode ter sequestro do equipamento. Mas um risco menor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos pensar no rompimento da grade de horário. As TVs podem mandar via carrossel vários filmes e com um pendrive você pode baixar isso. Pode ter vários tipos de politica para incentivar isso. Tipo a TV Cultura pode disponibilizando o acervo, e você assiste na hora, ou marca e ele faz download.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque vemos essa potência tão grande no Brasil. Na amazonia trabalho com Jader, ele trabalha com a transparência na amazônia, o quanto os governos publicavam seus dados. As cidades pequenas não tinham nem site, quanto mais fazer valer a lei de acesso a informaçõa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos trabalho com Transparência Ativa – entender que os governos eles mesmo podem ter a iniciativa para fazer esses dados chegarem nas pessoas, você navega no orçamento do município na tela da televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode receber videos de gravidez, neonatal, receber resultados, pode criar aplicativos pelo ginga ser um software livre, o ginga tem um acoplamento em cima do hardware da TV digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brasil é proibido as caixinhas comercializadas e distribuidas no brasil tem que vir com ginga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não teve aderência das pessoas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liga - 147 responsável pela migração da TV Digital, pode fazer a pergunta que você quiser. Mas as respostas são variadas e horríveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema do brasil foi adotado pelo resto da america latina inteira, só a colombia tá na ATSC. O resto é ISDB-B com ginga. E no brasil os recursos do ginga não são utilizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Argentina tá’com experimento legal com tva publica, fazendo questionários, você pode votar pelo IP da TV. Urna eletronica já é maior robalheiro.  Consulta pública, plebiscitos as potencialidade de comunidade, consultar onde vai instalar o posto de saúde.&lt;br /&gt;
Todos os serviços!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interatividade – Temos 3 tipos que definimos.&lt;br /&gt;
Primeiro local – pode interagir com seu equipamento, recebenco conteúdo no carrosel como se fosse um video cassete grando no pendrive. Ou o que foi mandado para seu box, você pode navegar. Rompe com o paradgma da grade de horário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois com a EMISSORA – lembra do HUGO primeira coisa interativa apertando a tecla do telefone.&lt;br /&gt;
O presidente fazendo um anuncio, podemos enviar uma noticia na emissora, mesmo ao vivo. Hoje como o sistema ficou desenhado você. Precisa de outra estrutura, internet, celular ou ?? &lt;br /&gt;
Originalmente a minha pesquisa era interatividade intrabanda. Se tem 6 mega para usar e usa 3, 4/5, você poderia usar isso para transmistir informação, intrabanda. Mas minha pesquisa traz porque não posso usar a infraestrutura de ocmunicação comercial, para enviar o dado do seu vídeo pelo espectro de quando a TV não está utilizando o espectro, mandar o video para cineclubes de todo pais ao mesmo tempo por exemplo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interferir mais com a emissora. Tipo Você decide. Aproximar da gente essa programação, não como uma escolha de final, mas com sugestões com conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terceira interação – Interatividade todos com todos. Fazer a inclusão digital no Brasil, a plataforma poderia ser essa alavancadora. Como agregra redemesh, tvdigital, um dos caminhos todos com todos é essa da anteninha intrabanda. Uma antena de micropontecia para falar com vizinho por isso não conseguimos implementar essa possibilidade nas caixas com ginga instalado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A interação era uma coisa que se prometia muito. A grande apropriação de grupos organizados da direita estão fazendo. Isso era uma preocupação que tinhamos na época das Rádios. Grupos de poder local se apropriar disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A interatividade tem que ser pensado com a questão política. Uma interatividade todos para todos ou entre nos e emissoras comerciais. A quantidade de dinheiro que grupos mais reacionários podem utilizar esse canal, esse universo, esse conteúdo. Funciona enquanto potencia só se tivermos um posicionamento muito forte e ocupar essses espaços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se organizar socialmente e politicamente?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como garantir que não vai ser novos meios de dominação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somos a ponta do desenvolvimento tecnológico para ser apropriado mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O maior GAP é do próprio conhecimento e das possilidades. Temos uma cultura técnica de desconhecimento, desinteresse, de que a técnica é neutra. Separação conteúdo x meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproximar a discussõa técnica da política. E os grupos de democratização tendem a esvaziar a discussão técnica. Mas ainda é em segundo plano, o primeiro é de disputa e hegemônia. Muitas vezes é a reprodução do discurso da globo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez se investir em transmitir dados podemos rever isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Box tá chegando em 17 milhões de lares do Brasil. Roda giga, tem USB. E que tem possibilidade de conectar um dongo de wifi e custa 19 reais e fazer a redemesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o equipamento mais barato. A coolab tá investigando essa tecnologia para implementar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer uma redemesh a partir da caixinha? Hoje usa o roteador e consegue ocm 100 mts de raio, esse mesmo processo pode ser feito com a caixinha de TV digital e colocar essa antena pendrive e fazer a mesma coisa. Aqui você investe 100 reais no roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Tv Digital vai chegar na casa de todo mundo! Todo mundo vai ter. O sinal de internet hoje tem que ser um 4G, um celular, mas imaginamos que isso pode vir de políticas públicas de comunicação. Existe a possiblidade de instalação de infraestrutura de altissima capilaridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode usar para fazer intranet em comunidades também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em bongo opera em 2.4 e não precisa de autorização. Quem ta comprando isso é o governo, e fornecendo para quem não tem condições de acesso. Também tem raio de 100 mts.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da rede mesh do setupbox você pode compartilhar adicional de internet. Vai usar a TV digital para rotear, você tem que ter um serviço para compartilhar. Um sinal de internet que chega num deles. Possilbidade de políticas publicas em cima disso. E intranet também!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
USB entrada de internet e saída de vídeo RCA, não tem HDMI a que o governo tá distribuindo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de conectar a internet temos que fazer uma intranet, meses só usando compartilhamento para produzir conteúdo, linceciar, compartilhar conteúdo. Essa pode ser uma forma, de evitar levar novas tecnologias colonizadoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém no mundo tá fazendo isso de transmitir dados por radio e TV digital. Em outros lugares estao todos conectados por cabos de alta velocidade e muito acessiveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O norte domina a infra estrutura e tem autonomia. Para nós essa é a possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ginga tá no Brasil e na América Latina inteira – 600 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A TV Comunitaria – hoje é possível todas as prefeituras pedirem a concessao de TV.  Prefeiro e assembleia precisam estar junto para demandar a concessao e vem por default multiprogramação. E a prefeitura tem que alocar grana do orçamento para equipamento e locais, etc. Mas se conseguir uma verba atraves de deputado consegue grana, tem que estar previsto em algum lugar do orçamento. Tem algumas prefeituras querendo fazer e tem que botar no orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A concessão vem para 4 canais!  E já vem especificando por decreto presidencial que um desses tem que ser gerido por associacao comunitária. Essa ssociação tem que ter em seu estatuto previsto que vai fazer gestao de um canal comunitário. ONG / OSCIP que tem em seu estatuto e que não tem finalidade com partido politico, igreja, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – SAUDE&lt;br /&gt;
1 – LEGISLATIVO&lt;br /&gt;
1 – ESTATAL&lt;br /&gt;
1 – COMUNITARIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes as prefeituras não implementam todos os canais. E se não usar pode alocar para outra finalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como funcionar a escolha da associação? Qualquer ente governamental de um municipio pode fazer, depois disso é publicado uma chamada pública para gestão do canal comunitário. Muitas vezes tem grupos já vinculados a prefeito. Por isso queremos contaminar os grupos e pessoas que tem mais a ver. Da resistência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamada pública tem um período, por isso tem que ser tudo muito costurado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um regime novo de concessão. Processos são muito visíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma coisa é um canal já é comunitário.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criar uma cultura. Como usar essa faixa aqui e pensar as questões do município e etc. Organizar uma interface desse canal comunitário bacana, vai criando cultura, coletivo. Se fizer pressão para criar ambiente mais democrático. Vai demorar para a propriação, temos que sair na frente. Para consolidar a cultura desse canal comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As prefeituras, muitas não sabem que isso existe. Todo prefeito pode pedir. Alocar a grana, paga a consultoria que é o treinamento/capacitação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecimento é o principal mote aqui. Mas hoje ele também é alienado para o que pode ser feito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prefeitura não tem poder nenhum sobre a TV essa é uma arma que o gestor tem, está na lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gente tem conteúdo produzido. O conteúdo é estética de linguagem de aquilo comunique determinada ideia com equipamento de baixo custo. Gravar áudio. Usar o celular que tem um gravador de audio excelente. Tem equipamentos que vemos grande possibilidades. Yanomamis usam celular para gravar plantas, plataforma multimidia de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos trazer para a galera nas comunidades são outros usos para esses equipamentos. Para assim promover outros usos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rádio Digital:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do momento que é escolhido um sistema. Utilizar outros é ilegal.&lt;br /&gt;
Nós podemos ter a coexistencia de 2 sistemas. SE conseguir importar equipamentos e usar… Seriam nas mesmas frequencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otimizaçao no radio em vez de 100 khz – DRM 0 comprime para 100 khz. E conseguimos usar bandas adjacentes. Cabendo 24 onde cabia 1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novos serviços, não é só transmissão de voz é de dados também. Não tem capacidade de transmitir audiovisual de 6mega. Mas conseguiram em 1 minuto transmitir uma foto para outro estado. Vemos potencial mesmo no contexto de canalizaçao pequena para transmissao de dados. Também pode trnasmitir audivisual.  A regulaçao tem que pressupor que pode fazer audio também. Tem o diveemo!! software para transmissão video pelo radio. Mas consome muita banda. Recebe no cristal liquido do radio digital. Tao usando muito para Mapas! Com cores. Alerta de emergência. O rádio é uma tecnologia de som, muito rapido, gratuíta, população já tem conhecimento, baixo custo consumo de energia. De la pode sair outro uso da digitalizaçao, uma perpectiva diferenteciado de uso, amazonia. DRM consome muito pouco até 80% menos que outros sistemas. Isso é importante!! até para quem usa placa solar, muito importante. Joga no patamar de autonomia muito alto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aponta para soluções que podem chegar para outros países. Como a TV Digital, o padra que o br adotar vai ser da america latina. Na america latina e india podemos ter  o sul global compartilhando e tendo novas possiiblidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único que funciona em ondas curtas é o DRM, comunicação de longa distancia. Basil investiu em ondas curtas por conta do seu tamanho continental. Com radio receptor de ondas curtas pega galera do mundo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos escutar a radio da nova zelandia com qualidade de CD, esta do outro lado do globo, a onda bate duas vezes no ceu e terra antes de chegar aqui. Avançamos conversa para fazer transmissão de ondas curtas de países que falam português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transmitir conteúdo via ondas curtas. Mandar dado spara onde quer que seja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um transmissor que da a volta no globo, gastaríamos 300 mil. 5 kilovats de potencia. SE mostra muito mais acessível, potente para transmissão de longa distância com dados. Com restrições da banda, com restrições do momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DAB – europa, primeiro em funcionamento. Cria figura de operador de rede, multiprogramaçao, cria uma centralização. Tem assoiaçoes comunitarias, mas todos precisam de uma pessoa operador de rede de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HD - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DRM – padrao aberto conectar india, russia, transmitir dados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ISDB - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e com ginga também na rádio digital, tudo igual na TV. E tem no radio interatividade. &lt;br /&gt;
Conseguirira que esse aparelho seja convergente híbrido. Entranod no tunel, você poderia mudar para internet. E interagir, mandar como tá o transito e etc, via ginga. Mas pode ir além disso, movimentos sociais, repressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso foi escrito por uma única pessoa o juba. Ou seja não está mais nas mãos das fábricas. Sem necessidade de altos investimentos financeiros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fico curiosa com o impacto que isso vai ter no curso de Rádio e TV. Isso é acessível para pessoas do ensino médio. Falta uma apropriação. E a tecnologia que roda dentro, determina aplicativo, linguagem e como isso vai circular socialmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tivemos chamadas publicas para apresentar os sistemas. D&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diversidade é um valor a priori e acredita que baixo custo e linguagem faz a diferença e não um receptor de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O wikileaks vazou que o helio costa trocoou msg com o embaixador dos EUA falando que o HD radio seria adotado no BR. Ele falou fica tranqilo o premio de consolação de vocês vai ser só o rádio digital. Tá online publicado isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começamos a se mobilizar e só não foi adotado ainda por conta disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empresa TELLHD.com ou .com.br – foi comprado esse dominio e hoje tem um manifesto anti HD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
abiquiti faz a Hdradio – eles criaram esse empresa. Entraram em escandalos, o presidnete foi preso na lavajato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não foi ainda definido muito por conta dessa história, ficou na geladeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prevê a extinção da onda de AM, porque o HD radio não funciona no AM, isso foi feito para poder solucionar a burocracia da lei que fala que o radio digital tem que transmitir em todas as faixas. Entao a extincao do AM foi comprado para a HD RADIO poder entrar na disputa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HD Radio – impossibilita transmissao de baixa potencia. O que impossilita pequenas radios comunitarias, muito gasto com energia, muito grande, não otimiza espectro, e não é codigo aberto, não sabe o que roda la dentro. Autonomia e segurança zero do que roda ali. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DRM – baixa frequencia, codec AAC, o mesmo da TV digital. Poderiamos ser o primeiro sistema interoperavel. Sinal de Audio e video entre TV  e radio digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na india não usa o code AAC. Mas usa onda curta. E tá usando DRM e não tao explorando transmissão de dados. Nao só ficar na voz. A grande broadcast estatal é DRM, mas não é o mesmo modelo. É uma BBC da índia. Mas não tão fazendo isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode mandar dados africa, nova zelandia. O recepto rde radio digital tá 100 dolares. Mas br pode produzir equipamento também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa disputa tá em jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sistema conjunto de hardware e software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A repressão feita em radio hoje é através de denúncia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa discussão tem que ganhar massa crítica!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Publiquei artigo longo em inglês para tentar apoio de fora para sistema global. O cara que gere o espectro de países em língua portuguesa, comentei a DRM de fazer teste com moçambique, ficou super interessado.  Lá fora tem interesse, com as diversas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fazer um manual de como conseguir sua TV Digital comunitária!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas tvs digitais é pelas tvs comunitarias municipais. E na radio a disputa ainda é a definição de sistema. Para depois pensar em modelos, formas, possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer diferença de rádio digital de web rádio.  Não é!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas informações não estão circulando, nem nas universidades, as tvs não querem que alunos pensem nisso e universidade trabalha sobre demanda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abrir espaços para experimentações de linguagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pauta do momento é a internet. Então ainda não conseguimos fazer a discussão dessas outras possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO site do WWW.DRM-BRASIL.ORG &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá tudo documentado!!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discussão tá sendo documentado publicamente, para evitar apropriações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma alienação técnica geral, por isso o desinteresse de se envolver com essas disputas, debates, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como continuamos trocando informação se formando mais? O ideia desse encontro é isso e usar a internet para ocntinuarmos com isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma divisao entre quem pensa radio, TV e internet. Levar para as pessoas da internet a informação das possibilidades da radio digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transmissao digital é transmissao digital, internet estrutura empresa, paga, e o espectro que é bem comum, incluir o radio nessa discussão rádio é digital, TV também, é uma nova plataforma de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com envolvimento do DRM, para ter impacto de disseminação de conhecimentos fizemos uma associação brasileira da radio e TV digital. Faz 2 anos em junho. Queremos estabelecer essa entidade para ser um hub. Grupos para desnevolver aplicativos para radios, e outros interessados, fazer um universo para troca de conhecimentos e ação. Temos que adotar um padrão que possibilite abrir para experimentações só o DRM abre essa possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RDM – RADIO MUNDIAL DIGITAL. Esse dominio também é nosso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ali tem todos os contatos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que decidir isso aí, fazemos um esforço extra. Se não for agora é nunca mais. É o fim do mundo mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje o radio DRM ainda não rolaria a redemesh. Mas pode ser implementado com chipset. A TV é convergente com a internet. Com 20 reais com o pendrive. No raido ainda não tem pensado a questao da usb para esse tipo de serviço. A possibilitade de transmissão a longa distancia, uma comunicacao global de dados autonoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outros países você. Já tem receptores de radio ditial nos celulares. Super baixo custo e fora da internet, para omunicacao de grupos sociais, açoes é perfeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;radio digital&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;TV digital&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;otimização&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;multiprogramação&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;interatividade&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=133</id>
		<title>Instalação firmware nos roteadores</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=133"/>
		<updated>2018-03-16T18:38:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Para fazermos uma rede mesh, primeiro devemos pensar e desenhar essa rede. Com equipamentos necessários em mãos, vamos começar substituindo os firmwares (espécie de sistemas que rodam dentro dos roteadores) proprietários e com limitações para a criação da rede mesh. Vamos substituir por um sistema baseado em openwrt que é um sistema livre que nos permitirá a criação da rede mesh utilizando roteadores comuns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos baixar o firmware em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Tem que tentar vários sistemas as vezes até instalar um firmware que vai funcionar legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse firmware é baseado em '''openwrt''', uma vez no altermundi, vamos colocar as características (fabricante, modelo, etc) do nosso equipamento e da rede que estamos criando. Se nessa rede estivermos usando mais de um modelo de equipamento, vamos descrever todos lá e vai baixar um arquivo para cada tipo de equipamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos roteadores que instalando aqui não está no mercado. Os fabricantes foram mudando o firmware agora vem numa versão já atualizada que não permite a substituição do firmware de fábrica. Então tem que achar na internet o antigo firmware dele mesmo para instalar uma versão de firmware mais antiga (podemos chamar de downgrade?) permitindo assim a instalação de um firmware diferente no caso nosso firmware baseado em openWRT ou seja um firmware livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso vai melhorar com o LibreRouter! Que será um roteador livre ou seja um hardware livre que não terá uma limitação de uso em seu software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Importante''': Quando forem comprar roteador pesquisar por modelos que rodem openwrt e libremesh. O Ideal seria podermos usar qualquer um, mas muitos roteadores não tem memória suficiente (tipo o 740 e o 741), você consegue por só um pequeno pacote. (que você precisa vem marcado como mini ou 0.  - anotei isso mas não entendi, alguém pode melhorar essa explicação?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos fazer um cadastro no chef e ver como funciona:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como conectamos esses roteadores?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você quiser conectar a escola até a praça que fica a 3km, então precisamos de um roteador direcional (vai para frente o sinal, para onde apontarmos), e tem a opção de link a distância, tem potência mais alta que outros, e só quem tiver mais longe conecta nele. Para planejar a rede tem que saber qual equipamento ideal para usar em cada situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos substituir o firmware de um roteador da TP-LINK que está com o firmware instalado de fábrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos usando: modelo: CPE210 da TP-LINK – Pharos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Roteador vai ser conectado na energia elétrica via cabo de rede. Prestar atenção para não queimar. Voltagem 24V – 1A. Vai conectado o '''cabo de rede''' '''na porta: LAN0 (POE IN)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação da instalação do openWRT no roteador TP-LINK - modelo: CPE210 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A documentação abaixo foi toda feita utilizando Debian Stretch.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai no chef.altermundi e coloca o modelo do aparelho. Se você já tiver informação da rede que vai ser feita, você já pode colocar. Mas se não colocar ele vem com um padrão para você alterar posteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''altermundi''' é uma interface entre os desenvolvedores e as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Openwrt''' – te permite instalar o '''libremesh''' mas o foco do projeto é ser um '''sistema livre para roteador'''. Distribuição livre para roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Libremesh''' – é para fazer uma rede '''automagicamente''' usando o openwrt'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://chef.libremesh.org/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preenchemos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Distribution''': Libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Router Model''': CPE210&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
Network Profile''': &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o chef não estava funcionando entramos no:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Github''' – onde um dos projetos hospedados é o libremesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; github &lt;br /&gt;
: Definfição: é um local onde as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O chef altermundi é uma ferramenta de construção de firmware livre para roteadores, ele é alimentado pelo github.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entramos no repositório:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://github.com/libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem quiser mexer no '''SDK''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai '''target''' –&amp;gt; profile → '''flavour'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual o '''chipset''' do equipamento. O libremesh fala para você. Precisa saber o tipo de processador para criar o firmware. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''flavour''' é completa, mini ou com ambiente gráfico ou só linha de comando. No nosso caso colocamos completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''SDK''' é tudo explicadinho passo a passo. Para '''cozinhar''' na própria máquina. (por favor definiam cozinhar)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O objetivo é substituir o sistema operacional do equipamento, pode-se fazer de várias formas, as vezes está pronto e é fácil e quando não tá pronto é que se faz o processo aí de cima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apareceram várias opções para download no chef.libremesh:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Created files&lt;br /&gt;
 build-253f9528397d7e3.log&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-factory.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-sysupgrade.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-device-cpe210-220.manifest&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-root.squashfs&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-uImage-lzma.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux-lzma.elf&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.elf&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.lzma&lt;br /&gt;
 sha256sums&lt;br /&gt;
 sha256sums.sig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Provavelmente vamos usar um arquivo '''.bin''' para substituir o firmware de nosso roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diferença das primeiras duas opções de download .bin são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Factory&lt;br /&gt;
: Se o roteador esta com o firmware de fábrica se usa o factory. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Sysupgrade&lt;br /&gt;
: Se você já mexeu no firmware no do seu roteador e vai só atualizar você usa o sysupgrade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos o download do '''factory''', já que nosso roteador estava com firmware original. O factory abre as portas para poder fazer a substituição do firmare proprietário para o firmware livre baseado em openWRT, compilado especificamente para a marca e modelo de seu roteador para assim ser possível fazermos a rede mesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disso temos que verificar o download! Muito importante por pelo menos 2 motivos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- garantir que o arquivo que baixou foi baixado com integridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- para confirmar origem do arquivo! Sua autenticidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ele está com o firmware original baixamos as 2 versões tanto a factory quanto a sysupgrade (essa informação conflita com a de 4 parágrafos acima, alguém pode revisar?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora conectamos fisicamente o computador ao roteador. Colocamos um cabo de rede no POE para alimentar ele com energia! Como tinhamos uma fonte ligamos no POE da fonte e no POE do roteador, e ligamos com outro cabo de rede na porta LAN do computador para o roteador também na porta LAN. Por alguma magia do universo para completar a configuração dos roteadores em alguns momentos precisamos desconectar esses cabos e mudar de porta. (isso é estranho se alguém conseguir dar uma informação mais precisa sobre isso!)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pega no manual do roteador como faz para conectar conectar nele através do seu computador uma vez que tem um cabo de rede conectado entre seu computador e o roteador, para assim poder fazer a configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para conectarmos com o roteador, mexemos na conexão de rede do debian:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos editar conexões -&amp;gt; na configuração de rede seleciona - conexão por cabo→ troca método para manual → em configurações IPV4&lt;br /&gt;
no endereço colocar: '''192.168.0.10'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mascara de rede pode ser: '''24'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Para fazer no windows vamos em ethernet → status → propriedades → vai em protocolo IP versão (TCP/IPV4) → muda para manual → '''192.168.0.10'''&lt;br /&gt;
 depois &lt;br /&gt;
 '''255.255.255.0'''&lt;br /&gt;
 Ok. Vai no navegador e digita:&lt;br /&gt;
 '''192.168.0.254'''&lt;br /&gt;
 Continua da mesma forma que no Debian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de entrar no roteador para instalar o novo firmware, conferimos o arquivo que baixamos com o hash dele, que estava disponível no chef! Com isso conferimos se o arquivo é exatamente igual ao arquivo baixado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos entrar no roteador agora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ver no manual do seu roteador, neste caso, vamos no navegador e digitamos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''192.168.0.254'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora temos acesso a configuração do roteador :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos em '''System''' -&amp;gt; Em firmware, vamos dar upload do arquivo factory baixado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes por alguma razão mágica não conseguimos fazer o upload do arquivo. Uma boa tentativa é renomear o arquivo para um nome com menos caracteres e tentar novamente. No caso só funcionou após mudar o nome para 1.bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de subir o firmware você acessa novamente pelo navegador:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''http://thisnode.info'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos estabelecer o '''nome do sistema''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma questão importante que é: O libre mesh associa ao nome da rede SSID com o prefixo do seu IP. Não tem uma forma fácil de resolver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que entrar no roteador a partir da linha de comando para poder fazer isso, pois se fizer isso pelo navegador não vai funcionar pois não vai mudar o endereço IP da rede. Dá certo, mas pode dar problema para conectar com um servidor local, para trocar arquivos e etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para conectar via linha de comando, abra um terminal e digite:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ssh root@thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modificamos dois parametros no arquivo lime-defaults, digitando no terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 vi /etc/config/lime-defaults&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E modificamos o nome da rede nesses dois parâmetros: &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 option ap_ssid 'NomeDaSuaRede'   &lt;br /&gt;
                  &lt;br /&gt;
 option apname_ssid 'NomeDaSuaRede/%H' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos a possibilidade de cozinhar o nome da rede com o o '''cooker''' já com o nome da comunidade. Ou mudar o artigo de configuração no lime.config – para fazer em todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o cooker você consegue fazer um arquivo que vai instalar as informações da sua rede comunitária para todos os computadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(não consegui fazer a documentação dessa parte, se alguém tiver a manha, manda aê)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Glossário: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;openWRT&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;roteador direcional&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;link longa distância&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;porta LAN&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;cabo de rede&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; github &lt;br /&gt;
: Definfição: é um local onde as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;SDK&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;chipset&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;debian&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;hash&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;rede SSID&lt;br /&gt;
; Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;IP&lt;br /&gt;
; Definição:&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=130</id>
		<title>Instalação firmware nos roteadores</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=130"/>
		<updated>2018-03-16T17:52:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Para fazermos uma rede mesh, primeiro devemos pensar e desenhar essa rede. Com equipamentos necessários em mãos, vamos começar substituindo os firmwares (espécie de sistemas que rodam dentro dos roteadores) proprietários e com limitações para a criação da rede mesh. Vamos substituir por um sistema baseado em openwrt que é um sistema livre que nos permitirá a criação da rede mesh utilizando roteadores comuns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos baixar o firmware em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Tem que tentar vários sistemas as vezes até instalar um firmware que vai funcionar legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse firmware é baseado em '''openwrt''', uma vez no altermundi, vamos colocar as características (fabricante, modelo, etc) do nosso equipamento e da rede que estamos criando. Se nessa rede estivermos usando mais de um modelo de equipamento, vamos descrever todos lá e vai baixar um arquivo para cada tipo de equipamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos roteadores que instalando aqui não está no mercado. Os fabricantes foram mudando o firmware agora vem numa versão já atualizada que não permite a substituição do firmware de fábrica. Então tem que achar na internet o antigo firmware dele mesmo para instalar uma versão de firmware mais antiga (podemos chamar de downgrade?) permitindo assim a instalação de um firmware diferente no caso nosso firmware baseado em openWRT ou seja um firmware livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso vai melhorar com o LibreRouter! Que será um roteador livre ou seja um hardware livre que não terá uma limitação de uso em seu software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Importante''': Quando forem comprar roteador pesquisar por modelos que rodem openwrt e libremesh. O Ideal seria podermos usar qualquer um, mas muitos roteadores não tem memória suficiente (tipo o 740 e o 741), você consegue por só um pequeno pacote. (que você precisa vem marcado como mini ou 0.  - anotei isso mas não entendi, alguém pode melhorar essa explicação?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos fazer um cadastro no chef e ver como funciona:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como conectamos esses roteadores?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você quiser conectar a escola até a praça que fica a 3km, então precisamos de um roteador direcional (vai para frente o sinal, para onde apontarmos), e tem a opção de link a distância, tem potência mais alta que outros, e só quem tiver mais longe conecta nele. Para planejar a rede tem que saber qual equipamento ideal para usar em cada situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos substituir o firmware de um roteador da TP-LINK que está com o firmware instalado de fábrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos usando: modelo: CPE210 da TP-LINK – Pharos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Roteador vai ser conectado na energia elétrica via cabo de rede. Prestar atenção para não queimar. Voltagem 24V – 1A. Vai conectado o '''cabo de rede''' '''na porta: LAN0 (POE IN)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação da instalação do openWRT no roteador TP-LINK - modelo: CPE210 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A documentação abaixo foi toda feita utilizando Debian Stretch.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai no chef.altermundi e coloca o modelo do aparelho. Se você já tiver informação da rede que vai ser feita, você já pode colocar. Mas se não colocar ele vem com um padrão para você alterar posteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''altermundi''' é uma interface entre os desenvolvedores e as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Openwrt''' – te permite instalar o '''libremesh''' mas o foco do projeto é ser um '''sistema livre para roteador'''. Distribuição livre para roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Libremesh''' – é para fazer uma rede '''automagicamente''' usando o openwrt'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://chef.libremesh.org/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preenchemos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Distribution''': Libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Router Model''': CPE210&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
Network Profile''': &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o chef não estava funcionando entramos no:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Github''' – onde um dos projetos hospedados é o libremesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; github &lt;br /&gt;
: Definfição: é um local onde as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O chef altermundi é uma ferramenta de construção de firmware livre para roteadores, ele é alimentado pelo github.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entramos no repositório:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://github.com/libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem quiser mexer no '''SDK''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai '''target''' –&amp;gt; profile → '''flavour'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual o '''chipset''' do equipamento. O libremesh fala para você. Precisa saber o tipo de processador para criar o firmware. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''flavour''' é completa, mini ou com ambiente gráfico ou só linha de comando. No nosso caso colocamos completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''SDK''' é tudo explicadinho passo a passo. Para '''cozinhar''' na própria máquina. (por favor definiam cozinhar)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O objetivo é substituir o sistema operacional do equipamento, pode-se fazer de várias formas, as vezes está pronto e é fácil e quando não tá pronto é que se faz o processo aí de cima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apareceram várias opções para download no chef.libremesh:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Created files&lt;br /&gt;
 build-253f9528397d7e3.log&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-factory.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-sysupgrade.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-device-cpe210-220.manifest&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-root.squashfs&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-uImage-lzma.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux-lzma.elf&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.elf&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.lzma&lt;br /&gt;
 sha256sums&lt;br /&gt;
 sha256sums.sig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Provavelmente vamos usar um arquivo '''.bin''' para substituir o firmware de nosso roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diferença das primeiras duas opções de download .bin são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Factory&lt;br /&gt;
: Se o roteador esta com o firmware de fábrica se usa o factory. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Sysupgrade&lt;br /&gt;
: Se você já mexeu no firmware no do seu roteador e vai só atualizar você usa o sysupgrade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos o download do '''factory''', já que nosso roteador estava com firmware original. O factory abre as portas para poder fazer a substituição do firmare proprietário para o firmware livre baseado em openWRT, compilado especificamente para a marca e modelo de seu roteador para assim ser possível fazermos a rede mesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disso temos que verificar o download! Muito importante por pelo menos 2 motivos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- garantir que o arquivo que baixou foi baixado com integridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- para confirmar origem do arquivo! Sua autenticidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ele está com o firmware original baixamos as 2 versões tanto a factory quanto a sysupgrade (essa informação conflita com a de 4 parágrafos acima, alguém pode revisar?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora conectamos fisicamente o computador ao roteador. Colocamos um cabo de rede no POE para alimentar ele com energia! Como tinhamos uma fonte ligamos no POE da fonte e no POE do roteador, e ligamos com outro cabo de rede na porta LAN do computador para o roteador também na porta LAN. Por alguma magia do universo para completar a configuração dos roteadores em alguns momentos precisamos desconectar esses cabos e mudar de porta. (isso é estranho se alguém conseguir dar uma informação mais precisa sobre isso!)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pega no manual do roteador como faz para conectar conectar nele através do seu computador uma vez que tem um cabo de rede conectado entre seu computador e o roteador, para assim poder fazer a configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para conectarmos com o roteador, mexemos na conexão de rede do debian:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos editar conexões -&amp;gt; na configuração de rede seleciona - conexão por cabo→ troca método para manual → em configurações IPV4&lt;br /&gt;
no endereço colocar: '''192.168.0.10'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mascara de rede pode ser: '''24'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Para fazer no windows vamos em ethernet → status → propriedades → vai em protocolo IP versão (TCP/IPV4) → muda para manual → '''192.168.0.10'''&lt;br /&gt;
 depois &lt;br /&gt;
 '''255.255.255.0'''&lt;br /&gt;
 Ok. Vai no navegador e digita:&lt;br /&gt;
 '''192.168.0.254'''&lt;br /&gt;
 Continua da mesma forma que no Debian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de entrar no roteador para instalar o novo firmware, conferimos o arquivo que baixamos com o hash dele, que estava disponível no chef! Com isso conferimos se o arquivo é exatamente igual ao arquivo baixado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos entrar no roteador agora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ver no manual do seu roteador, neste caso, vamos no navegador e digitamos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 192.168.0.254&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora temos acesso a configuração do roteador :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos em '''System''' -&amp;gt; Em firmware, vamos dar upload do arquivo factory baixado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes por alguma razão mágica não conseguimos fazer o upload do arquivo. Uma boa tentativa é renomear o arquivo para um nome com menos caracteres e tentar novamente. No caso só funcionou após mudar o nome para 1.bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de subir o firmware você acessa novamente pelo brownser:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 http://thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos estabelecer o nome do sistema:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma questão importante que a o libre mesh associa ao nome da rede SSID com o prefixo do seu IP. Não tem uma forma fácil de resolver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que entrar no roteador a partir da linha de comando para poder fazer isso, pois se fizer isso pelo brownser não vai funcionar pois não vai mudar o endereço ip da rede. Dá certo, mas pode dar problema para conectar com um servidor local, para trocar arquivos e etc…&lt;br /&gt;
Para conectar via linha de comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ssh root@thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modificamos dois parametros no arquivo:&lt;br /&gt;
vi /etc/config/lime-defaults&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E modificamos o nome da rede nesses dois parâmetros:&lt;br /&gt;
	option ap_ssid 'NomeDaSuaRede'                     &lt;br /&gt;
	option apname_ssid 'NomeDaSuaRede/%H' &lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cozinhar o nome com o o cooker já com o nome da comunidade.&lt;br /&gt;
Ou mudar o artigo de configuração no lime.config – para fazer em todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o cooker você consegue fazer um arquivo que vai instalar as informações da sua rede comunitária para todos os computadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(não consegui fazer a documentação dessa parte)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Glossário: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;openWRT&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;roteador direcional&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;link longa distância&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;porta LAN&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;cabo de rede&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; github &lt;br /&gt;
: Definfição: é um local onde as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;SDK&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;chipset&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;debian&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;hash&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=127</id>
		<title>Instalação firmware nos roteadores</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=127"/>
		<updated>2018-03-16T17:21:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Para fazermos uma rede mesh, primeiro devemos pensar e desenhar essa rede. Com equipamentos necessários em mãos, vamos começar substituindo os firmwares (espécie de sistemas que rodam dentro dos roteadores) proprietários e com limitações para a criação da rede mesh. Vamos substituir por um sistema baseado em openwrt que é um sistema livre que nos permitirá a criação da rede mesh utilizando roteadores comuns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos baixar o firmware em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Tem que tentar vários sistemas as vezes até instalar um firmware que vai funcionar legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse firmware é baseado em '''openwrt''', uma vez no altermundi, vamos colocar as características (fabricante, modelo, etc) do nosso equipamento e da rede que estamos criando. Se nessa rede estivermos usando mais de um modelo de equipamento, vamos descrever todos lá e vai baixar um arquivo para cada tipo de equipamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos roteadores que instalando aqui não está no mercado. Os fabricantes foram mudando o firmware agora vem numa versão já atualizada que não permite a substituição do firmware de fábrica. Então tem que achar na internet o antigo firmware dele mesmo para instalar uma versão de firmware mais antiga (podemos chamar de downgrade?) permitindo assim a instalação de um firmware diferente no caso nosso firmware baseado em openWRT ou seja um firmware livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso vai melhorar com o LibreRouter! Que será um roteador livre ou seja um hardware livre que não terá uma limitação de uso em seu software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Importante''': Quando forem comprar roteador pesquisar por modelos que rodem openwrt e libremesh. O Ideal seria podermos usar qualquer um, mas muitos roteadores não tem memória suficiente (tipo o 740 e o 741), você consegue por só um pequeno pacote. (que você precisa vem marcado como mini ou 0.  - anotei isso mas não entendi, alguém pode melhorar essa explicação?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos fazer um cadastro no chef e ver como funciona:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como conectamos esses roteadores?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você quiser conectar a escola até a praça que fica a 3km, então precisamos de um roteador direcional (vai para frente o sinal, para onde apontarmos), e tem a opção de link a distância, tem potência mais alta que outros, e só quem tiver mais longe conecta nele. Para planejar a rede tem que saber qual equipamento ideal para usar em cada situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos substituir o firmware de um roteador da TP-LINK que está com o firmware instalado de fábrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos usando: modelo: CPE210 da TP-LINK – Pharos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Roteador vai ser conectado na energia elétrica via cabo de rede. Prestar atenção para não queimar. Voltagem 24V – 1A. Vai conectado o '''cabo de rede''' '''na porta: LAN0 (POE IN)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação da instalação do openWRT no roteador TP-LINK - modelo: CPE210 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A documentação abaixo foi toda feita utilizando Debian Stretch.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai no chef.altermundi e coloca o modelo do aparelho. Se você já tiver informação da rede que vai ser feita, você já pode colocar. Mas se não colocar ele vem com um padrão para você alterar posteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''altermundi''' é uma interface entre os desenvolvedores e as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Openwrt''' – te permite instalar o '''libremesh''' mas o foco do projeto é ser um '''sistema livre para roteador'''. Distribuição livre para roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Libremesh''' – é para fazer uma rede '''automagicamente''' usando o openwrt'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://chef.libremesh.org/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preenchemos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Distribution''': Libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Router Model''': CPE210&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
Network Profile''': &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o chef não estava funcionando entramos no:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Github''' – onde um dos projetos hospedados é o libremesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; github &lt;br /&gt;
: Definfição: é um local onde as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O chef altermundi é uma ferramenta de construção de firmware livre para roteadores, ele é alimentado pelo github.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entramos no repositório:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://github.com/libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem quiser mexer no '''SDK''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai '''target''' –&amp;gt; profile → '''flavour'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual o '''chipset''' do equipamento. O libremesh fala para você. Precisa saber o tipo de processador para criar o firmware. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''flavour''' é completa, mini ou com ambiente gráfico ou só linha de comando. No nosso caso colocamos completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''SDK''' é tudo explicadinho passo a passo. Para '''cozinhar''' na própria máquina. (por favor definiam cozinhar)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O objetivo é substituir o sistema operacional do equipamento, pode-se fazer de várias formas, as vezes está pronto e é fácil e quando não tá pronto é que se faz o processo aí de cima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apareceram várias opções para download no chef.libremesh:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Created files&lt;br /&gt;
 build-253f9528397d7e3.log&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-factory.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-sysupgrade.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-device-cpe210-220.manifest&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-root.squashfs&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-uImage-lzma.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux-lzma.elf&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.elf&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.lzma&lt;br /&gt;
 sha256sums&lt;br /&gt;
 sha256sums.sig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Provavelmente vamos usar um arquivo '''.bin''' para substituir o firmware de nosso roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diferença das primeiras duas opções de download .bin são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Factory&lt;br /&gt;
: Se o roteador esta com o firmware de fábrica se usa o factory. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Sysupgrade&lt;br /&gt;
: Se você já mexeu no firmware no do seu roteador e vai só atualizar você usa o sysupgrade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos o download do '''factory''', já que nosso roteador estava com firmware original. O factory abre as portas para poder fazer a substituição do firmare proprietário para o firmware livre baseado em openWRT, compilado especificamente para a marca e modelo de seu roteador para assim ser possível fazermos a rede mesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disso temos que verificar o download! Muito importante por pelo menos 2 motivos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- garantir que o arquivo que baixou foi baixado com integridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- para confirmar origem do arquivo! Sua autenticidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ele está com o firmware original baixamos as 2 versões tanto a factory quanto a sysupgrade (essa informação conflita com a de 4 parágrafos acima, alguém pode revisar?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colocamos um cabo de rede no POE para alimentar ele com energia! Como tinha fonte ligamos no POE da fonte e no POE do roteador, e ligamos com outro cabo de rede na porta LAN do computador para o roteador também na porta LAN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pega no manual do roteador como faz para conectar, para fazer a configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos editar conexões -&amp;gt; na configuração de rede seleciona conexão por cabo→ troca método para manual → configurações IPV4&lt;br /&gt;
em endereço colocar: 192.168.0.10&lt;br /&gt;
Na mascara de rede pode ser: 24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos entrar no roteador agora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brownser, ver no manual do seu roteador no caso:&lt;br /&gt;
192.168.0.254&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após entrar na configuraçao do roteador :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conferimos o arquivo ocm o hash dele, que estava disponível no chef!&lt;br /&gt;
Ele confere se o arquivo é exatamente igual o que você queria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No windows vamos em ehternet → status → propriedades → vai em protocolo IP vercao (TCP/IPV4) → muda para manual → 192.168.0.10&lt;br /&gt;
depois &lt;br /&gt;
255.255.255.0&lt;br /&gt;
Ok&lt;br /&gt;
Vai no nabegador &lt;br /&gt;
192.168.0.254&lt;br /&gt;
Continua da mesma forma que no Debian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai em System &lt;br /&gt;
Lá vai em firmware e der upload no arquivo factory baixado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes por alguma razão mágica não conseguimos fazer o upload do arquivo. Vale renomear o arquivo para um nome com menos caracteres e tentar novamente. No meu caso só funcionou após mudar o nome para 1.bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de subir o firmware você acessa novamente pelo brownser:&lt;br /&gt;
http://thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos estabelecer o nome do sistema:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma questão importante que a o libre mesh associa ao nome da rede SSID com o prefixo do seu IP. Não tem uma forma fácil de resolver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que entrar no roteador a partir da linha de comando para poder fazer isso, pois se fizer isso pelo brownser não vai funcionar pois não vai mudar o endereço ip da rede. Dá certo, mas pode dar problema para conectar com um servidor local, para trocar arquivos e etc…&lt;br /&gt;
Para conectar via linha de comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ssh root@thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modificamos dois parametros no arquivo:&lt;br /&gt;
vi /etc/config/lime-defaults&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E modificamos o nome da rede nesses dois parâmetros:&lt;br /&gt;
	option ap_ssid 'NomeDaSuaRede'                     &lt;br /&gt;
	option apname_ssid 'NomeDaSuaRede/%H' &lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cozinhar o nome com o o cooker já com o nome da comunidade.&lt;br /&gt;
Ou mudar o artigo de configuração no lime.config – para fazer em todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o cooker você consegue fazer um arquivo que vai instalar as informações da sua rede comunitária para todos os computadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(não consegui fazer a documentação dessa parte)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Glossário: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;openWRT&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;roteador direcional&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;link longa distância&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;porta LAN&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;cabo de rede&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; github &lt;br /&gt;
: Definfição: é um local onde as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;SDK&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;chipset&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=126</id>
		<title>Instalação firmware nos roteadores</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=126"/>
		<updated>2018-03-16T14:24:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Instalação Firmware. ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos baixar o firmware em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Tem que tentar vários sistemas as vezes até instalar um firmware que vai funcionar legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse firmware é baseado em '''openwrt''', uma vez no altermundi, vamos colocar as características (fabricante, modelo, etc) do nosso equipamento e da rede que estamos criando. Se nessa rede estivermos usando mais de um modelo de equipamento, vamos descrever todos lá e vai baixar um arquivo para cada tipo de equipamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos roteadores que instalando aqui não está no mercado. Os fabricantes foram mudando o firmware agora vem numa versão já atualizada que não permite a substituição do firmware de fábrica. Então tem que achar na internet o antigo firmware dele mesmo para instalar uma versão de firmware mais antiga (podemos chamar de downgrade?) permitindo assim a instalação de um firmware diferente no caso nosso firmware baseado em openWRT ou seja um firmware livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso vai melhorar com o LibreRouter! Que será um roteador livre ou seja um hardware livre que não terá uma limitação de uso em seu software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Importante''': Quando forem comprar roteador pesquisar por modelos que rodem openwrt e libremesh. O Ideal seria podermos usar qualquer um, mas muitos roteadores não tem memória suficiente (tipo o 740 e o 741), você consegue por só um pequeno pacote. (que você precisa vem marcado como mini ou 0.  - anotei isso mas não entendi, alguém pode melhorar essa explicação?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos fazer um cadastro no chef e ver como funciona:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como conectamos esses roteadores?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você quiser conectar a escola até a praça que fica a 3km, então precisamos de um roteador direcional (vai para frente o sinal, para onde apontarmos), e tem a opção de link a distância, tem potência mais alta que outros, e só quem tiver mais longe conecta nele. Para planejar a rede tem que saber qual equipamento ideal para usar em cada situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos substituir o firmware de um roteador da TP-LINK que está com o firmware instalado de fábrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos usando: modelo: CPE210 da TP-LINK – Pharos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Roteador vai ser conectado na energia elétrica via cabo de rede. Prestar atenção para não queimar. Voltagem 24V – 1A. Vai conectado o '''cabo de rede''' '''na porta: LAN0 (POE IN)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação da instalação do openWRT no roteador TP-LINK - modelo: CPE210 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A documentação abaixo foi toda feita utilizando Debian Stretch.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai no chef.altermundi e coloca o modelo do aparelho. Se você já tiver informação da rede que vai ser feita, você já pode colocar. Mas se não colocar ele vem com um padrão para você alterar posteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''altermundi''' é uma interface entre os desenvolvedores e as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Openwrt''' – te permite instalar o '''libremesh''' mas o foco do projeto é ser um '''sistema livre para roteador'''. Distribuição livre para roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Libremesh''' – é para fazer uma rede '''automagicamente''' usando o openwrt'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://chef.libremesh.org/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preenchemos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Distribution''': Libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Router Model''': CPE210&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
Network Profile''': &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o chef não estava funcionando entramos no:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Github''' – onde um dos projetos hospedados é o libremesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; github &lt;br /&gt;
: Definfição: é um local onde as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O chef altermundi é uma ferramenta de construção de firmware livre para roteadores, ele é alimentado pelo github.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entramos no repositório:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://github.com/libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem quiser mexer no '''SDK''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai '''target''' –&amp;gt; profile → '''flavour'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual o '''chipset''' do equipamento. O libremesh fala para você. Precisa saber o tipo de processador para criar o firmware. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''flavour''' é completa, mini ou com ambiente gráfico ou só linha de comando. No nosso caso colocamos completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''SDK''' é tudo explicadinho passo a passo. Para '''cozinhar''' na própria máquina. (por favor definiam cozinhar)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O objetivo é substituir o sistema operacional do equipamento, pode-se fazer de várias formas, as vezes está pronto e é fácil e quando não tá pronto é que se faz o processo aí de cima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apareceram várias opções para download no chef.libremesh:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Created files&lt;br /&gt;
 build-253f9528397d7e3.log&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-factory.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-sysupgrade.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-device-cpe210-220.manifest&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-root.squashfs&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-uImage-lzma.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux-lzma.elf&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.elf&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.lzma&lt;br /&gt;
 sha256sums&lt;br /&gt;
 sha256sums.sig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Provavelmente vamos usar .bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a diferença das primeiras duas opções são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o roteador esta com o firmware de fábrica se usa o factory. Se você já mexeu no firmware no do seu roteador e vai só atualizar você usa o sysupgrade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos o download do factory, já que nosso roteador estava com firmware original. (ele abre as portas para poder fazer a instalação final do firmare para rede mesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disso temos que verificar o download! Muito importante por pelo menos 2 motivos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- garantir que o arquivo que baixou foi baixado com integridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- para confirmar origem do arquivo! Sua autenticidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ele está com o firmware original baixamos as 2 versões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colocmos um cabo de rede no POE para alimentar ele com energia! Como tinha fonte ligamos no POE da fonte e no POE do roteador, e ligamos com outro cabo de rede na porta LAN do computador para o roteador também na porta LAN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pega no manual do roteador como faz para conectar, para fazer a configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos editar conexões -&amp;gt; na configuração de rede seleciona conexão por cabo→ troca método para manual → configurações IPV4&lt;br /&gt;
em endereço colocar: 192.168.0.10&lt;br /&gt;
Na mascara de rede pode ser: 24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos entrar no roteador agora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brownser, ver no manual do seu roteador no caso:&lt;br /&gt;
192.168.0.254&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após entrar na configuraçao do roteador :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conferimos o arquivo ocm o hash dele, que estava disponível no chef!&lt;br /&gt;
Ele confere se o arquivo é exatamente igual o que você queria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No windows vamos em ehternet → status → propriedades → vai em protocolo IP vercao (TCP/IPV4) → muda para manual → 192.168.0.10&lt;br /&gt;
depois &lt;br /&gt;
255.255.255.0&lt;br /&gt;
Ok&lt;br /&gt;
Vai no nabegador &lt;br /&gt;
192.168.0.254&lt;br /&gt;
Continua da mesma forma que no Debian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai em System &lt;br /&gt;
Lá vai em firmware e der upload no arquivo factory baixado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes por alguma razão mágica não conseguimos fazer o upload do arquivo. Vale renomear o arquivo para um nome com menos caracteres e tentar novamente. No meu caso só funcionou após mudar o nome para 1.bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de subir o firmware você acessa novamente pelo brownser:&lt;br /&gt;
http://thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos estabelecer o nome do sistema:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma questão importante que a o libre mesh associa ao nome da rede SSID com o prefixo do seu IP. Não tem uma forma fácil de resolver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que entrar no roteador a partir da linha de comando para poder fazer isso, pois se fizer isso pelo brownser não vai funcionar pois não vai mudar o endereço ip da rede. Dá certo, mas pode dar problema para conectar com um servidor local, para trocar arquivos e etc…&lt;br /&gt;
Para conectar via linha de comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ssh root@thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modificamos dois parametros no arquivo:&lt;br /&gt;
vi /etc/config/lime-defaults&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E modificamos o nome da rede nesses dois parâmetros:&lt;br /&gt;
	option ap_ssid 'NomeDaSuaRede'                     &lt;br /&gt;
	option apname_ssid 'NomeDaSuaRede/%H' &lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cozinhar o nome com o o cooker já com o nome da comunidade.&lt;br /&gt;
Ou mudar o artigo de configuração no lime.config – para fazer em todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o cooker você consegue fazer um arquivo que vai instalar as informações da sua rede comunitária para todos os computadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(não consegui fazer a documentação dessa parte)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Glossário: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;openWRT&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;roteador direcional&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;link longa distância&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;porta LAN&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;cabo de rede&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; github &lt;br /&gt;
: Definfição: é um local onde as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;SDK&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;chipset&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=125</id>
		<title>Instalação firmware nos roteadores</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=125"/>
		<updated>2018-03-16T13:55:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Instalação Firmware. ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos baixar o firmware em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Tem que tentar vários sistemas as vezes até instalar um firmware que vai funcionar legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse firmware é baseado em '''openwrt''', uma vez no altermundi, vamos colocar as características (fabricante, modelo, etc) do nosso equipamento e da rede que estamos criando. Se nessa rede estivermos usando mais de um modelo de equipamento, vamos descrever todos lá e vai baixar um arquivo para cada tipo de equipamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos roteadores que instalando aqui não está no mercado. Os fabricantes foram mudando o firmware agora vem numa versão já atualizada que não permite a substituição do firmware de fábrica. Então tem que achar na internet o antigo firmware dele mesmo para instalar uma versão de firmware mais antiga (podemos chamar de downgrade?) permitindo assim a instalação de um firmware diferente no caso nosso firmware baseado em openWRT ou seja um firmware livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso vai melhorar com o LibreRouter! Que será um roteador livre ou seja um hardware livre que não terá uma limitação de uso em seu software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Importante''': Quando forem comprar roteador pesquisar por modelos que rodem openwrt e libremesh. O Ideal seria podermos usar qualquer um, mas muitos roteadores não tem memória suficiente (tipo o 740 e o 741), você consegue por só um pequeno pacote. (que você precisa vem marcado como mini ou 0.  - anotei isso mas não entendi, alguém pode melhorar essa explicação?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos fazer um cadastro no chef e ver como funciona:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como conectamos esses roteadores?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você quiser conectar a escola até a praça que fica a 3km, então precisamos de um roteador direcional (vai para frente o sinal, para onde apontarmos), e tem a opção de link a distância, tem potência mais alta que outros, e só quem tiver mais longe conecta nele. Para planejar a rede tem que saber qual equipamento ideal para usar em cada situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos substituir o firmware de um roteador da TP-LINK que está com o firmware instalado de fábrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos usando: modelo: CPE210 da TP-LINK – Pharos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Roteador vai ser conectado na energia elétrica via cabo de rede. Prestar atenção para não queimar. Voltagem 24V – 1A. Vai conectado o '''cabo de rede''' '''na porta: LAN0 (POE IN)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação da instalação do openWRT no roteador TP-LINK - modelo: CPE210 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A documentação abaixo foi toda feita utilizando Debian Stretch.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai no chef.altermundi e coloca o modelo do aparelho. Se você já tiver informação da rede que vai ser feita, você já pode colocar. Mas se não colocar ele vem com um padrão para você alterar posteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''altermundi''' é uma interface entre os desenvolvedores e as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Openwrt''' – te permite instalar o '''libremesh''' mas o foco do projeto é ser um '''sistema livre para roteador'''. Distribuição livre para roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Libremesh''' – é para fazer uma rede '''automagicamente''' usando o openwrt'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://chef.libremesh.org/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preenchemos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Distribution''': Libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Router Model''': CPE210&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
Network Profile''': &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o chef não estava funcionando entramos no:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Github''' – onde um dos projetos hospedados é o libremesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; github &lt;br /&gt;
: Definfição: é um local onde as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O chef altermundi é uma ferramenta de construção de firmware livre para roteadores, ele é alimentado pelo github.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entramos no repositório:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://github.com/libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem quiser mexer no '''SDK''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai '''target''' –&amp;gt; profile → '''flavour'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual o '''chipset''' do equipamento. O libremesh fala para você. Precisa saber o tipo de processador para criar o firmware. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''flavour''' é completa, mini ou com ambiente gráfico ou só linha de comando. No nosso caso colocamos completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''SDK''' é tudo explicadinho passo a passo. Para '''cozinhar''' na própria máquina. (por favor definiam cozinhar)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O objetivo é substituir o sistema operacional do equipamento, pode-se fazer de várias formas, as vezes está pronto e é fácil e quando não tá pronto é que se faz o processo aí de cima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apareceram várias opções para download no chef.libremesh:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Created files&lt;br /&gt;
 build-253f9528397d7e3.log&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-factory.bin&lt;br /&gt;
 lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-sysupgrade.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-device-cpe210-220.manifest&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-root.squashfs&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-uImage-lzma.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux-lzma.elf&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.elf&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.lzma&lt;br /&gt;
sha256sums&lt;br /&gt;
sha256sums.sig&lt;br /&gt;
Provavelmente vamos usar .bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a diferença das primeiras duas opções são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o roteador esta com o firmware de fábrica se usa o factory. Se você já mexeu no firmware no do seu roteador e vai só atualizar você usa o sysupgrade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos o download do factory, já que nosso roteador estava com firmware original. (ele abre as portas para poder fazer a instalação final do firmare para rede mesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disso temos que verificar o download! Muito importante por pelo menos 2 motivos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- garantir que o arquivo que baixou foi baixado com integridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- para confirmar origem do arquivo! Sua autenticidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ele está com o firmware original baixamos as 2 versões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colocmos um cabo de rede no POE para alimentar ele com energia! Como tinha fonte ligamos no POE da fonte e no POE do roteador, e ligamos com outro cabo de rede na porta LAN do computador para o roteador também na porta LAN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pega no manual do roteador como faz para conectar, para fazer a configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos editar conexões -&amp;gt; na configuração de rede seleciona conexão por cabo→ troca método para manual → configurações IPV4&lt;br /&gt;
em endereço colocar: 192.168.0.10&lt;br /&gt;
Na mascara de rede pode ser: 24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos entrar no roteador agora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brownser, ver no manual do seu roteador no caso:&lt;br /&gt;
192.168.0.254&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após entrar na configuraçao do roteador :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conferimos o arquivo ocm o hash dele, que estava disponível no chef!&lt;br /&gt;
Ele confere se o arquivo é exatamente igual o que você queria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No windows vamos em ehternet → status → propriedades → vai em protocolo IP vercao (TCP/IPV4) → muda para manual → 192.168.0.10&lt;br /&gt;
depois &lt;br /&gt;
255.255.255.0&lt;br /&gt;
Ok&lt;br /&gt;
Vai no nabegador &lt;br /&gt;
192.168.0.254&lt;br /&gt;
Continua da mesma forma que no Debian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai em System &lt;br /&gt;
Lá vai em firmware e der upload no arquivo factory baixado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes por alguma razão mágica não conseguimos fazer o upload do arquivo. Vale renomear o arquivo para um nome com menos caracteres e tentar novamente. No meu caso só funcionou após mudar o nome para 1.bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de subir o firmware você acessa novamente pelo brownser:&lt;br /&gt;
http://thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos estabelecer o nome do sistema:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma questão importante que a o libre mesh associa ao nome da rede SSID com o prefixo do seu IP. Não tem uma forma fácil de resolver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que entrar no roteador a partir da linha de comando para poder fazer isso, pois se fizer isso pelo brownser não vai funcionar pois não vai mudar o endereço ip da rede. Dá certo, mas pode dar problema para conectar com um servidor local, para trocar arquivos e etc…&lt;br /&gt;
Para conectar via linha de comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ssh root@thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modificamos dois parametros no arquivo:&lt;br /&gt;
vi /etc/config/lime-defaults&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E modificamos o nome da rede nesses dois parâmetros:&lt;br /&gt;
	option ap_ssid 'NomeDaSuaRede'                     &lt;br /&gt;
	option apname_ssid 'NomeDaSuaRede/%H' &lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cozinhar o nome com o o cooker já com o nome da comunidade.&lt;br /&gt;
Ou mudar o artigo de configuração no lime.config – para fazer em todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o cooker você consegue fazer um arquivo que vai instalar as informações da sua rede comunitária para todos os computadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(não consegui fazer a documentação dessa parte)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Glossário: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;openWRT&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;roteador direcional&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;link longa distância&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;porta LAN&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;cabo de rede&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; github &lt;br /&gt;
: Definfição: é um local onde as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;SDK&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;chipset&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=124</id>
		<title>Instalação firmware nos roteadores</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=124"/>
		<updated>2018-03-16T12:31:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Instalação Firmware. ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos baixar o firmware em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Tem que tentar vários sistemas as vezes até instalar um firmware que vai funcionar legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse firmware é baseado em '''openwrt''', uma vez no altermundi, vamos colocar as características (fabricante, modelo, etc) do nosso equipamento e da rede que estamos criando. Se nessa rede estivermos usando mais de um modelo de equipamento, vamos descrever todos lá e vai baixar um arquivo para cada tipo de equipamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos roteadores que instalando aqui não está no mercado. Os fabricantes foram mudando o firmware agora vem numa versão já atualizada que não permite a substituição do firmware de fábrica. Então tem que achar na internet o antigo firmware dele mesmo para instalar uma versão de firmware mais antiga (podemos chamar de downgrade?) permitindo assim a instalação de um firmware diferente no caso nosso firmware baseado em openWRT ou seja um firmware livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso vai melhorar com o LibreRouter! Que será um roteador livre ou seja um hardware livre que não terá uma limitação de uso em seu software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Importante''': Quando forem comprar roteador pesquisar por modelos que rodem openwrt e libremesh. O Ideal seria podermos usar qualquer um, mas muitos roteadores não tem memória suficiente (tipo o 740 e o 741), você consegue por só um pequeno pacote. (que você precisa vem marcado como mini ou 0.  - anotei isso mas não entendi, alguém pode melhorar essa explicação?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos fazer um cadastro no chef e ver como funciona:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como conectamos esses roteadores?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você quiser conectar a escola até a praça que fica a 3km, então precisamos de um roteador direcional (vai para frente o sinal, para onde apontarmos), e tem a opção de link a distância, tem potência mais alta que outros, e só quem tiver mais longe conecta nele. Para planejar a rede tem que saber qual equipamento ideal para usar em cada situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos substituir o firmware de um roteador da TP-LINK que está com o firmware instalado de fábrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos usando: modelo: CPE210 da TP-LINK – Pharos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Roteador vai ser conectado na energia elétrica via cabo de rede. Prestar atenção para não queimar. Voltagem 24V – 1A. Vai conectado o '''cabo de rede''' '''na porta: LAN0 (POE IN)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Documentação da instalação do openWRT no roteador TP-LINK - modelo: CPE210 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A documentação abaixo foi toda feita utilizando Debian Stretch.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai no chef.altermundi e coloca o modelo do aparelho. Se você já tiver informação da rede que vai ser feita, você já pode colocar. Mas se não colocar ele vem com um padrão para você alterar posteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''altermundi''' é uma interface entre os desenvolvedores e as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Openwrt''' – te permite instalar o '''libremesh''' mas o foco do projeto é ser um '''sistema livre para roteador'''. Distribuição livre para roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Libremesh''' – é para fazer uma rede '''automagicamente''' usando o openwrt'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://chef.libremesh.org/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preenchemos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Distribution''': Libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Router Model''': CPE210&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
Network Profile''': &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o chef não estava funcionando entramos no:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Github''' – onde um dos projetos hospedados é o libremesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; github &lt;br /&gt;
: Definfição: é um local onde as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O chef altermundi é uma ferramenta de construção de firmware livre para roteadores, ele é alimentado pelo github.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entramos no repositório:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://github.com/libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem quiser mexer no '''SDK''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai '''target''' –&amp;gt; profile → '''flavour'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual o '''chipset''' do equipamento. O libremesh fala para você. Precisa saber o tipo de processador para criar o firmware. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''flavour''' é completa, mini ou com ambiente gráfico ou só linha de comando. No nosso caso colocamos completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''SDK''' é tudo explicadinho passo a passo. Para '''cozinhar''' na própria máquina. (por favor definiam cozinhar)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O objetivo é substituir o sistema operacional do equipamento, pode-se fazer de várias formas, as vezes está pronto e é fácil e quando não tá pronto é que se faz o processo aí de cima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apareceram várias opções para download no chef.libremesh:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Created files&lt;br /&gt;
build-253f9528397d7e3.log&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-factory.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-sysupgrade.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-device-cpe210-220.manifest&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-root.squashfs&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-uImage-lzma.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux-lzma.elf&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.elf&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.lzma&lt;br /&gt;
sha256sums&lt;br /&gt;
sha256sums.sig&lt;br /&gt;
Provavelmente vamos usar .bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a diferença das primeiras duas opções são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o roteador esta com o firmware de fábrica se usa o factory. Se você já mexeu no firmware no do seu roteador e vai só atualizar você usa o sysupgrade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos o download do factory, já que nosso roteador estava com firmware original. (ele abre as portas para poder fazer a instalação final do firmare para rede mesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disso temos que verificar o download! Muito importante por pelo menos 2 motivos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- garantir que o arquivo que baixou foi baixado com integridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- para confirmar origem do arquivo! Sua autenticidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ele está com o firmware original baixamos as 2 versões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colocmos um cabo de rede no POE para alimentar ele com energia! Como tinha fonte ligamos no POE da fonte e no POE do roteador, e ligamos com outro cabo de rede na porta LAN do computador para o roteador também na porta LAN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pega no manual do roteador como faz para conectar, para fazer a configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos editar conexões -&amp;gt; na configuração de rede seleciona conexão por cabo→ troca método para manual → configurações IPV4&lt;br /&gt;
em endereço colocar: 192.168.0.10&lt;br /&gt;
Na mascara de rede pode ser: 24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos entrar no roteador agora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brownser, ver no manual do seu roteador no caso:&lt;br /&gt;
192.168.0.254&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após entrar na configuraçao do roteador :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conferimos o arquivo ocm o hash dele, que estava disponível no chef!&lt;br /&gt;
Ele confere se o arquivo é exatamente igual o que você queria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No windows vamos em ehternet → status → propriedades → vai em protocolo IP vercao (TCP/IPV4) → muda para manual → 192.168.0.10&lt;br /&gt;
depois &lt;br /&gt;
255.255.255.0&lt;br /&gt;
Ok&lt;br /&gt;
Vai no nabegador &lt;br /&gt;
192.168.0.254&lt;br /&gt;
Continua da mesma forma que no Debian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai em System &lt;br /&gt;
Lá vai em firmware e der upload no arquivo factory baixado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes por alguma razão mágica não conseguimos fazer o upload do arquivo. Vale renomear o arquivo para um nome com menos caracteres e tentar novamente. No meu caso só funcionou após mudar o nome para 1.bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de subir o firmware você acessa novamente pelo brownser:&lt;br /&gt;
http://thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos estabelecer o nome do sistema:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma questão importante que a o libre mesh associa ao nome da rede SSID com o prefixo do seu IP. Não tem uma forma fácil de resolver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que entrar no roteador a partir da linha de comando para poder fazer isso, pois se fizer isso pelo brownser não vai funcionar pois não vai mudar o endereço ip da rede. Dá certo, mas pode dar problema para conectar com um servidor local, para trocar arquivos e etc…&lt;br /&gt;
Para conectar via linha de comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ssh root@thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modificamos dois parametros no arquivo:&lt;br /&gt;
vi /etc/config/lime-defaults&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E modificamos o nome da rede nesses dois parâmetros:&lt;br /&gt;
	option ap_ssid 'NomeDaSuaRede'                     &lt;br /&gt;
	option apname_ssid 'NomeDaSuaRede/%H' &lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cozinhar o nome com o o cooker já com o nome da comunidade.&lt;br /&gt;
Ou mudar o artigo de configuração no lime.config – para fazer em todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o cooker você consegue fazer um arquivo que vai instalar as informações da sua rede comunitária para todos os computadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(não consegui fazer a documentação dessa parte)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Glossário: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;openWRT&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;roteador direcional&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;link longa distância&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;porta LAN&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;cabo de rede&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; github &lt;br /&gt;
: Definfição: é um local onde as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;SDK&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;chipset&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=123</id>
		<title>Instalação firmware nos roteadores</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=123"/>
		<updated>2018-03-16T11:44:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Instalação Firmware.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos baixar o firmware em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Tem que tentar vários sistemas as vezes até instalar um firmware que vai funcionar legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse firmware é baseado em '''openwrt''', uma vez no altermundi, vamos colocar as características (fabricante, modelo, etc) do nosso equipamento e da rede que estamos criando. Se nessa rede estivermos usando mais de um modelo de equipamento, vamos descrever todos lá e vai baixar um arquivo para cada tipo de equipamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos roteadores que instalando aqui não está no mercado. Os fabricantes foram mudando o firmware agora vem numa versão já atualizada que não permite instalação de outros firmware. Então tem que achar na internet o antigo firmware dele mesmo para instalar uma versão de firmware mais antiga (podemos chamar de downgrade?) permitindo assim a instalação de um firmware diferente no caso nosso firmware baseado em openWRT ou seja um firmware livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso vai melhorar com o LibreRouter! Que será um roteador livre ou seja um hardware livre que não terá uma limitação de uso em seu software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Importante''': Quando forem comprar roteador pesquisar por modelos que rodem openwrt e libremesh. O Ideal seria podermos usar qualquer um, mas muitos roteadores não tem memória suficiente (tipo o 740 e o 741), você consegue por só um pequeno pacote. (que você precisa vem marcado como mini ou 0.  - anotei isso mas não entendi, alguém pode melhorar essa explicação?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos fazer um cadastro no chef e ver como funciona:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como conectamos esses roteadores?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você quiser conectar a escola até a praça que fica a 3km, então precisamos de um roteador direcional (vai para frente o sinal, para onde apontarmos), opção de link a distancia, e tem potencia mais alta que outros, só quem tiver mais longe conecta nele. Planeja rede tem que saber qual equipamento você usa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos usar esse pois tem o firmware de fábrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse roteador que estamos usando: modelo: CPE210 da TP-LINK – Pharos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Roteador vai ser conectado na energia elétrica via cabo de rede. Prestar atenção para não queimar. Voltagem 24V – 1A. Vai conectado o cabo de rede na porta: LAN0 (POE IN)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A documentação abaixo foi toda feita em cima de um computador com Debian Stretch.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai no chef.altermundi e coloca o modelo do aparelho. Se você já tiver informação da rede que vai ser feita, você já pode colocar. Mas se não colocar ele vem com um padrão para você alterar posteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O altermundi é uma interface entre os desenvolvedores e as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
Openwrt – te permite instalar o libremesh mas o foco do projeot é ser um sistema livre para roteador. Distribuição livre para o roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Libremesh – O libremesh é para fazer uma rede automagicamente usando o openwrt.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://chef.libremesh.org/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preenchemos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Distribution: Libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Router Model: CPE210&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Network Profile: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entramos no:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Github – um dos projetos hospedados é o libremesh&lt;br /&gt;
github – as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o chef altermundi é uma ferramenta de construção de firmware para roteadores, ele é alimentado pelo github.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entramos no repositório:&lt;br /&gt;
https://github.com/libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem quiser mexer no SDK – Vai target –&amp;gt; profile → flavor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual o chipset do equipamento. O libremesh fala você. Precisa saber o tipo de processador para criar. O sabor é completa, mini ou com ambiente gráfico ou só linha de comando. O SDK a tudo explicadinho passo a passo. Para cozinhar na própria máquina.&lt;br /&gt;
O objetivo é substituir o sistema operacional do equipamento, pode fazer de varias formas, as vezes está pronto e é fácil e quando não tá pronto é que se faz o processo aí por cima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apareceram várias opções para download no chef.libremesh:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Created files&lt;br /&gt;
build-253f9528397d7e3.log&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-factory.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-sysupgrade.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-device-cpe210-220.manifest&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-root.squashfs&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-uImage-lzma.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux-lzma.elf&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.elf&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.lzma&lt;br /&gt;
sha256sums&lt;br /&gt;
sha256sums.sig&lt;br /&gt;
Provavelmente vamos usar .bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a diferença das primeiras duas opções são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o roteador esta com o firmware de fábrica se usa o factory. Se você já mexeu no firmware no do seu roteador e vai só atualizar você usa o sysupgrade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos o download do factory, já que nosso roteador estava com firmware original. (ele abre as portas para poder fazer a instalação final do firmare para rede mesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disso temos que verificar o download! Muito importante por pelo menos 2 motivos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- garantir que o arquivo que baixou foi baixado com integridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- para confirmar origem do arquivo! Sua autenticidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ele está com o firmware original baixamos as 2 versões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colocmos um cabo de rede no POE para alimentar ele com energia! Como tinha fonte ligamos no POE da fonte e no POE do roteador, e ligamos com outro cabo de rede na porta LAN do computador para o roteador também na porta LAN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pega no manual do roteador como faz para conectar, para fazer a configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos editar conexões -&amp;gt; na configuração de rede seleciona conexão por cabo→ troca método para manual → configurações IPV4&lt;br /&gt;
em endereço colocar: 192.168.0.10&lt;br /&gt;
Na mascara de rede pode ser: 24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos entrar no roteador agora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brownser, ver no manual do seu roteador no caso:&lt;br /&gt;
192.168.0.254&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após entrar na configuraçao do roteador :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conferimos o arquivo ocm o hash dele, que estava disponível no chef!&lt;br /&gt;
Ele confere se o arquivo é exatamente igual o que você queria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No windows vamos em ehternet → status → propriedades → vai em protocolo IP vercao (TCP/IPV4) → muda para manual → 192.168.0.10&lt;br /&gt;
depois &lt;br /&gt;
255.255.255.0&lt;br /&gt;
Ok&lt;br /&gt;
Vai no nabegador &lt;br /&gt;
192.168.0.254&lt;br /&gt;
Continua da mesma forma que no Debian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai em System &lt;br /&gt;
Lá vai em firmware e der upload no arquivo factory baixado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes por alguma razão mágica não conseguimos fazer o upload do arquivo. Vale renomear o arquivo para um nome com menos caracteres e tentar novamente. No meu caso só funcionou após mudar o nome para 1.bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de subir o firmware você acessa novamente pelo brownser:&lt;br /&gt;
http://thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos estabelecer o nome do sistema:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma questão importante que a o libre mesh associa ao nome da rede SSID com o prefixo do seu IP. Não tem uma forma fácil de resolver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que entrar no roteador a partir da linha de comando para poder fazer isso, pois se fizer isso pelo brownser não vai funcionar pois não vai mudar o endereço ip da rede. Dá certo, mas pode dar problema para conectar com um servidor local, para trocar arquivos e etc…&lt;br /&gt;
Para conectar via linha de comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ssh root@thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modificamos dois parametros no arquivo:&lt;br /&gt;
vi /etc/config/lime-defaults&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E modificamos o nome da rede nesses dois parâmetros:&lt;br /&gt;
	option ap_ssid 'NomeDaSuaRede'                     &lt;br /&gt;
	option apname_ssid 'NomeDaSuaRede/%H' &lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cozinhar o nome com o o cooker já com o nome da comunidade.&lt;br /&gt;
Ou mudar o artigo de configuração no lime.config – para fazer em todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o cooker você consegue fazer um arquivo que vai instalar as informações da sua rede comunitária para todos os computadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(não consegui fazer a documentação dessa parte)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
–&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Glossário:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;openWRT&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;roteador direcional&lt;br /&gt;
: Definição:&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Tv_e_R%C3%A1dio_Digital_/_Comunidade&amp;diff=100</id>
		<title>Tv e Rádio Digital / Comunidade</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Tv_e_R%C3%A1dio_Digital_/_Comunidade&amp;diff=100"/>
		<updated>2018-03-06T21:24:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: Novaes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TV Digital'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* - Otimização&lt;br /&gt;
* - Multiprogramação&lt;br /&gt;
* - Novos serviços&lt;br /&gt;
* - Interatividade (ginga)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Rádio Digital'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda não decidimos qual vai ser o sistema de rádio digital temos 2 possibilidades:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- DRM – mais aberto e interessante&lt;br /&gt;
- ??? - que é o modelo americano que só saímos perdendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TV Digital ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O decreto da TV Digital no Brasil foi assinado em 2006. Foi a maior mobilização de acadêmicos brasileiros. Desde a ditadura militar as telecomunicações sempre foram orgulho nacional. Tivemos a Telebras e o CPQD (que fica em campinas, e participei como pesquisador lá).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos 12 anos de funcionamento da televisão digital que não mudou nada na nossa vida. De infinitas possibilidade que tínhamos, o que temos hoje é a novela  com imagem próxima de filmes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo brasileiro investiu 60 milhões em pesquisas para desenvolver a TV digital. Tínhamos no mercado os sistemas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* ATSC – americano &lt;br /&gt;
* DVB-T - europeu&lt;br /&gt;
* ISDB – Japonês que foi o escolhido pelo brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos EUA ele nasce com foco em cinema em casa, queremos melhorar a qualidade de transmissão, pessoal compra telona e fica em casa e pode comprar pizza no intervalo do superball. Brasil ficou assim porque não fazia otimização do espectro. O europeu DVB-T tinha o foco no conteúdo, embora multiprogramação, multiplica os canais sem alta definição. Os serviços de comunicação social nos EUA é baseado na grana e na Europa é baseado no conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil está distribuindo 17 milhões de caixinha de receptor digital, para conectar a grande maioria em TVs de tubo catódico (TV antiga).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que foi definitivo para escolher o sistema japonês de base no Brasil, (de fato é o melhor, depois do sistema brasileiro) foi que ele tem '''otimização do espectro''' e '''mobilidade''' o que o ISDB e DVB não tem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''ISDB-B''' o B final é de brasil, desenvolvemos o Ginga. Em Software livre que está sendo usado na argentina e outros lugares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modelo comercial não se intereessa em desenvolver novas tecnologias, ele quer manter esse modelo de uma tela com grade de horário. Temos 12 anos de insistencia e vitoria que TV digital é multicolorida todas as outras possibilidades, deixa para lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda a potência da TV Digital está com a gente, não vai ter otimização, multiprogramação, novos serviços e nem interatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo japones otimiza bem o espectro,  permitie a multiprogramação, novos serviços, não só transmissao audiovisual, mas tamem dados, pode ter outros usos para a TV digital, com mobilidade. Num continente com 200 milhões de pesssoas que são obssecadas por TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil tem a possibilidade de desenvolver a melhor TV digital do mundo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos desenvolver pequenas tvs locais com a TV digital?&lt;br /&gt;
Hoje ainda é caro o acesso ao equipamento, novo tem que importar algumas coisas, é caro porque um equipamento dess ejá vem multiprogramação.&lt;br /&gt;
Vai ser algo em 300 mil reais. Com estudio programação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinal digital:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escasses do espectro!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tv precisa de 6 mega para transmitir. Antes tinha a possibilidade de intermodulação/interferência. Para cada 6 M de Tv tinha que ter 6m acima e abaixo por ocnta disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com digital não tem esse risco, pode usar as faixas de onda, que antes tinham que deixar livre como margem de segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otimização do espectro, conseguimos comprimir o sinal. Ao inves do sintal SPTV – que é qualidade de DVD, melhor que o chiado na TV de tubo catódico, já é uma revolução. Digital não tem antena bombril, ou pega ou não pega.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde cabia um canal de sinal analógico cabe 12 digital em qualidade standard&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ainda em cada canal você pode transmitir até 4 programações ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E pode customizar, mais qualidade, diminuir e deixar uma bandinha para canal de retorno só para interatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o HD? Eles ocupam os 6Mega. Não otimizado. Mantem o monópolia, Intenção política no uso de espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um oligopolio organizado os meios de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A TV Cultura transmitiu multiprogramação, a Globo processou. Argumento é que a TV cultura só tinha concessão para transmitir uma programação. Globo ganhou o processo. Muito recente tá liberando a multiprogramação, através das TV cidadania da cidade, liberando um dos canais para as TVs Comunitárias. Agora reverteu e a TV CULTURA tá transmitindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como faz multiprogramação? A multiplexização (é isso?), transmite 4 emissoras do mesmo equipamento, ou seja 4 TV Culturas :) Poderia usar uns desses canais para TV Comunitária. Tipo a TV municipal tem seu canal, e liberar usando esse mesmo equipamento da TV municipal para uma TV Comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo muito modulado no consumo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo isso vale para o rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro escasso. Hoje não faz sentido. Era para ter multiprogramação bombando na programação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novos serviços.&lt;br /&gt;
Não só transmitir imagens, mas transmitir dados. &lt;br /&gt;
A TV digital tem a possibilidade de transmitir 13 megabites por segundo. Mais que a  velocidade que a maioria das pessoas no brasil tem acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confundir arquiteturas de comunicação. Nunca transmitir algo ao vivo vai ser mais eficiente fazer da internet do que broadcast. Com um transmissor 300 mil pessoas podem ver um programa, na internet isso derruba site, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autonomia de infraestrutura. Internet é proprietária. Internet tem cabo ligando tudo. Radio e TV Digital usa espectro, temos nossa TV/radio funcionando. Em termos de autonomia é importante. E isso também tem a questão da vigilância, nos dá uma possibilidade de autonomia e segurança muito maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TV e Rádio pode transmitir dados criptografados, e muito rápido, pode ter sequestro do equipamento. Mas um risco menor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos pensar no rompimento da grade de horário. As TVs podem mandar via carrossel vários filmes e com um pendrive você pode baixar isso. Pode ter vários tipos de politica para incentivar isso. Tipo a TV Cultura pode disponibilizando o acervo, e você assiste na hora, ou marca e ele faz download.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque vemos essa potência tão grande no Brasil. Na amazonia trabalho com Jader, ele trabalha com a transparência na amazônia, o quanto os governos publicavam seus dados. As cidades pequenas não tinham nem site, quanto mais fazer valer a lei de acesso a informaçõa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos trabalho com Transparência Ativa – entender que os governos eles mesmo podem ter a iniciativa para fazer esses dados chegarem nas pessoas, você navega no orçamento do município na tela da televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode receber videos de gravidez, neonatal, receber resultados, pode criar aplicativos pelo ginga ser um software livre, o ginga tem um acoplamento em cima do hardware da TV digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brasil é proibido as caixinhas comercializadas e distribuidas no brasil tem que vir com ginga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não teve aderência das pessoas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liga - 147 responsável pela migração da TV Digital, pode fazer a pergunta que você quiser. Mas as respostas são variadas e horríveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema do brasil foi adotado pelo resto da america latina inteira, só a colombia tá na ATSC. O resto é ISDB-B com ginga. E no brasil os recursos do ginga não são utilizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Argentina tá’com experimento legal com tva publica, fazendo questionários, você pode votar pelo IP da TV. Urna eletronica já é maior robalheiro.  Consulta pública, plebiscitos as potencialidade de comunidade, consultar onde vai instalar o posto de saúde.&lt;br /&gt;
Todos os serviços!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interatividade – Temos 3 tipos que definimos.&lt;br /&gt;
Primeiro local – pode interagir com seu equipamento, recebenco conteúdo no carrosel como se fosse um video cassete grando no pendrive. Ou o que foi mandado para seu box, você pode navegar. Rompe com o paradgma da grade de horário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois com a EMISSORA – lembra do HUGO primeira coisa interativa apertando a tecla do telefone.&lt;br /&gt;
O presidente fazendo um anuncio, podemos enviar uma noticia na emissora, mesmo ao vivo. Hoje como o sistema ficou desenhado você. Precisa de outra estrutura, internet, celular ou ?? &lt;br /&gt;
Originalmente a minha pesquisa era interatividade intrabanda. Se tem 6 mega para usar e usa 3, 4/5, você poderia usar isso para transmistir informação, intrabanda. Mas minha pesquisa traz porque não posso usar a infraestrutura de ocmunicação comercial, para enviar o dado do seu vídeo pelo espectro de quando a TV não está utilizando o espectro, mandar o video para cineclubes de todo pais ao mesmo tempo por exemplo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interferir mais com a emissora. Tipo Você decide. Aproximar da gente essa programação, não como uma escolha de final, mas com sugestões com conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terceira interação – Interatividade todos com todos. Fazer a inclusão digital no Brasil, a plataforma poderia ser essa alavancadora. Como agregra redemesh, tvdigital, um dos caminhos todos com todos é essa da anteninha intrabanda. Uma antena de micropontecia para falar com vizinho por isso não conseguimos implementar essa possibilidade nas caixas com ginga instalado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A interação era uma coisa que se prometia muito. A grande apropriação de grupos organizados da direita estão fazendo. Isso era uma preocupação que tinhamos na época das Rádios. Grupos de poder local se apropriar disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A interatividade tem que ser pensado com a questão política. Uma interatividade todos para todos ou entre nos e emissoras comerciais. A quantidade de dinheiro que grupos mais reacionários podem utilizar esse canal, esse universo, esse conteúdo. Funciona enquanto potencia só se tivermos um posicionamento muito forte e ocupar essses espaços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se organizar socialmente e politicamente?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como garantir que não vai ser novos meios de dominação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somos a ponta do desenvolvimento tecnológico para ser apropriado mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O maior GAP é do próprio conhecimento e das possilidades. Temos uma cultura técnica de desconhecimento, desinteresse, de que a técnica é neutra. Separação conteúdo x meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproximar a discussõa técnica da política. E os grupos de democratização tendem a esvaziar a discussão técnica. Mas ainda é em segundo plano, o primeiro é de disputa e hegemônia. Muitas vezes é a reprodução do discurso da globo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez se investir em transmitir dados podemos rever isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Box tá chegando em 17 milhões de lares do Brasil. Roda giga, tem USB. E que tem possibilidade de conectar um dongo de wifi e custa 19 reais e fazer a redemesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o equipamento mais barato. A coolab tá investigando essa tecnologia para implementar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer uma redemesh a partir da caixinha? Hoje usa o roteador e consegue ocm 100 mts de raio, esse mesmo processo pode ser feito com a caixinha de TV digital e colocar essa antena pendrive e fazer a mesma coisa. Aqui você investe 100 reais no roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Tv Digital vai chegar na casa de todo mundo! Todo mundo vai ter. O sinal de internet hoje tem que ser um 4G, um celular, mas imaginamos que isso pode vir de políticas públicas de comunicação. Existe a possiblidade de instalação de infraestrutura de altissima capilaridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode usar para fazer intranet em comunidades também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em bongo opera em 2.4 e não precisa de autorização. Quem ta comprando isso é o governo, e fornecendo para quem não tem condições de acesso. Também tem raio de 100 mts.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da rede mesh do setupbox você pode compartilhar adicional de internet. Vai usar a TV digital para rotear, você tem que ter um serviço para compartilhar. Um sinal de internet que chega num deles. Possilbidade de políticas publicas em cima disso. E intranet também!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
USB entrada de internet e saída de vídeo RCA, não tem HDMI a que o governo tá distribuindo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de conectar a internet temos que fazer uma intranet, meses só usando compartilhamento para produzir conteúdo, linceciar, compartilhar conteúdo. Essa pode ser uma forma, de evitar levar novas tecnologias colonizadoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém no mundo tá fazendo isso de transmitir dados por radio e TV digital. Em outros lugares estao todos conectados por cabos de alta velocidade e muito acessiveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O norte domina a infra estrutura e tem autonomia. Para nós essa é a possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ginga tá no Brasil e na América Latina inteira – 600 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A TV Comunitaria – hoje é possível todas as prefeituras pedirem a concessao de TV.  Prefeiro e assembleia precisam estar junto para demandar a concessao e vem por default multiprogramação. E a prefeitura tem que alocar grana do orçamento para equipamento e locais, etc. Mas se conseguir uma verba atraves de deputado consegue grana, tem que estar previsto em algum lugar do orçamento. Tem algumas prefeituras querendo fazer e tem que botar no orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A concessão vem para 4 canais!  E já vem especificando por decreto presidencial que um desses tem que ser gerido por associacao comunitária. Essa ssociação tem que ter em seu estatuto previsto que vai fazer gestao de um canal comunitário. ONG / OSCIP que tem em seu estatuto e que não tem finalidade com partido politico, igreja, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – SAUDE&lt;br /&gt;
1 – LEGISLATIVO&lt;br /&gt;
1 – ESTATAL&lt;br /&gt;
1 – COMUNITARIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes as prefeituras não implementam todos os canais. E se não usar pode alocar para outra finalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como funcionar a escolha da associação? Qualquer ente governamental de um municipio pode fazer, depois disso é publicado uma chamada pública para gestão do canal comunitário. Muitas vezes tem grupos já vinculados a prefeito. Por isso queremos contaminar os grupos e pessoas que tem mais a ver. Da resistência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamada pública tem um período, por isso tem que ser tudo muito costurado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um regime novo de concessão. Processos são muito visíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma coisa é um canal já é comunitário.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criar uma cultura. Como usar essa faixa aqui e pensar as questões do município e etc. Organizar uma interface desse canal comunitário bacana, vai criando cultura, coletivo. Se fizer pressão para criar ambiente mais democrático. Vai demorar para a propriação, temos que sair na frente. Para consolidar a cultura desse canal comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As prefeituras, muitas não sabem que isso existe. Todo prefeito pode pedir. Alocar a grana, paga a consultoria que é o treinamento/capacitação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecimento é o principal mote aqui. Mas hoje ele também é alienado para o que pode ser feito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prefeitura não tem poder nenhum sobre a TV essa é uma arma que o gestor tem, está na lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gente tem conteúdo produzido. O conteúdo é estética de linguagem de aquilo comunique determinada ideia com equipamento de baixo custo. Gravar áudio. Usar o celular que tem um gravador de audio excelente. Tem equipamentos que vemos grande possibilidades. Yanomamis usam celular para gravar plantas, plataforma multimidia de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos trazer para a galera nas comunidades são outros usos para esses equipamentos. Para assim promover outros usos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rádio Digital:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do momento que é escolhido um sistema. Utilizar outros é ilegal.&lt;br /&gt;
Nós podemos ter a coexistencia de 2 sistemas. SE conseguir importar equipamentos e usar… Seriam nas mesmas frequencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otimizaçao no radio em vez de 100 khz – DRM 0 comprime para 100 khz. E conseguimos usar bandas adjacentes. Cabendo 24 onde cabia 1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novos serviços, não é só transmissão de voz é de dados também. Não tem capacidade de transmitir audiovisual de 6mega. Mas conseguiram em 1 minuto transmitir uma foto para outro estado. Vemos potencial mesmo no contexto de canalizaçao pequena para transmissao de dados. Também pode trnasmitir audivisual.  A regulaçao tem que pressupor que pode fazer audio também. Tem o diveemo!! software para transmissão video pelo radio. Mas consome muita banda. Recebe no cristal liquido do radio digital. Tao usando muito para Mapas! Com cores. Alerta de emergência. O rádio é uma tecnologia de som, muito rapido, gratuíta, população já tem conhecimento, baixo custo consumo de energia. De la pode sair outro uso da digitalizaçao, uma perpectiva diferenteciado de uso, amazonia. DRM consome muito pouco até 80% menos que outros sistemas. Isso é importante!! até para quem usa placa solar, muito importante. Joga no patamar de autonomia muito alto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aponta para soluções que podem chegar para outros países. Como a TV Digital, o padra que o br adotar vai ser da america latina. Na america latina e india podemos ter  o sul global compartilhando e tendo novas possiiblidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único que funciona em ondas curtas é o DRM, comunicação de longa distancia. Basil investiu em ondas curtas por conta do seu tamanho continental. Com radio receptor de ondas curtas pega galera do mundo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos escutar a radio da nova zelandia com qualidade de CD, esta do outro lado do globo, a onda bate duas vezes no ceu e terra antes de chegar aqui. Avançamos conversa para fazer transmissão de ondas curtas de países que falam português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transmitir conteúdo via ondas curtas. Mandar dado spara onde quer que seja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um transmissor que da a volta no globo, gastaríamos 300 mil. 5 kilovats de potencia. SE mostra muito mais acessível, potente para transmissão de longa distância com dados. Com restrições da banda, com restrições do momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DAB – europa, primeiro em funcionamento. Cria figura de operador de rede, multiprogramaçao, cria uma centralização. Tem assoiaçoes comunitarias, mas todos precisam de uma pessoa operador de rede de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HD - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DRM – padrao aberto conectar india, russia, transmitir dados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ISDB - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e com ginga também na rádio digital, tudo igual na TV. E tem no radio interatividade. &lt;br /&gt;
Conseguirira que esse aparelho seja convergente híbrido. Entranod no tunel, você poderia mudar para internet. E interagir, mandar como tá o transito e etc, via ginga. Mas pode ir além disso, movimentos sociais, repressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso foi escrito por uma única pessoa o juba. Ou seja não está mais nas mãos das fábricas. Sem necessidade de altos investimentos financeiros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fico curiosa com o impacto que isso vai ter no curso de Rádio e TV. Isso é acessível para pessoas do ensino médio. Falta uma apropriação. E a tecnologia que roda dentro, determina aplicativo, linguagem e como isso vai circular socialmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tivemos chamadas publicas para apresentar os sistemas. D&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diversidade é um valor a priori e acredita que baixo custo e linguagem faz a diferença e não um receptor de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O wikileaks vazou que o helio costa trocoou msg com o embaixador dos EUA falando que o HD radio seria adotado no BR. Ele falou fica tranqilo o premio de consolação de vocês vai ser só o rádio digital. Tá online publicado isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começamos a se mobilizar e só não foi adotado ainda por conta disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empresa TELLHD.com ou .com.br – foi comprado esse dominio e hoje tem um manifesto anti HD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
abiquiti faz a Hdradio – eles criaram esse empresa. Entraram em escandalos, o presidnete foi preso na lavajato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não foi ainda definido muito por conta dessa história, ficou na geladeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prevê a extinção da onda de AM, porque o HD radio não funciona no AM, isso foi feito para poder solucionar a burocracia da lei que fala que o radio digital tem que transmitir em todas as faixas. Entao a extincao do AM foi comprado para a HD RADIO poder entrar na disputa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HD Radio – impossibilita transmissao de baixa potencia. O que impossilita pequenas radios comunitarias, muito gasto com energia, muito grande, não otimiza espectro, e não é codigo aberto, não sabe o que roda la dentro. Autonomia e segurança zero do que roda ali. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DRM – baixa frequencia, codec AAC, o mesmo da TV digital. Poderiamos ser o primeiro sistema interoperavel. Sinal de Audio e video entre TV  e radio digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na india não usa o code AAC. Mas usa onda curta. E tá usando DRM e não tao explorando transmissão de dados. Nao só ficar na voz. A grande broadcast estatal é DRM, mas não é o mesmo modelo. É uma BBC da índia. Mas não tão fazendo isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode mandar dados africa, nova zelandia. O recepto rde radio digital tá 100 dolares. Mas br pode produzir equipamento também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa disputa tá em jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sistema conjunto de hardware e software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A repressão feita em radio hoje é através de denúncia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa discussão tem que ganhar massa crítica!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Publiquei artigo longo em inglês para tentar apoio de fora para sistema global. O cara que gere o espectro de países em língua portuguesa, comentei a DRM de fazer teste com moçambique, ficou super interessado.  Lá fora tem interesse, com as diversas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fazer um manual de como conseguir sua TV Digital comunitária!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas tvs digitais é pelas tvs comunitarias municipais. E na radio a disputa ainda é a definição de sistema. Para depois pensar em modelos, formas, possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer diferença de rádio digital de web rádio.  Não é!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas informações não estão circulando, nem nas universidades, as tvs não querem que alunos pensem nisso e universidade trabalha sobre demanda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abrir espaços para experimentações de linguagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pauta do momento é a internet. Então ainda não conseguimos fazer a discussão dessas outras possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO site do WWW.DRM-BRASIL.ORG &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá tudo documentado!!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discussão tá sendo documentado publicamente, para evitar apropriações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma alienação técnica geral, por isso o desinteresse de se envolver com essas disputas, debates, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como continuamos trocando informação se formando mais? O ideia desse encontro é isso e usar a internet para ocntinuarmos com isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma divisao entre quem pensa radio, TV e internet. Levar para as pessoas da internet a informação das possibilidades da radio digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transmissao digital é transmissao digital, internet estrutura empresa, paga, e o espectro que é bem comum, incluir o radio nessa discussão rádio é digital, TV também, é uma nova plataforma de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com envolvimento do DRM, para ter impacto de disseminação de conhecimentos fizemos uma associação brasileira da radio e TV digital. Faz 2 anos em junho. Queremos estabelecer essa entidade para ser um hub. Grupos para desnevolver aplicativos para radios, e outros interessados, fazer um universo para troca de conhecimentos e ação. Temos que adotar um padrão que possibilite abrir para experimentações só o DRM abre essa possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RDM – RADIO MUNDIAL DIGITAL. Esse dominio também é nosso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ali tem todos os contatos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que decidir isso aí, fazemos um esforço extra. Se não for agora é nunca mais. É o fim do mundo mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje o radio DRM ainda não rolaria a redemesh. Mas pode ser implementado com chipset. A TV é convergente com a internet. Com 20 reais com o pendrive. No raido ainda não tem pensado a questao da usb para esse tipo de serviço. A possibilitade de transmissão a longa distancia, uma comunicacao global de dados autonoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outros países você. Já tem receptores de radio ditial nos celulares. Super baixo custo e fora da internet, para omunicacao de grupos sociais, açoes é perfeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;radio digital&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;TV digital&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;otimização&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;multiprogramação&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;interatividade&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Vis%C3%A3o_geral_do_esquema&amp;diff=99</id>
		<title>Visão geral do esquema</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Vis%C3%A3o_geral_do_esquema&amp;diff=99"/>
		<updated>2018-03-06T20:50:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Como criar redes comunitárias.''' . &lt;br /&gt;
Apresentação: Bruno V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A criação da parte física de uma rede comunitária, começa com o planejamento e implementação de uma rede mesh, onde vários '''roteadores''' modificados ligados entre si (direta ou indiretamente), fazem parte dessa rede, e vai ser a mesma rede, não precisa mudar de rede conforme muda de roteador, então você pode ir caminhando e utilizando a rede de diferentes roteadores sem nem perceber.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fazer essa rede, vamos trocar o '''firmware''' dos roteadores para '''LibreMesh'''. E depois fazemos um servidor para serviços como galerias de fotos, vídeos, rádios, chat, etc… Tudo que pode por na internet podemos fazer e disponibilizar em uma rede local, não precisamos de conexão de fora para poder fazer essa rede. Temos uma demanda tao grande da internet e não colocamos tanto esforço nisso. Podemos ter um chat local, compartilhamento de arquivos, vídeos, consultas populares, mural de eventos e classificados, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E temos nessa rede 1 ou 2 roteadores que estão na borda da rede que pode se conectar com outras redes. Podemos ter alguns controles de uso da rede, todos que entram de fora tem que passar por ali, geralmente fazemos uma página apresentando nossa rede, como funciona, qual o bom uso que se pode faze dela. Também falando se o acesso é grátis, se tem que pagar, comprar crédito, onde e como, aqui trabalhamos com o sistema de voucher, assim quem quer utilizar a rede compra crédito, isso facilita pois não tem contrato deixando a gestão menos trabalhosa, quem não colabora mensalmente mas quer utilizar a rede pode fazer comprando o voucher que pode ter um período de uso. Isso é chamado '''Portal Cativo'''. Se quer acessar rede local, acesse aqui, se quiser acessar a internet você compra um voucher e pode usar. O voucher tem um código que você define o tempo de uso, 1 dia, 1 mês, etc... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse '''gateway''' – Portal Cativo é a melhor solução encontrada até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser colocar essa rede na internet tem várias maneiras. Uma das maneiras são as redes longas distâncias – wifi quando a comunidade se encontra distante de serviços de internet. Podem chegar a 50 km de distância se não tem nada bloqueando a visada do local até o acesso de internet mais próximo, fazendo um link de vários quilômetros, até um lugar que tenha acesso a internet. Quando fazemos essa instalação não mexemos no firmware desses roteadores de longa distância, pois o que estão fazendo não é uma rede mesh é só um ponto a ponto. Para esse link ponto a ponto usamos roteadores específicos para essas distâncias com boa capacidade de banda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra possibilidade é fazer uma ligação via satélite e dali distribuir para comunidade. Em Ubatuba os 2 lugares são feitos via satélite, via provedor HughesNet – com franquia muito limitada e cara. Acaba muito rápido nas comunidades. Mas já vale poder usar o whatsapp para muita dessas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E agora vamos partir para as redes locais. Para instalar nos roteadores. Vamos preparar o firmware para trocar esses roteadores. Antes do almoço teremos vários  pontos e roteadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Glossário: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;roteador&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;rede mesh&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;portal cativo&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;gateway&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;link&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Vis%C3%A3o_geral_do_esquema&amp;diff=98</id>
		<title>Visão geral do esquema</title>
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		<updated>2018-03-06T20:47:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Como criar redes comunitárias.''' . Apresentação: Bruno V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A criação da parte física de uma rede comunitária, começa com o planejamento e implementação de uma rede mesh, onde vários '''roteadores''' modificados ligados entre si (direta ou indiretamente), fazem parte dessa rede, e vai ser a mesma rede, não precisa mudar de rede conforme muda de roteador, então você pode ir caminhando e utilizando a rede de diferentes roteadores sem nem perceber.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fazer essa rede, vamos trocar o '''firmware''' dos roteadores para '''LibreMesh'''. E depois fazemos um servidor para serviços como galerias de fotos, vídeos, rádios, chat, etc… Tudo que pode por na internet podemos fazer e disponibilizar em uma rede local, não precisamos de conexão de fora para poder fazer essa rede. Temos uma demanda tao grande da internet e não colocamos tanto esforço nisso. Podemos ter um chat local, compartilhamento de arquivos, vídeos, consultas populares, mural de eventos e classificados, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E temos nessa rede 1 ou 2 roteadores que estão na borda da rede que pode se conectar com outras redes. Podemos ter alguns controles de uso da rede, todos que entram de fora tem que passar por ali, geralmente fazemos uma página apresentando nossa rede, como funciona, qual o bom uso que se pode faze dela. Também falando se o acesso é grátis, se tem que pagar, comprar crédito, onde e como, aqui trabalhamos com o sistema de voucher, assim quem quer utilizar a rede compra crédito, isso facilita pois não tem contrato deixando a gestão menos trabalhosa, quem não colabora mensalmente mas quer utilizar a rede pode fazer comprando o voucher que pode ter um período de uso. Isso é chamado '''Portal Cativo'''. Se quer acessar rede local, acesse aqui, se quiser acessar a internet você compra um voucher e pode usar. O voucher tem um código que você define o tempo de uso, 1 dia, 1 mês, etc... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse '''gateway''' – Portal Cativo é a melhor solução encontrada até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser colocar essa rede na internet tem várias maneiras. Uma das maneiras são as redes longas distâncias – wifi quando a comunidade se encontra distante de serviços de internet. Podem chegar a 50 km de distância se não tem nada bloqueando a visada do local até o acesso de internet mais próximo, fazendo um link de vários quilômetros, até um lugar que tenha acesso a internet. Quando fazemos essa instalação não mexemos no firmware desses roteadores de longa distância, não é mehs é só um ponto a ponto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São roteadores específicos para essas distâncias com boa capacidade de banda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode fazer uma ligação via satélite também e dali distribuir para comunidade. EM Ubatuba os 2 lugares são feitos via satélite. Hughes – com franquia muito limitada. Acaba muito rápido nas comunidades. Mas já vale poder usar o whatsapp para muita dessas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E agora vamos partir para as redes locais. Para instalar nos roteadores.&lt;br /&gt;
Vamos preparar o firmware para trocar esses roteadores. Antes do almoço teremos vários  pontos e roteadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Glossário: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;roteador&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;rede mesh&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;portal cativo&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
;link&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_Espectro_Livre&amp;diff=97</id>
		<title>Apresentação Espectro Livre</title>
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		<updated>2018-03-06T19:50:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: Novaes e Adriano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Coolab é um coletivo aberto. Uma de nossas afinidades políticas são os coletivos não hierárquicos. Cada um de nós tem outras atividades. o coletivo agrega pessoas de trabalho de campo e rede. Foi adquirindo também uma pegada de advocacy dentro de '''Políticas de espectro'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Rede comunitária e servidor ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai ser mais como pílula do que estamos pensando de política de espectro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EM 97 Fiz parte da radio MUDA na Unicamp em Campinas. Desde então pensamos em legislação de rádio, de uso de espectros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou fazer a historia do rádio, do uso de espectro. Estamos vivendo um momento particular tecnológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1908 – espectro escasso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1998 – desenvolvimento tecnologias que vão mudar como entendemos o uso do espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora espectro pode ser visto como abundante principalmente com o digital. É outra maneira de pensar e agir. Outra ontologia do que é o espectro. Era um recurso, e se torna um bem público no pós guerra, que é o que rege hoje a legislação e também para muitos, um bem comum! Diferente da água e do ar. O espectro só existe se utilizarmos, é um recurso tecnicamente mediado. E não gasta em função do uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É apresentado como um recurso limitado pela Anatel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora ele deixa de ser recurso e vai passar a ser uma mera e simples relação. Deixa de ser uma coisa/espaço e passa a ser uma relação humano/máquina se não usa não gasta e não deteriora. Hoje experienciamos algo que não é tão finito quanto antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma disputa histórica pela invenção do rádio, muitos atribuem para Marconi outros a Mandell de Moura, que teria feito a primeira transmissão no Brasil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a diferença é que eles ocupavam todo o espectro! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando tem as ondas ultrapassando as frequências ao qual está destinada, tem o processo de '''intermodulação''' e tem '''interferência'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do radio em 41/45 por conta da segunda guerra mundial ele vira um bem estratégico. Então o estado controlava como estratégico/militar.  Essa visão impera até hoje no mundo ainda mais no Brasil. Entende-se que deve ter comando e controle do espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A despeito desse '''bem público x bem comum'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 48 – Direitos humanos. Artigo 19. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e  de  procurar,  receber  e  transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse é o nosso mantra. É um direito humano, usufruto e desenvolvimento da humanidade. Acontece que se usar o espectro a Anatel cai matando. É um bem público regulado pelo Estado. Mas sabemos que é uma maneira perversa de fazer uma repressão política. O espectro vale muito!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O espectro da TV analógica já foi vendido para uso de celular.   :/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reivindicar um espacinho do espectro é o estado perder ganho. É uma questão mercadológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 48 o marco central da liberdade de expressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O bem público – dentro do próprio direito. O bem público pertence a totalidade da comunidade. Então tem que ser gerido também pela comunidade. Mas a Anatel fala que interfere, mas podemos mapear e usar partes livres do espectro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''E para conseguir gerir um bem público para a comunidade?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossos direitos enquanto cidadães. Art. 5 inciso 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jurisdição tem um peso maior que as infra institucionais. Entra em conflito com a legislação. Para ter a gestão pela Anatel, dai falamos que a gestão é da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artigo 223. Passou batido no governo popular, que não atacou isso. Na América do sul toda teve uma revisão das comunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principio de comprementariedade – público, estatal e comercial. NO brasil temos o serviço de comunicação muito pequeno. Com espectro livre para rádio comunitária e uma TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não temos esse princípio de comprementariedade aplicado. Na América Latina, dividiram em 3 os espectros. Na Bolívia eles deram 34% para o comunitário,  sendo 17% para afrobolivianos e 17% para campesinos. Complementaram colocando uma cláusula assegurando a representatividade étnica, para fomentar debate públicos e garantir a diversidade de vozes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil a constituição fala que não pode oligopólio e monopólio nas comunicações. Temos todas as leis do nosso lado, mas a aplicação delas não existe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos batalhando para disseminar que ninguém tá fazendo nada errado ao ocupar o espectro. Lei para dizer que estamos certo tem um monte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interpretações relevantes. Interpretar o 223. O Brasil não dividiu o espectro em 3. Então estamos trabalhando com a ideia de '''espectro livre'''. '''Open spectrum''' – calcada nas novas tecnologias de gestão de espectro. O estado é obsoleto para regular isso. Temos tecnologias que fazem isso muito melhor que o regulador. Falar: Você está obsoleto. Para isso usar o rádio cognitivo, um sonar para achar frequências livres que podemos transmitir, fazer o uso dinâmico do espectro. O '''wireless''' é isso, '''wide espectrum''', múltiplos caminhos para transmissão. Tecnologias de otimização de ocupação do espectro são importantes e estão avançadas, já são mais de 20 anos. Sem falar na digitalização que otimiza espectro, não precisa de banda de segurança pois não tem interferência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Espectro limitado  é interessante para quem?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com menos de 5 mil usuários você cadastra na Anatel através do site, e não precisa de licença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Banda ISM''' – aqui pode fazer experimentar, transmitir sem pedir permissão. Wifi, bluetooth foi desenvolvido graças a usar essa banda aberta. Por isso podemos subir uma rede para por roteador sem pedir licença para Anatel, o roteador só tem que ser habilitado pela Anatel que regula a fabricação desses equipamentos, concessões, critérios políticos e venda – hoje a grana manda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então porque não deixar uma faixa dos espectros livres para podermos ainda desenvolver ainda mais tecnologias livres e não comerciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo mundo tem direito! Ainda mais nesse novo paradigma que não é do espectro escasso. Tem um interesse sobretudo comercial esse discurso. O que é escasso é mais caro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje podemos fazer a metáfora com a terra, você cria as faixas de espectro e cerca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queremos a analogia da estrada, na estrada cada faixa é um frequência, você pode ir mudando de faixa quando uma delas está engarrafada. Dá a possibilidade de mudar frequência, diminuir a frequência, só com as informações da rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradigma de compartilhamento de espectro. Se alguém pinga e quer usar a faixa, diminuímos o sinal, e compartilhamos. Isso era discutido em 98. Agora as tecnologias de utilização do espectro, a quantidade para uso do espectro otimizado é enorme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento analógico tínhamos necessidades de fábricas. Com digital temos a possibilidade de apropriação diversas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje no Brasil temos mais de 1000 pessoas condenadas por radiodifusão ilegal. Hoje estão tentando transformar de crime para processo administrativo. A rádio muda tá com 2 processos, 6 pessoas sendo processadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro livre – espectro não licenciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Coolab tem a vocação com trabalho na internet. Mas queremos trabalhar com infraestrutura de comunicação autônoma. A galera no pará está implementando GSM, com Peter Blum que trabalha com celulares no México. É um caminho para os movimentos sociais. E estamos trazendo rádio FM e agora rádio digital e TV digital comunitária. E ainda ¼ da população brasileira vai ganhar receptores de TV digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos EUA modificar o hardware até atualizar o firmware é considerado ilegal! Políticas tecnológicas estão em disputa e elas definem nosso futuro!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Hoje o que esta sendo discutido'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matriz liberal – EUA, Europa. Espectro agora é bem comum. E propõe nova organização/gestão do espectro, mediado pela tecnologia. Mas a quem vai servir isso? Para quem tiver grana para equipamentos. O paradigma mudou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então partimos disso que a tecnologia pode fazer melhor mediação que o Estado e propomos faixas liberadas de espectros para fins não comerciais. Onde não pode ter comércio e Estado. Premissas para isso.  E sem apropriação religiosa e político partidária também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aponta para essa discussão do que é o espectro. Então depende da gente se apropriar, pra fazer um uso otimizado e consciente desse espectro. Um espaço onde nem estado nem mercado mete a mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ANATEL está finalizando proposta de nova regulação do espectro, 4G / 5g. Mas essa ideia de espectro escasso, não nos favorece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faixa liberada – para nossa própria gestão!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Política regulatório – grupo de interesse das redes comunitárias ISOC?? Internet society? Novaes está como representante para discutir o uso do espectro comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que inventarmos vamos deixar de legado – RADICALIZAR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que a escolha foi feita, não tem volta. O que podemos fazer de força para um sistema de rádio digital aberto e livre é um legado histórico. Não vai ter outro momento de migração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dúvidas / Comentários ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Tem frente de luta de hardware livre??'''  Já que as tecnologias estão feitas em função de mercado. Quase tudo tem software livre. O hardware ainda não temos tanto. O mais perto é o LibreRouter, para fazer com arduíno, etc… Apropriação direta dessas tecnologias. O Lance é dar conta, se apropriar e usar toda esse desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter no estatuto que quem vai gerir a TV comunitária é a própria associação para prevenir a apropriação pelo Estado, religião, políticos, comercial...&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_Espectro_Livre&amp;diff=96</id>
		<title>Apresentação Espectro Livre</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_Espectro_Livre&amp;diff=96"/>
		<updated>2018-03-06T19:38:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: Novaes e Adriano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Coolab é um coletivo aberto. Uma de nossas afinidades políticas são os coletivos não hierárquicos. Cada um de nós tem outras atividades. o coletivo agrega pessoas de trabalho de campo e rede. Foi adquirindo também uma pegada de advocacy dentro de '''Políticas de espectro'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Rede comunitária e servidor ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai ser mais como pílula do que estamos pensando de política de espectro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EM 97 Fiz parte da radio MUDA na Unicamp em Campinas. Desde então pensamos em legislação de rádio, de uso de espectros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou fazer a historia do rádio, do uso de espectro. Estamos vivendo um momento particular tecnológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1908 – espectro escasso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1998 – desenvolvimento tecnologias que vão mudar como entendemos o uso do espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora espectro pode ser visto como abundante principalmente com o digital. É outra maneira de pensar e agir. Outra ontologia do que é o espectro. Era um recurso, e se torna um bem público no pós guerra, que é o que rege hoje a legislação e também para muitos, um bem comum! Diferente da água e do ar. O espectro só existe se utilizarmos, é um recurso tecnicamente mediado. E não gasta em função do uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É apresentado como um recurso limitado pela Anatel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora ele deixa de ser recurso e vai passar a ser uma mera e simples relação. Deixa de ser uma coisa/espaço e passa a ser uma relação humano/máquina se não usa não gasta e não deteriora. Hoje experienciamos algo que não é tão finito quanto antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma disputa histórica pela invenção do rádio, muitos atribuem para Marconi outros a Mandell de Moura, que teria feito a primeira transmissão no Brasil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a diferença é que eles ocupavam todo o espectro! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando tem as ondas ultrapassando as frequências ao qual está destinada, tem o processo de '''intermodulação''' e tem '''interferência'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do radio em 41/45 por conta da segunda guerra mundial ele vira um bem estratégico. Então o estado controlava como estratégico/militar.  Essa visão impera até hoje no mundo ainda mais no Brasil. Entende-se que deve ter comando e controle do espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A despeito desse '''bem público x bem comum'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 48 – Direitos humanos. Artigo 19. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e  de  procurar,  receber  e  transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse é o nosso mantra. É um direito humano, usufruto e desenvolvimento da humanidade. Acontece que se usar o espectro a Anatel cai matando. É um bem público regulado pelo Estado. Mas sabemos que é uma maneira perversa de fazer uma repressão política. O espectro vale muito!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O espectro da TV analógica já foi vendido para uso de celular.   :/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reivindicar um espacinho do espectro é o estado perder ganho. É uma questão mercadológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 48 o marco central da liberdade de expressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O bem público – dentro do próprio direito. O bem público pertence a totalidade da comunidade. Então tem que ser gerido também pela comunidade. Mas a Anatel fala que interfere, mas podemos mapear e usar partes livres do espectro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''E para conseguir gerir um bem público para a comunidade?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossos direitos enquanto cidadães. Art. 5 inciso 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jurisdição tem um peso maior que as infra institucionais. Entra em conflito com a legislação. Para ter a gestão pela Anatel, dai falamos que a gestão é da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artigo 223. Passou batido no governo popular, que não atacou isso. Na América do sul toda teve uma revisão das comunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principio de comprementariedade – público, estatal e comercial. NO brasil temos o serviço de comunicação muito pequeno. Com espectro livre para rádio comunitária e uma TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não temos esse princípio de comprementariedade aplicado. Na América Latina, dividiram em 3 os espectros. Na Bolívia eles deram 34% para o comunitário,  sendo 17% para afrobolivianos e 17% para campesinos. Complementaram colocando uma cláusula assegurando a representatividade étnica, para fomentar debate públicos e garantir a diversidade de vozes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil a constituição fala que não pode oligopólio e monopólio nas comunicações. Temos todas as leis do nosso lado, mas a aplicação delas não existe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos batalhando para disseminar que ninguém tá fazendo nada errado ao ocupar o espectro. Lei para dizer que estamos certo tem um monte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interpretações relevantes. Interpretar o 223. O Brasil não dividiu o espectro em 3. Então estamos trabalhando com a ideia de '''espectro livre'''. '''Open spectrum''' – calcada nas novas tecnologias de gestão de espectro. O estado é obsoleto para regular isso. Temos tecnologias que fazem isso muito melhor que o regulador. Falar: Você está obsoleto. Para isso usar o rádio cognitivo, um sonar para achar frequências livres que podemos transmitir, fazer o uso dinâmico do espectro. O '''wireless''' é isso, '''wide espectrum''', múltiplos caminhos para transmissão. Tecnologias de otimização de ocupação do espectro são importantes e estão avançadas, já são mais de 20 anos. Sem falar na digitalização que otimiza espectro, não precisa de banda de segurança pois não tem interferência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Espectro limitado  é interessante para quem?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com menos de 5 mil usuários você cadastra na Anatel através do site, e não precisa de licença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Banda ISM – aqui pode fazer experimentar, transmitir sem pedir permissao. &lt;br /&gt;
Wifi, bluethoth foi desenvolvido graças a usar essa banda aberta. Por isso podemos subri uma rede para por roteador sem pedir licença para anatel, o roteador só tem que ser habilitado pela anatel que regula a fabricação desses equipamentos.&lt;br /&gt;
Concessoes, criterios politicos e venda – hoje a grana manda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então porque não deixar uma faixa dos espectros livres para podermos ainda desenvolver ainda mais tecnologias livres e não comerciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo mundo tem direito! Ainda mais nesse novo paradgma. Não é do espectro escasso. Tem um interesse sobretudo comercial esse discurso. O que é escasso é mais caro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradigma – metafora da terra, cria as faixas de espectro e cerca. &lt;br /&gt;
Analogia da estrada, na estrada cada faixa é um frequencia, você pode ir mudando de faixa quando uma delas está engarrafada. Dá a possiblidade de mudar frequencia, diminuir a frequencia, só com as informações da rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradigma de compratilhamento de espectro. SE alguém pinga e quer usar a faixa, diminuimos o sinal, e compartilhamos. Isso era discutido em 98. Agora as tecnologias de utilização do espectro, a quantidade para uso do espectro otimizado é enorme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento analógico tinhamos necessidades de fabricas. Com digital temos a possibilidade de apropriação diversas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje no Brasil temos mais de 1000 pessoas condenadas por radiodifusão ilegal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje estão tentando transformar de crime para processo administrativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A rádio muda tá com 2 processos, 6 pessoas sendo processadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro livre – espectro não licenciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coolab tem a vocação com trabalho na internet. Mas queremos trabalhar com infraestrutura de comunicação autônoma. &lt;br /&gt;
A galera no pará de GSM. Peter Blum que trabalha com celulares no México. É um caminho para os movimentos sociais.&lt;br /&gt;
E estamos trazendo rádio FM e agora rádio digital e TV digital comunitária.&lt;br /&gt;
¼ da população brasileira vai ganhar receptores digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos EUA modificar o hardware até atualizar o firmware é considerado ilegal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje o que esta sendo discutido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matriz liberal – EUA, Europa. Especro agora é bem comum. E propõe nova organização/gestão do espectro, mediado pela tecnologia. Mas a quem vai servir isso? Para quem tiver grana para equipamentos. O paradigma mudou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entao partimos disso que a tecnologia pode fazer melhor mediação que o Estado e propomos faixas liberadas de espectros para fins não comerciais. Onde não pode ter comércio e Estado. Premissas para isso.  E sem apropriação religiosa e poítica também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aponta para essa discussão do que é o espectro. Então depende da gente se apropriar, pra fazer um uso otimizado e consciente desse espectro. UM espaço onde nem estado nem mercado mete a mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ANATEL está finalizando proposta de nova regulação do espectro. &lt;br /&gt;
4G / 5g &lt;br /&gt;
Mas essa ideia de espectro escasso, não nos favorece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faixa liberada – para nossa própria gestão!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Políticao regulatório – grupo de interesse das redes comunitárias ISOC?? Internet society? Novaes está como representante para discutir o uso do espectro comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que inventarmos vamos deixar de legado – RADICALIZAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que a escolha foi feita, não tem volta. O que podemos fazer de força para um sistema de rádio digital aberto e livre é um legado histórico. Não vai ter outro momento de migração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem frente de luta de hardware livre?? Já que as tecnologias estão feitas em função de mercado. Quase tudo tem software livre. O hardware ainda não temos tanto. O mais perto é o LibreRouter, para fazer com arduíno, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apropriação direto dessas tecnologias. O Lance é dar conta, se apropriar e usar toda esse desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter no estatuto que quem vai gerir a TV comunitária é a própria associação para prevenir a apropriação pelo Estado, religão, políticos, comercial...&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_Espectro_Livre&amp;diff=95</id>
		<title>Apresentação Espectro Livre</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_Espectro_Livre&amp;diff=95"/>
		<updated>2018-03-06T19:27:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: Novaes e Adriano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Coolab é um coletivo aberto. Uma de nossas afinidades políticas são os coletivos não hierárquicos. Cada um de nós tem outras atividades. o coletivo agrega pessoas de trabalho de campo e rede. Foi adquirindo também uma pegada de advocacy dentro de '''Políticas de espectro'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Rede comunitária e servidor ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai ser mais como pílula do que estamos pensando de política de espectro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EM 97 Fiz parte da radio MUDA na Unicamp em Campinas. Desde então pensamos em legislação de rádio, de uso de espectros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou fazer a historia do rádio, do uso de espectro. Estamos vivendo um momento particular tecnológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1908 – espectro escasso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1998 – desenvolvimento tecnologias que vão mudar como entendemos o uso do espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora espectro pode ser visto como abundante principalmente com o digital. É outra maneira de pensar e agir. Outra ontologia do que é o espectro. Era um recurso, e se torna um bem público no pós guerra, que é o que rege hoje a legislação e também para muitos, um bem comum! Diferente da água e do ar. O espectro só existe se utilizarmos, é um recurso tecnicamente mediado. E não gasta em função do uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É apresentado como um recurso limitado pela Anatel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora ele deixa de ser recurso e vai passar a ser uma mera e simples relação. Deixa de ser uma coisa/espaço e passa a ser uma relação humano/máquina se não usa não gasta e não deteriora. Hoje experienciamos algo que não é tão finito quanto antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma disputa histórica pela invenção do rádio, muitos atribuem para Marconi outros a Mandell de Moura, que teria feito a primeira transmissão no Brasil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a diferença é que eles ocupavam todo o espectro! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando tem as ondas ultrapassando as frequências ao qual está destinada, tem o processo de '''intermodulação''' e tem '''interferência'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do radio em 41/45 por conta da segunda guerra mundial ele vira um bem estratégico. Então o estado controlava como estratégico/militar.  Essa visão impera até hoje no mundo ainda mais no Brasil. Entende-se que deve ter comando e controle do espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A despeito desse '''bem público x bem comum'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 48 – Direitos humanos. Artigo 19. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e  de  procurar,  receber  e  transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é o nosso mantra. É um direito humano, usofruto e desenvolvimento da humanidade. Acontece que se usar o espectro a anatel cai matando. É um bem público regulado pelo Estado. Mas sabemos que é uma maneira perversa de fazer uma repressão política. O espectro vale muito!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O espectro da TV analógica já foi vendido para uso de celular. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reinvidicar um espacinho do espectro é o estado perder ganho. É uma questão mercadológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 48 o marco central da liberdade de expressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O bem público – dentro do próprio direito. O bem público pertence a totalidade da comunidade. Então tem que ser gerido tamém pela comunidade. Mas a Anatel fala que interfere, mas podemos mapear e usar partes livres do espectro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E para conseguir gerir um bem público para a comunidade?&lt;br /&gt;
O ponto do bem comum&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossos direitos enquanto cidadões. Arti 5 inciso 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A juridição tem um peso maior que as infrainstitucionais. Entra em conflito com a legislação. Para ter a gestão pela anatel, dai falamos que a gestão é da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artigo 223. Passou batido no governo popular, que não atacou isso. Na América do sul toda teve uma revisão das comunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principio de comprementariedade – público, estatal e comercial.&lt;br /&gt;
NO brasil temos o servico de comunicação muito pequeno. Com espectro livre para radio comunitaria e uma TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não temos esse principio de ocmprementariedade aplicado. NA AM LATINA, dividiram em 3 os espectros. Na bolivia eles deram 34% para o comunitario, 17% para afroboliviano e 17% para campesinos. Colocaram um coisa etnica. Para fomentarmos debate públicos, trouxe a diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO brasil a constituição fala que não pode oligopólio e monopólio nas comunicações. Temos todas as leis do nosso lado, mas a aplicação delas não existe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos batalhando para disseminar que ninguém tá fazendo nada errado ao ocupar o espectro. Lei para dizer que estamos certo tem um monte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interpretações relevantes. Interpretar o 223. O br não dividiu o espectro em 3. Então estamos trabalhando com a ideia de espectro livre. Open spectrum – calcada nas novas tecnologias de gestão de espectro. O estado é obsoleto para regular isso. Temos tecnologias que fazem isso muito melhor que o regulador. Falar você está obsoleto. Para isso usar o rádio cognitivo, um sonar para achar frequencias livres que podemos transmitir. O uso dinâmico do espectro. O wireless é isso wide espectrum multiplos caminhos para rolar. Tecnologias de otimização de ocupação do espectro é importante. Isso já tem mais de 20 anos. Sem falar na digitalizaçao que otimiza espectro, streaming. Não precisa de banda de segurança pois nào tem interferência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro limitado  é interessante para quem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com menos de 5 mil usuarios você cadastra mas não precisa de licença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Banda ISM – aqui pode fazer experimentar, transmitir sem pedir permissao. &lt;br /&gt;
Wifi, bluethoth foi desenvolvido graças a usar essa banda aberta. Por isso podemos subri uma rede para por roteador sem pedir licença para anatel, o roteador só tem que ser habilitado pela anatel que regula a fabricação desses equipamentos.&lt;br /&gt;
Concessoes, criterios politicos e venda – hoje a grana manda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então porque não deixar uma faixa dos espectros livres para podermos ainda desenvolver ainda mais tecnologias livres e não comerciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo mundo tem direito! Ainda mais nesse novo paradgma. Não é do espectro escasso. Tem um interesse sobretudo comercial esse discurso. O que é escasso é mais caro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradigma – metafora da terra, cria as faixas de espectro e cerca. &lt;br /&gt;
Analogia da estrada, na estrada cada faixa é um frequencia, você pode ir mudando de faixa quando uma delas está engarrafada. Dá a possiblidade de mudar frequencia, diminuir a frequencia, só com as informações da rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradigma de compratilhamento de espectro. SE alguém pinga e quer usar a faixa, diminuimos o sinal, e compartilhamos. Isso era discutido em 98. Agora as tecnologias de utilização do espectro, a quantidade para uso do espectro otimizado é enorme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento analógico tinhamos necessidades de fabricas. Com digital temos a possibilidade de apropriação diversas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje no Brasil temos mais de 1000 pessoas condenadas por radiodifusão ilegal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje estão tentando transformar de crime para processo administrativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A rádio muda tá com 2 processos, 6 pessoas sendo processadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro livre – espectro não licenciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coolab tem a vocação com trabalho na internet. Mas queremos trabalhar com infraestrutura de comunicação autônoma. &lt;br /&gt;
A galera no pará de GSM. Peter Blum que trabalha com celulares no México. É um caminho para os movimentos sociais.&lt;br /&gt;
E estamos trazendo rádio FM e agora rádio digital e TV digital comunitária.&lt;br /&gt;
¼ da população brasileira vai ganhar receptores digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos EUA modificar o hardware até atualizar o firmware é considerado ilegal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje o que esta sendo discutido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matriz liberal – EUA, Europa. Especro agora é bem comum. E propõe nova organização/gestão do espectro, mediado pela tecnologia. Mas a quem vai servir isso? Para quem tiver grana para equipamentos. O paradigma mudou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entao partimos disso que a tecnologia pode fazer melhor mediação que o Estado e propomos faixas liberadas de espectros para fins não comerciais. Onde não pode ter comércio e Estado. Premissas para isso.  E sem apropriação religiosa e poítica também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aponta para essa discussão do que é o espectro. Então depende da gente se apropriar, pra fazer um uso otimizado e consciente desse espectro. UM espaço onde nem estado nem mercado mete a mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ANATEL está finalizando proposta de nova regulação do espectro. &lt;br /&gt;
4G / 5g &lt;br /&gt;
Mas essa ideia de espectro escasso, não nos favorece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faixa liberada – para nossa própria gestão!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Políticao regulatório – grupo de interesse das redes comunitárias ISOC?? Internet society? Novaes está como representante para discutir o uso do espectro comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que inventarmos vamos deixar de legado – RADICALIZAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que a escolha foi feita, não tem volta. O que podemos fazer de força para um sistema de rádio digital aberto e livre é um legado histórico. Não vai ter outro momento de migração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem frente de luta de hardware livre?? Já que as tecnologias estão feitas em função de mercado. Quase tudo tem software livre. O hardware ainda não temos tanto. O mais perto é o LibreRouter, para fazer com arduíno, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apropriação direto dessas tecnologias. O Lance é dar conta, se apropriar e usar toda esse desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter no estatuto que quem vai gerir a TV comunitária é a própria associação para prevenir a apropriação pelo Estado, religão, políticos, comercial...&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=94</id>
		<title>Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=94"/>
		<updated>2018-03-06T18:54:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Dúvidas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: '''Rodrigo Trojan'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Situação de projetos de Rede no mundo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''GuifiNet''' – rede mesh hibridas&lt;br /&gt;
* '''LabCom''' – Prof. Xara na UFF – chamava remesh&lt;br /&gt;
* ??? - gringo? (não peguei o nome)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alguns históricos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Encontro sul americano de redes livres com pessoal de Buenos Aires livres, tinha uma rede privada fora da net. E se forma um coletivo de pessoas que estudam isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Organizamos jornadas regionais de redes livres. Um encontro latino americano. Trazemos pessoas que criavam protocolos e trabalhavam com projetos (isso 2012 e 2015). Conhecemos o Bruno num Fórum de Cultura Digital e começa a encaminhar a semente local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos sozinho a nível de Brasil, nem de América Latina ou mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe a Freifunk – presente na Alemanha. Na Áustria - tem a ??? e na ??? tem a ????.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito do que consumimos hoje vem de fora. Usamos protocolos desenvolvido por alemães e outro europeu. Mas o libreMesh em si é uma joint. Tem gente da argentina e gente da Espanha e precisamos de mais gente. O coletivo é bem aberto e interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos cada vez mais pessoas e eventos. Hoje mesh é menos cabuloso. Existe muita coisa sendo feito em muitos países. Na Colômbia, fizeram uma rede para vigilância, com câmeras e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LibreRouter''' – processo desenvolvido coletivamente. Temos muita gente trabalhando mas pouca gente de língua portuguesa. Vale consultar e procurar o que está acontecendo mas precisamos aumentar nossa produção/documentação para aplicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos meshs pequenas mas a GuifiNet tá ligando todas essas pequenas redes comunitárias, que vai crescendo até ter uma rede de internet paralela, só conectando as pessoas que estão ligadas na rede, uma estrutura gigante autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A internet foi pensada como uma '''malha = mesh'''. O processo da internet é pensado na guerra fria, se a comunicação continuasse a ser centralizada, caso fosse atingido esse centro, você acaba com toda a comunicação por isso uma comunicação em malha faria mais sentido e traria mais resiliência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dúvidas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como fazer?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a rede mesh precismos trocar o sistema do roteador para ter múltiplos caminhos e trazer resiliência adotando um sistema organizado em malha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se falarmos em protocolo o nosso hoje é em português que é a língua que estamos falando agora nessa roda. A Guifinet usa múltiplos protocolos. Adotam LibreMesh, mas outros mais antigos também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual a estrutura física dessa LibreMesh?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de estrutura física temos que ver a regulação do pais. Pode ser por cabo, rádio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GuifiNet está no sul da Espanha, com pequenos vilarejos com topografia variada, lá a maioria da rede é feita via rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o LibreMesh é um sistema diferente do OpenWRT?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes pegava cada roteador, configurava, dava nome. O libreMesh configura isso automático. Criaram um site, ele cria a rede, e cria uma imagem que instala em todos os roteadores. Com uma formação de 4 a 6h você consegue passar todo o processo para uma pessoa e ela ter autonomia para fazer esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''LibreMesh''' é um metapacotes uma junção de vários pacotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''OpenWRT''' é a base, é um kernel e um shell básico. Tem um ambiente gráfico, mas é um shell. Tem outros metapacotes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O OpenWRT você pode usar para várias coisas como teste de segurança e invasão, transformar roteador em webcam, tocar musica via streaming, ele tem múltiplas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== guifi.net ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34 Mil nodos funcionando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma comunidade com 50 nós, isso tem uma saída – '''backhall''' que vão para outros lugares, outras comunidades, então não estão os 34 mil conectados. Eles conectam através de de alguns nodos backhall.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode ser servidor! Vai demonstrar a '''MagicBox'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== BattleMesh ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evento Patrocinado por '''Internet Society''' com a missão de aumentar o número de usuárias/os consciente de internet. Cada edição é num país. Próximo é em maio em Berlim no CCC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:'''&lt;br /&gt;
* ninux.org – começou local e já é nacional&lt;br /&gt;
* network bogotá&lt;br /&gt;
* batman&lt;br /&gt;
* freifn.net&lt;br /&gt;
* frunkfour???&lt;br /&gt;
* wlanslovenija&lt;br /&gt;
* guifi.net&lt;br /&gt;
* netCommons&lt;br /&gt;
* AWMN&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== No Brasil === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas instalações da coolab, na rosa luxemburgo, e outras organizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de longa distância, um caseiro é 100 mts um profissional é 30, 50 km. Quando falamos de coisa grande é 400 KM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos em rádio ele cria um campo eletromagnético. Então 400 km é a máxima grande distância. Em ??? tem uma de 250 KM. E acabamos caindo em tecnologia proprietária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas malhas deveriam ser uma rede livre aberta para o brasil, mas tem parcerias público privadas em algum lugares não é 100% do governo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem outras associações que estão na ativa. Uma delas é a '''Artigo 19''', que promove a liberdade de comunicação. Um ano atrás fizeram uma cartilha de como criar sua rede comunitária.  Gerou formações ao redor do país e em alguns outros continentes. Estão forte na formação de outras pessoas para fazer as redes. Estão com planos de criar redes em parcerias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em petrópolis tem uma escola também com a tecnologia da escola da ponte que estão em processo para instalar lá também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No maranhão também num quilombo urbano e outro rural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes ativas é difícil mapear e acompanhar. Onde estão fazendo, distribuição e demanda. Sabemos que a demanda é maior no norte e nordeste do que sul e sudeste. Mas não temos noção das instalações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== ninux.org ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No mundo tem um movimento de conectar essas redes, entre bairros, cidades e etc para criar uma estrutura autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa do ninux – super legal está gigantesca e pegando toda a Itália.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(anexar aqui?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dúvidas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como são essas redes? Pessoas físicas?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na GuifiNet as redes são de todo tipo, privado, comunitário, particular… &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando de Brasil – antes não podia vender internet, se teu roteador passar da parede da casa era ilegal. Perceberam que era ridículo. Quem contratava o rádio e vendia a conexão começou a ser processado. Daí começaram a diferenciar caso você não ganhasse dinheiro era tudo bem. Mas isso mudou, se hoje você tiver um provedor de até 5mil pessoas, não precisa pedir autorização. Tem que ser uma associação de usuários de internet. Pode receber dinheiro mas não ter lucro, só pagar as contas. E se sobrar dinheiro tem que ser reaplicado. Pode ser uma associação qualquer para esse fim. Mesmo uma comunidade dom 50 a 100 pessoas pode fazer isso. Nem precisa notificar a Anatel por ter menos de 5mil usuário. Caso você atenda mais de 5 mil pessoas, daí é necessário um registro na Anatel com assinatura de um engenheiro de telecomunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No BR nossa última tentativa de contagem tinham 6. E a chegada do 3G nas zonas urbanas tem dado uma segurada em possíveis ampliações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;backhall&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Freifunk&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;OpenWRT&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;MagicBox&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;metapacotes&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;nodos&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=93</id>
		<title>Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=93"/>
		<updated>2018-03-06T18:54:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Dúvidas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: '''Rodrigo Trojan'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Situação de projetos de Rede no mundo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''GuifiNet''' – rede mesh hibridas&lt;br /&gt;
* '''LabCom''' – Prof. Xara na UFF – chamava remesh&lt;br /&gt;
* ??? - gringo? (não peguei o nome)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alguns históricos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Encontro sul americano de redes livres com pessoal de Buenos Aires livres, tinha uma rede privada fora da net. E se forma um coletivo de pessoas que estudam isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Organizamos jornadas regionais de redes livres. Um encontro latino americano. Trazemos pessoas que criavam protocolos e trabalhavam com projetos (isso 2012 e 2015). Conhecemos o Bruno num Fórum de Cultura Digital e começa a encaminhar a semente local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos sozinho a nível de Brasil, nem de América Latina ou mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe a Freifunk – presente na Alemanha. Na Áustria - tem a ??? e na ??? tem a ????.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito do que consumimos hoje vem de fora. Usamos protocolos desenvolvido por alemães e outro europeu. Mas o libreMesh em si é uma joint. Tem gente da argentina e gente da Espanha e precisamos de mais gente. O coletivo é bem aberto e interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos cada vez mais pessoas e eventos. Hoje mesh é menos cabuloso. Existe muita coisa sendo feito em muitos países. Na Colômbia, fizeram uma rede para vigilância, com câmeras e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LibreRouter''' – processo desenvolvido coletivamente. Temos muita gente trabalhando mas pouca gente de língua portuguesa. Vale consultar e procurar o que está acontecendo mas precisamos aumentar nossa produção/documentação para aplicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos meshs pequenas mas a GuifiNet tá ligando todas essas pequenas redes comunitárias, que vai crescendo até ter uma rede de internet paralela, só conectando as pessoas que estão ligadas na rede, uma estrutura gigante autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A internet foi pensada como uma '''malha = mesh'''. O processo da internet é pensado na guerra fria, se a comunicação continuasse a ser centralizada, caso fosse atingido esse centro, você acaba com toda a comunicação por isso uma comunicação em malha faria mais sentido e traria mais resiliência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Dúvidas ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como fazer?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a rede mesh precismos trocar o sistema do roteador para ter múltiplos caminhos e trazer resiliência adotando um sistema organizado em malha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se falarmos em protocolo o nosso hoje é em português que é a língua que estamos falando agora nessa roda. A Guifinet usa múltiplos protocolos. Adotam LibreMesh, mas outros mais antigos também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual a estrutura física dessa LibreMesh?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de estrutura física temos que ver a regulação do pais. Pode ser por cabo, rádio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GuifiNet está no sul da Espanha, com pequenos vilarejos com topografia variada, lá a maioria da rede é feita via rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o LibreMesh é um sistema diferente do OpenWRT?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes pegava cada roteador, configurava, dava nome. O libreMesh configura isso automático. Criaram um site, ele cria a rede, e cria uma imagem que instala em todos os roteadores. Com uma formação de 4 a 6h você consegue passar todo o processo para uma pessoa e ela ter autonomia para fazer esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''LibreMesh''' é um metapacotes uma junção de vários pacotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''OpenWRT''' é a base, é um kernel e um shell básico. Tem um ambiente gráfico, mas é um shell. Tem outros metapacotes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O OpenWRT você pode usar para várias coisas como teste de segurança e invasão, transformar roteador em webcam, tocar musica via streaming, ele tem múltiplas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== guifi.net ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34 Mil nodos funcionando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma comunidade com 50 nós, isso tem uma saída – '''backhall''' que vão para outros lugares, outras comunidades, então não estão os 34 mil conectados. Eles conectam através de de alguns nodos backhall.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode ser servidor! Vai demonstrar a '''MagicBox'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== BattleMesh ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evento Patrocinado por '''Internet Society''' com a missão de aumentar o número de usuárias/os consciente de internet. Cada edição é num país. Próximo é em maio em Berlim no CCC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:'''&lt;br /&gt;
* ninux.org – começou local e já é nacional&lt;br /&gt;
* network bogotá&lt;br /&gt;
* batman&lt;br /&gt;
* freifn.net&lt;br /&gt;
* frunkfour???&lt;br /&gt;
* wlanslovenija&lt;br /&gt;
* guifi.net&lt;br /&gt;
* netCommons&lt;br /&gt;
* AWMN&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== No Brasil === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas instalações da coolab, na rosa luxemburgo, e outras organizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de longa distância, um caseiro é 100 mts um profissional é 30, 50 km. Quando falamos de coisa grande é 400 KM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos em rádio ele cria um campo eletromagnético. Então 400 km é a máxima grande distância. Em ??? tem uma de 250 KM. E acabamos caindo em tecnologia proprietária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas malhas deveriam ser uma rede livre aberta para o brasil, mas tem parcerias público privadas em algum lugares não é 100% do governo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem outras associações que estão na ativa. Uma delas é a '''Artigo 19''', que promove a liberdade de comunicação. Um ano atrás fizeram uma cartilha de como criar sua rede comunitária.  Gerou formações ao redor do país e em alguns outros continentes. Estão forte na formação de outras pessoas para fazer as redes. Estão com planos de criar redes em parcerias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em petrópolis tem uma escola também com a tecnologia da escola da ponte que estão em processo para instalar lá também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No maranhão também num quilombo urbano e outro rural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes ativas é difícil mapear e acompanhar. Onde estão fazendo, distribuição e demanda. Sabemos que a demanda é maior no norte e nordeste do que sul e sudeste. Mas não temos noção das instalações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== ninux.org ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No mundo tem um movimento de conectar essas redes, entre bairros, cidades e etc para criar uma estrutura autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa do ninux – super legal está gigantesca e pegando toda a Itália.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(anexar aqui?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dúvidas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como são essas redes? Pessoas físicas?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na GuifiNet as redes são de todo tipo, privado, comunitário, particular… &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando de Brasil – antes não podia vender internet, se teu roteador passar da parede da casa era ilegal. Perceberam que era ridículo. Quem contratava o rádio e vendia a conexão começou a ser processado. Daí começaram a diferenciar caso você não ganhasse dinheiro era tudo bem. Mas isso mudou, se hoje você tiver um provedor de até 5mil pessoas, não precisa pedir autorização. Tem que ser uma associação de usuários de internet. Pode receber dinheiro mas não ter lucro, só pagar as contas. E se sobrar dinheiro tem que ser reaplicado. Pode ser uma associação qualquer para esse fim. Mesmo uma comunidade dom 50 a 100 pessoas pode fazer isso. Nem precisa notificar a Anatel por ter menos de 5mil usuário. Caso você atenda mais de 5 mil pessoas, daí é necessário um registro na Anatel com assinatura de um engenheiro de telecomunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No BR nossa última tentativa de contagem tinham 6. E a chegada do 3G nas zonas urbanas tem dado uma segurada em possíveis ampliações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;backhall&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Freifunk&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;OpenWRT&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;MagicBox&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;metapacotes&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;nodos&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=92</id>
		<title>Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=92"/>
		<updated>2018-03-06T18:53:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: '''Rodrigo Trojan'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Situação de projetos de Rede no mundo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''GuifiNet''' – rede mesh hibridas&lt;br /&gt;
* '''LabCom''' – Prof. Xara na UFF – chamava remesh&lt;br /&gt;
* ??? - gringo? (não peguei o nome)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alguns históricos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Encontro sul americano de redes livres com pessoal de Buenos Aires livres, tinha uma rede privada fora da net. E se forma um coletivo de pessoas que estudam isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Organizamos jornadas regionais de redes livres. Um encontro latino americano. Trazemos pessoas que criavam protocolos e trabalhavam com projetos (isso 2012 e 2015). Conhecemos o Bruno num Fórum de Cultura Digital e começa a encaminhar a semente local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos sozinho a nível de Brasil, nem de América Latina ou mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe a Freifunk – presente na Alemanha. Na Áustria - tem a ??? e na ??? tem a ????.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito do que consumimos hoje vem de fora. Usamos protocolos desenvolvido por alemães e outro europeu. Mas o libreMesh em si é uma joint. Tem gente da argentina e gente da Espanha e precisamos de mais gente. O coletivo é bem aberto e interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos cada vez mais pessoas e eventos. Hoje mesh é menos cabuloso. Existe muita coisa sendo feito em muitos países. Na Colômbia, fizeram uma rede para vigilância, com câmeras e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LibreRouter''' – processo desenvolvido coletivamente. Temos muita gente trabalhando mas pouca gente de língua portuguesa. Vale consultar e procurar o que está acontecendo mas precisamos aumentar nossa produção/documentação para aplicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos meshs pequenas mas a GuifiNet tá ligando todas essas pequenas redes comunitárias, que vai crescendo até ter uma rede de internet paralela, só conectando as pessoas que estão ligadas na rede, uma estrutura gigante autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A internet foi pensada como uma '''malha = mesh'''. O processo da internet é pensado na guerra fria, se a comunicação continuasse a ser centralizada, caso fosse atingido esse centro, você acaba com toda a comunicação por isso uma comunicação em malha faria mais sentido e traria mais resiliência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Dúvidas ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como fazer?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a rede mesh precismos trocar o sistema do roteador para ter múltiplos caminhos e trazer resiliência adotando um sistema organizado em malha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se falarmos em protocolo o nosso hoje é em português que é a língua que estamos falando agora nessa roda. A Guifinet usa múltiplos protocolos. Adotam LibreMesh, mas outros mais antigos também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual a estrutura física dessa LibreMesh?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de estrutura física temos que ver a regulação do pais. Pode ser por cabo, rádio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GuifiNet está no sul da Espanha, com pequenos vilarejos com topografia variada, lá a maioria da rede é feita via rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o LibreMesh é um sistema diferente do OpenWRT?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes pegava cada roteador, configurava, dava nome. O libreMesh configura isso automático. Criaram um site, ele cria a rede, e cria uma imagem que instala em todos os roteadores. Com uma formação de 4 a 6h você consegue passar todo o processo para uma pessoa e ela ter autonomia para fazer esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''LibreMesh''' é um metapacotes uma junção de vários pacotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''OpenWRT''' é a base, é um kernel e um shell básico. Tem um ambiente gráfico, mas é um shell. Tem outros metapacotes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O OpenWRT você pode usar para várias coisas como teste de segurança e invasão, transformar roteador em webcam, tocar musica via streaming, ele tem múltiplas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== guifi.net ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34 Mil nodos funcionando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma comunidade com 50 nós, isso tem uma saída – '''backhall''' que vão para outros lugares, outras comunidades, então não estão os 34 mil conectados. Eles conectam através de de alguns nodos backhall.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode ser servidor! Vai demonstrar a '''MagicBox'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== BattleMesh ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evento Patrocinado por '''Internet Society''' com a missão de aumentar o número de usuárias/os consciente de internet. Cada edição é num país. Próximo é em maio em Berlim no CCC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:'''&lt;br /&gt;
* ninux.org – começou local e já é nacional&lt;br /&gt;
* network bogotá&lt;br /&gt;
* batman&lt;br /&gt;
* freifn.net&lt;br /&gt;
* frunkfour???&lt;br /&gt;
* wlanslovenija&lt;br /&gt;
* guifi.net&lt;br /&gt;
* netCommons&lt;br /&gt;
* AWMN&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== No Brasil === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas instalações da coolab, na rosa luxemburgo, e outras organizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de longa distância, um caseiro é 100 mts um profissional é 30, 50 km. Quando falamos de coisa grande é 400 KM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos em rádio ele cria um campo eletromagnético. Então 400 km é a máxima grande distância. Em ??? tem uma de 250 KM. E acabamos caindo em tecnologia proprietária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas malhas deveriam ser uma rede livre aberta para o brasil, mas tem parcerias público privadas em algum lugares não é 100% do governo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem outras associações que estão na ativa. Uma delas é a '''Artigo 19''', que promove a liberdade de comunicação. Um ano atrás fizeram uma cartilha de como criar sua rede comunitária.  Gerou formações ao redor do país e em alguns outros continentes. Estão forte na formação de outras pessoas para fazer as redes. Estão com planos de criar redes em parcerias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em petrópolis tem uma escola também com a tecnologia da escola da ponte que estão em processo para instalar lá também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No maranhão também num quilombo urbano e outro rural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes ativas é difícil mapear e acompanhar. Onde estão fazendo, distribuição e demanda. Sabemos que a demanda é maior no norte e nordeste do que sul e sudeste. Mas não temos noção das instalações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== ninux.org ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No mundo tem um movimento de conectar essas redes, entre bairros, cidades e etc para criar uma estrutura autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa do ninux – super legal está gigantesca e pegando toda a Itália.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(anexar aqui?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Dúvidas ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como são essas redes? Pessoas físicas?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na GuifiNet as redes são de todo tipo, privado, comunitário, particular… &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando de Brasil – antes não podia vender internet, se teu roteador passar da parede da casa era ilegal. Perceberam que era ridículo. Quem contratava o rádio e vendia a conexão começou a ser processado. Daí começaram a diferenciar caso você não ganhasse dinheiro era tudo bem. Mas isso mudou, se hoje você tiver um provedor de até 5mil pessoas, não precisa pedir autorização. Tem que ser uma associação de usuários de internet. Pode receber dinheiro mas não ter lucro, só pagar as contas. E se sobrar dinheiro tem que ser reaplicado. Pode ser uma associação qualquer para esse fim. Mesmo uma comunidade dom 50 a 100 pessoas pode fazer isso. Nem precisa notificar a Anatel por ter menos de 5mil usuário. Caso você atenda mais de 5 mil pessoas, daí é necessário um registro na Anatel com assinatura de um engenheiro de telecomunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No BR nossa última tentativa de contagem tinham 6. E a chegada do 3G nas zonas urbanas tem dado uma segurada em possíveis ampliações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;backhall&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Freifunk&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;OpenWRT&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;MagicBox&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;metapacotes&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;nodos&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=91</id>
		<title>Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=91"/>
		<updated>2018-03-06T18:52:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Histórico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: '''Rodrigo Trojan'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Situação de projetos de Rede no mundo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''GuifiNet''' – rede mesh hibridas&lt;br /&gt;
* '''LabCom''' – Prof. Xara na UFF – chamava remesh&lt;br /&gt;
* ??? - gringo? (não peguei o nome)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alguns históricos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Encontro sul americano de redes livres com pessoal de Buenos Aires livres, tinha uma rede privada fora da net. E se forma um coletivo de pessoas que estudam isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Organizamos jornadas regionais de redes livres. Um encontro latino americano. Trazemos pessoas que criavam protocolos e trabalhavam com projetos (isso 2012 e 2015). Conhecemos o Bruno num Fórum de Cultura Digital e começa a encaminhar a semente local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos sozinho a nível de Brasil, nem de América Latina ou mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe a Freifunk – presente na Alemanha. Na Áustria - tem a ??? e na ??? tem a ????.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito do que consumimos hoje vem de fora. Usamos protocolos desenvolvido por alemães e outro europeu. Mas o libreMesh em si é uma joint. Tem gente da argentina e gente da Espanha e precisamos de mais gente. O coletivo é bem aberto e interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos cada vez mais pessoas e eventos. Hoje mesh é menos cabuloso. Existe muita coisa sendo feito em muitos países. Na Colômbia, fizeram uma rede para vigilância, com câmeras e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LibreRouter''' – processo desenvolvido coletivamente. Temos muita gente trabalhando mas pouca gente de língua portuguesa. Vale consultar e procurar o que está acontecendo mas precisamos aumentar nossa produção/documentação para aplicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos meshs pequenas mas a GuifiNet tá ligando todas essas pequenas redes comunitárias, que vai crescendo até ter uma rede de internet paralela, só conectando as pessoas que estão ligadas na rede, uma estrutura gigante autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A internet foi pensada como uma '''malha = mesh'''. O processo da internet é pensado na guerra fria, se a comunicação continuasse a ser centralizada, caso fosse atingido esse centro, você acaba com toda a comunicação por isso uma comunicação em malha faria mais sentido e traria mais resiliência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Dúvidas ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como fazer?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a rede mesh precismos trocar o sistema do roteador para ter múltiplos caminhos e trazer resiliência adotando um sistema organizado em malha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se falarmos em protocolo o nosso hoje é em português que é a língua que estamos falando agora nessa roda. A Guifinet usa múltiplos protocolos. Adotam LibreMesh, mas outros mais antigos também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual a estrutura física dessa LibreMesh?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de estrutura física temos que ver a regulação do pais. Pode ser por cabo, rádio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GuifiNet está no sul da Espanha, com pequenos vilarejos com topografia variada, lá a maioria da rede é feita via rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o LibreMesh é um sistema diferente do OpenWRT?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes pegava cada roteador, configurava, dava nome. O libreMesh configura isso automático. Criaram um site, ele cria a rede, e cria uma imagem que instala em todos os roteadores. Com uma formação de 4 a 6h você consegue passar todo o processo para uma pessoa e ela ter autonomia para fazer esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''LibreMesh''' é um metapacotes uma junção de vários pacotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''OpenWRT''' é a base, é um kernel e um shell básico. Tem um ambiente gráfico, mas é um shell. Tem outros metapacotes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O OpenWRT você pode usar para várias coisas como teste de segurança e invasão, transformar roteador em webcam, tocar musica via streaming, ele tem múltiplas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== guifi.net ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34 Mil nodos funcionando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma comunidade com 50 nós, isso tem uma saída – '''backhall''' que vão para outros lugares, outras comunidades, então não estão os 34 mil conectados. Eles conectam através de de alguns nodos backhall.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode ser servidor! Vai demonstrar a '''MagicBox'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== BattleMesh ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evento Patrocinado por '''Internet Society''' com a missão de aumentar o número de usuárias/os consciente de internet. Cada edição é num país. Próximo é em maio em Berlim no CCC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:'''&lt;br /&gt;
* ninux.org – começou local e já é nacional&lt;br /&gt;
* network bogotá&lt;br /&gt;
* batman&lt;br /&gt;
* freifn.net&lt;br /&gt;
* frunkfour???&lt;br /&gt;
* wlanslovenija&lt;br /&gt;
* guifi.net&lt;br /&gt;
* netCommons&lt;br /&gt;
* AWMN&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== No Brasil === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas instalações da coolab, na rosa luxemburgo, e outras organizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de longa distância, um caseiro é 100 mts um profissional é 30, 50 km. Quando falamos de coisa grande é 400 KM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos em rádio ele cria um campo eletromagnético. Então 400 km é a máxima grande distância. Em ??? tem uma de 250 KM. E acabamos caindo em tecnologia proprietária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas malhas deveriam ser uma rede livre aberta para o brasil, mas tem parcerias público privadas em algum lugares não é 100% do governo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem outras associações que estão na ativa. Uma delas é a '''Artigo 19''', que promove a liberdade de comunicação. Um ano atrás fizeram uma cartilha de como criar sua rede comunitária.  Gerou formações ao redor do país e em alguns outros continentes. Estão forte na formação de outras pessoas para fazer as redes. Estão com planos de criar redes em parcerias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em petrópolis tem uma escola também com a tecnologia da escola da ponte que estão em processo para instalar lá também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No maranhão também num quilombo urbano e outro rural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes ativas é difícil mapear e acompanhar. Onde estão fazendo, distribuição e demanda. Sabemos que a demanda é maior no norte e nordeste do que sul e sudeste. Mas não temos noção das instalações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== ninux.org ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No mundo tem um movimento de conectar essas redes, entre bairros, cidades e etc para criar uma estrutura autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa do ninux – super legal está gigantesca e pegando toda a Itália.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(anexar aqui?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Dúvidas ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como são essas redes? Pessoas físicas?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na GuifiNet as redes são de todo tipo, privado, comunitário, particular… &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando de Brasil – antes não podia vender internet, se teu roteador passar da parede da casa era ilegal. Perceberam que era ridículo. Quem contratava o rádio e vendia a conexão começou a ser processado. Daí começaram a diferenciar caso você não ganhasse dinheiro era tudo bem. Mas isso mudou, se hoje você tiver um provedor de até 5mil pessoas, não precisa pedir autorização. Tem que ser uma associação de usuários de internet. Pode receber dinheiro mas não ter lucro, só pagar as contas. E se sobrar dinheiro tem que ser reaplicado. Pode ser uma associação qualquer para esse fim. Mesmo uma comunidade dom 50 a 100 pessoas pode fazer isso. Nem precisa notificar a Anatel por ter menos de 5mil usuário. Caso você atenda mais de 5 mil pessoas, daí é necessário um registro na Anatel com assinatura de um engenheiro de telecomunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No BR nossa última tentativa de contagem tinham 6. E a chegada do 3G nas zonas urbanas tem dado uma segurada em possíveis ampliações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;backhall&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Freifunk&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;OpenWRT&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;MagicBox&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;metapacotes&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;nodos&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=90</id>
		<title>Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=90"/>
		<updated>2018-03-06T18:51:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: '''Rodrigo Trojan'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Situação de projetos de Rede no mundo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''GuifiNet''' – rede mesh hibridas&lt;br /&gt;
* '''LabCom''' – Prof. Xara na UFF – chamava remesh&lt;br /&gt;
* ??? - gringo? (não peguei o nome)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alguns históricos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Encontro sul americano de redes livres com pessoal de Buenos Aires livres, tinha uma rede privada fora da net. E se forma um coletivo de pessoas que estudam isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Organizamos jornadas regionais de redes livres. Um encontro latino americano. Trazemos pessoas que criavam protocolos e trabalhavam com projetos (isso 2012 e 2015). Conhecemos o Bruno num Fórum de Cultura Digital e começa a encaminhar a semente local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos sozinho a nível de Brasil, nem de América Latina ou mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe a Freifunk – presente na Alemanha. Na Áustria - tem a ??? e na ??? tem a ????.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito do que consumimos hoje vem de fora. Usamos protocolos desenvolvido por alemães e outro europeu. Mas o libreMesh em si é uma joint. Tem gente da argentina e gente da Espanha e precisamos de mais gente. O coletivo é bem aberto e interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos cada vez mais pessoas e eventos. Hoje mesh é menos cabuloso. Existe muita coisa sendo feito em muitos países. Na Colômbia, fizeram uma rede para vigilância, com câmeras e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LibreRouter''' – processo desenvolvido coletivamente. Temos muita gente trabalhando mas pouca gente de língua portuguesa. Vale consultar e procurar o que está acontecendo mas precisamos aumentar nossa produção/documentação para aplicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos meshs pequenas mas a GuifiNet tá ligando todas essas pequenas redes comunitárias, que vai crescendo até ter uma rede de internet paralela, só conectando as pessoas que estão ligadas na rede, uma estrutura gigante autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A internet foi pensada como uma '''malha = mesh'''. O processo da internet é pensado na guerra fria, se a comunicação continuasse a ser centralizada, caso fosse atingido esse centro, você acaba com toda a comunicação por isso uma comunicação em malha faria mais sentido e traria mais resiliência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Dúvidas ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como fazer?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a rede mesh precismos trocar o sistema do roteador para ter múltiplos caminhos e trazer resiliência adotando um sistema organizado em malha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se falarmos em protocolo o nosso hoje é em português que é a língua que estamos falando agora nessa roda. A Guifinet usa múltiplos protocolos. Adotam LibreMesh, mas outros mais antigos também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual a estrutura física dessa LibreMesh?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de estrutura física temos que ver a regulação do pais. Pode ser por cabo, rádio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GuifiNet está no sul da Espanha, com pequenos vilarejos com topografia variada, lá a maioria da rede é feita via rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o LibreMesh é um sistema diferente do OpenWRT?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes pegava cada roteador, configurava, dava nome. O libreMesh configura isso automático. Criaram um site, ele cria a rede, e cria uma imagem que instala em todos os roteadores. Com uma formação de 4 a 6h você consegue passar todo o processo para uma pessoa e ela ter autonomia para fazer esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''LibreMesh''' é um metapacotes uma junção de vários pacotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''OpenWRT''' é a base, é um kernel e um shell básico. Tem um ambiente gráfico, mas é um shell. Tem outros metapacotes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O OpenWRT você pode usar para várias coisas como teste de segurança e invasão, transformar roteador em webcam, tocar musica via streaming, ele tem múltiplas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== guifi.net ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34 Mil nodos funcionando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma comunidade com 50 nós, isso tem uma saída – '''backhall''' que vão para outros lugares, outras comunidades, então não estão os 34 mil conectados. Eles conectam através de de alguns nodos backhall.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode ser servidor! Vai demonstrar a '''MagicBox'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== BattleMesh ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evento Patrocinado por '''Internet Society''' com a missão de aumentar o número de usuárias/os consciente de internet. Cada edição é num país. Próximo é em maio em Berlim no CCC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:'''&lt;br /&gt;
* ninux.org – começou local e já é nacional&lt;br /&gt;
* network bogotá&lt;br /&gt;
* batman&lt;br /&gt;
* freifn.net&lt;br /&gt;
* frunkfour???&lt;br /&gt;
* wlanslovenija&lt;br /&gt;
* guifi.net&lt;br /&gt;
* netCommons&lt;br /&gt;
* AWMN&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== No Brasil === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas instalações da coolab, na rosa luxemburgo, e outras organizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de longa distância, um caseiro é 100 mts um profissional é 30, 50 km. Quando falamos de coisa grande é 400 KM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos em rádio ele cria um campo eletromagnético. Então 400 km é a máxima grande distância. Em ??? tem uma de 250 KM. E acabamos caindo em tecnologia proprietária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas malhas deveriam ser uma rede livre aberta para o brasil, mas tem parcerias público privadas em algum lugares não é 100% do governo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem outras associações que estão na ativa. Uma delas é a '''Artigo 19''', que promove a liberdade de comunicação. Um ano atrás fizeram uma cartilha de como criar sua rede comunitária.  Gerou formações ao redor do país e em alguns outros continentes. Estão forte na formação de outras pessoas para fazer as redes. Estão com planos de criar redes em parcerias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em petrópolis tem uma escola também com a tecnologia da escola da ponte que estão em processo para instalar lá também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No maranhão também num quilombo urbano e outro rural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes ativas é difícil mapear e acompanhar. Onde estão fazendo, distribuição e demanda. Sabemos que a demanda é maior no norte e nordeste do que sul e sudeste. Mas não temos noção das instalações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== ninux.org ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No mundo tem um movimento de conectar essas redes, entre bairros, cidades e etc para criar uma estrutura autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa do ninux – super legal está gigantesca e pegando toda a Itália.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(anexar aqui?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Dúvidas ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como são essas redes? Pessoas físicas?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na GuifiNet as redes são de todo tipo, privado, comunitário, particular… &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando de Brasil – antes não podia vender internet, se teu roteador passar da parede da casa era ilegal. Perceberam que era ridículo. Quem contratava o rádio e vendia a conexão começou a ser processado. Daí começaram a diferenciar caso você não ganhasse dinheiro era tudo bem. Mas isso mudou, se hoje você tiver um provedor de até 5mil pessoas, não precisa pedir autorização. Tem que ser uma associação de usuários de internet. Pode receber dinheiro mas não ter lucro, só pagar as contas. E se sobrar dinheiro tem que ser reaplicado. Pode ser uma associação qualquer para esse fim. Mesmo uma comunidade dom 50 a 100 pessoas pode fazer isso. Nem precisa notificar a Anatel por ter menos de 5mil usuário. Caso você atenda mais de 5 mil pessoas, daí é necessário um registro na Anatel com assinatura de um engenheiro de telecomunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No BR nossa última tentativa de contagem tinham 6. E a chegada do 3G nas zonas urbanas tem dado uma segurada em possíveis ampliações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;backhall&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Freifunk&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;OpenWRT&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;MagicBox&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;metapacotes&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;nodos&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
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		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=89</id>
		<title>Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo</title>
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		<updated>2018-03-06T18:38:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: '''Rodrigo Trojan'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Situação de projetos de Rede no mundo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''GuifiNet''' – rede mesh hibridas&lt;br /&gt;
* '''LabCom''' – Prof. Xara na UFF – chamava remesh&lt;br /&gt;
* ??? - gringo? (não peguei o nome)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alguns históricos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Encontro sul americano de redes livres com pessoal de Buenos Aires livres, tinha uma rede privada fora da net. E se forma um coletivo de pessoas que estudam isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Organizamos jornadas regionais de redes livres. Um encontro latino americano. Trazemos pessoas que criavam protocolos e trabalhavam com projetos (isso 2012 e 2015). Conhecemos o Bruno num Fórum de Cultura Digital e começa a encaminhar a semente local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos sozinho a nível de Brasil, nem de América Latina ou mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe a Freifunk – presente na Alemanha. Na Áustria - tem a ??? e na ??? tem a ????.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito do que consumimos hoje vem de fora. Usamos protocolos desenvolvido por alemães e outro europeu. Mas o libreMesh em si é uma joint. Tem gente da argentina e gente da Espanha e precisamos de mais gente. O coletivo é bem aberto e interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos cada vez mais pessoas e eventos. Hoje mesh é menos cabuloso. Existe muita coisa sendo feito em muitos países. Na Colômbia, fizeram uma rede para vigilância, com câmeras e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LibreRouter''' – processo desenvolvido coletivamente. Temos muita gente trabalhando mas pouca gente de língua portuguesa. Vale consultar e procurar o que está acontecendo mas precisamos aumentar nossa produção/documentação para aplicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos meshs pequenas mas a GuifiNet tá ligando todas essas pequenas redes comunitárias, que vai crescendo até ter uma rede de internet paralela, só conectando as pessoas que estão ligadas na rede, uma estrutura gigante autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A internet foi pensada como uma '''malha = mesh'''. O processo da internet é pensado na guerra fria, se a comunicação continuasse a ser centralizada, caso fosse atingido esse centro, você acaba com toda a comunicação por isso uma comunicação em malha faria mais sentido e traria mais resiliência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como fazer?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a rede mesh precismos trocar o sistema do roteador para ter múltiplos caminhos e trazer resiliência adotando um sistema organizado em malha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se falarmos em protocolo o nosso hoje é em português que é a língua que estamos falando agora nessa roda. A Guifinet usa múltiplos protocolos. Adotam LibreMesh, mas outros mais antigos também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual a estrutura física dessa LibreMesh?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de estrutura física temos que ver a regulação do pais. Pode ser por cabo, rádio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GuifiNet está no sul da Espanha, com pequenos vilarejos com topografia variada, lá a maioria da rede é feita via rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o LibreMesh é um sistema diferente do OpenWRT?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes pegava cada roteador, configurava, dava nome. O libreMesh configura isso automático. Criaram um site, ele cria a rede, e cria uma imagem que instala em todos os roteadores. Com uma formação de 4 a 6h você consegue passar todo o processo para uma pessoa e ela ter autonomia para fazer esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''LibreMesh''' é um metapacotes uma junção de vários pacotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''OpenWRT''' é a base, é um kernel e um shell básico. Tem um ambiente gráfico, mas é um shell. Tem outros metapacotes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O OpenWRT você pode usar para várias coisas como teste de segurança e invasão, transformar roteador em webcam, tocar musica via streaming, ele tem múltiplas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== guifi.net ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34 Mil nodos funcionando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma comunidade com 50 nós, isso tem uma saída – '''backhall''' que vão para outros lugares, outras comunidades, então não estão os 34 mil conectados. Eles conectam através de de alguns nodos backhall.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode ser servidor! Vai demonstrar a '''MagicBox'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== BattleMesh ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evento Patrocinado por '''Internet Society''' com a missão de aumentar o número de usuárias/os consciente de internet. Cada edição é num país. Próximo é em maio em Berlim no CCC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:'''&lt;br /&gt;
* ninux.org – começou local e já é nacional&lt;br /&gt;
* network bogotá&lt;br /&gt;
* batman&lt;br /&gt;
* freifn.net&lt;br /&gt;
* frunkfour???&lt;br /&gt;
* wlanslovenija&lt;br /&gt;
* guifi.net&lt;br /&gt;
* netCommons&lt;br /&gt;
* AWMN&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== No Brasil === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas instalações da coolab, na rosa luxemburgo, e outras organizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de longa distância, um caseiro é 100 mts um profissional é 30, 50 km. Quando falamos de coisa grande é 400 KM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos em rádio ele cria um campo eletromagnético. Então 400 km é a máxima grande distância. Em ??? tem uma de 250 KM. E acabamos caindo em tecnologia proprietária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas malhas deveriam ser uma rede livre aberta para o brasil, mas tem parcerias público privadas em algum lugares não é 100% do governo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem outras associações que estão na ativa. Uma delas é a '''Artigo 19''', que promove a liberdade de comunicação. Um ano atrás fizeram uma cartilha de como criar sua rede comunitária.  Gerou formações ao redor do país e em alguns outros continentes. Estão forte na formação de outras pessoas para fazer as redes. Estão com planos de criar redes em parcerias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em petrópolis tem uma escola também com a tecnologia da escola da ponte que estão em processo para instalar lá também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No maranhão também num quilombo urbano e outro rural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes ativas é difícil mapear e acompanhar. Onde estão fazendo, distribuição e demanda. Sabemos que a demanda é maior no norte e nordeste do que sul e sudeste. Mas não temos noção das instalações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== www.ninux.org ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No mundo tem um movimento de conectar essas redes, entre bairros, cidades e etc para criar uma estrutura autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa do ninux – super legal está gigantesca e pegando toda a Itália.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(anexar aqui?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como são essas redes? Pessoas físicas?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guifinet as redes são de todo tipo, privado, comunitário, particular… &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando de Brasil – antes não podia vender internet, se teu roteador passar da parede da casa era ilegal. Perceberam que era ridículo. Quem contratava o rádio e vendia a conexão começou a ser processado. Daí começaram a diferenciar caso você não ganhasse dinheiro era tudo bem. Mas isso mudou, se hoje você tiver um provedor de até 5mil pessoas, não precisa pedir autorização. Tem que ser uma associação de usuários de internet. Pode receber dinheiro mas não ter lucro, só pagar as contas. E se sobrar dinheiro tem que ser reaplicado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser uma associação qualquer para esse fim. Mesmo uma comunidade dom 50 a 100 pessoas pode fazer isso. Nem precisa notificar a Anatel por ter menos de 5mil usuário. Caso você atenda mais de 5 mil pessoas, daí é necessário um registro na Anatel com assinatura de um engenheiro de telecomunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
–&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No BR nossa última tentativa de contagem tinham 6.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a chegada do 3G nas zonas urbanas tem dado uma segurada em possíveis modificações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem um mapa gigante cheio de pontos onde eles estão conectados! (Procurar e anexar no wiki?)&lt;br /&gt;
Vamos falar mais de sistemas operacionais. Pega a base do open, compila pacotes e da caracteristicas que vao estar acima dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;backhall&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Freifunk&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;OpenWRT&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;MagicBox&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;metapacotes&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;nodos&lt;br /&gt;
: definição&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=88</id>
		<title>Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=88"/>
		<updated>2018-03-06T18:35:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: '''Rodrigo Trojan'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Situação de projetos de Rede no mundo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''GuifiNet''' – rede mesh hibridas&lt;br /&gt;
* '''LabCom''' – Prof. Xara na UFF – chamava remesh&lt;br /&gt;
* ??? - gringo? (não peguei o nome)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alguns históricos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Encontro sul americano de redes livres com pessoal de Buenos Aires livres, tinha uma rede privada fora da net. E se forma um coletivo de pessoas que estudam isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Organizamos jornadas regionais de redes livres. Um encontro latino americano. Trazemos pessoas que criavam protocolos e trabalhavam com projetos (isso 2012 e 2015). Conhecemos o Bruno num Fórum de Cultura Digital e começa a encaminhar a semente local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos sozinho a nível de Brasil, nem de América Latina ou mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe a Freifunk – presente na Alemanha. Na Áustria - tem a ??? e na ??? tem a ????.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito do que consumimos hoje vem de fora. Usamos protocolos desenvolvido por alemães e outro europeu. Mas o libreMesh em si é uma joint. Tem gente da argentina e gente da Espanha e precisamos de mais gente. O coletivo é bem aberto e interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos cada vez mais pessoas e eventos. Hoje mesh é menos cabuloso. Existe muita coisa sendo feito em muitos países. Na Colômbia, fizeram uma rede para vigilância, com câmeras e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LibreRouter''' – processo desenvolvido coletivamente. Temos muita gente trabalhando mas pouca gente de língua portuguesa. Vale consultar e procurar o que está acontecendo mas precisamos aumentar nossa produção/documentação para aplicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos meshs pequenas mas a GuifiNet tá ligando todas essas pequenas redes comunitárias, que vai crescendo até ter uma rede de internet paralela, só conectando as pessoas que estão ligadas na rede, uma estrutura gigante autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A internet foi pensada como uma '''malha = mesh'''. O processo da internet é pensado na guerra fria, se a comunicação continuasse a ser centralizada, caso fosse atingido esse centro, você acaba com toda a comunicação por isso uma comunicação em malha faria mais sentido e traria mais resiliência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como fazer?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a rede mesh precismos trocar o sistema do roteador para ter múltiplos caminhos e trazer resiliência adotando um sistema organizado em malha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se falarmos em protocolo o nosso hoje é em português que é a língua que estamos falando agora nessa roda. A Guifinet usa múltiplos protocolos. Adotam LibreMesh, mas outros mais antigos também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual a estrutura física dessa LibreMesh?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de estrutura física temos que ver a regulação do pais. Pode ser por cabo, rádio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GuifiNet está no sul da Espanha, com pequenos vilarejos com topografia variada, lá a maioria da rede é feita via rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o LibreMesh é um sistema diferente do OpenWRT?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes pegava cada roteador, configurava, dava nome. O libreMesh configura isso automático. Criaram um site, ele cria a rede, e cria uma imagem que instala em todos os roteadores. Com uma formação de 4 a 6h você consegue passar todo o processo para uma pessoa e ela ter autonomia para fazer esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''LibreMesh''' é um metapacotes uma junção de vários pacotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''OpenWRT''' é a base, é um kernel e um shell básico. Tem um ambiente gráfico, mas é um shell. Tem outros metapacotes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O OpenWRT você pode usar para várias coisas como teste de segurança e invasão, transformar roteador em webcam, tocar musica via streaming, ele tem múltiplas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== guifi.net ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34 Mil nodos funcionando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma comunidade com 50 nós, isso tem uma saída – '''backhall''' que vão para outros lugares, outras comunidades, então não estão os 34 mil conectados. Eles conectam através de de alguns nodos backhall.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode ser servidor! Vai demonstrar a '''MagicBox'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== BattleMesh ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evento Patrocinado por '''Internet Society''' com a missão de aumentar o número de usuárias/os consciente de internet. Cada edição é num país. Próximo é em maio em Berlim no CCC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:'''&lt;br /&gt;
* ninux.org – começou local e já é nacional&lt;br /&gt;
* network bogotá&lt;br /&gt;
* batman&lt;br /&gt;
* freifn.net&lt;br /&gt;
* frunkfour???&lt;br /&gt;
* wlanslovenija&lt;br /&gt;
* guifi.net&lt;br /&gt;
* netCommons&lt;br /&gt;
* AWMN&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== No Brasil === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas instalações da coolab, na rosa luxemburgo, e outras organizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de longa distância, um caseiro é 100 mts um profissional é 30, 50 km. Quando falamos de coisa grande é 400 KM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos em rádio ele cria um campo eletromagnético. Então 400 km é a máxima grande distância. Em ??? tem uma de 250 KM. E acabamos caindo em tecnologia proprietária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas malhas deveriam ser uma rede livre aberta para o brasil, mas tem parcerias público privadas em algum lugares não é 100% do governo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem outras associações que estão na ativa. Uma delas é a Artigo 19, que promove a liberdade de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ano atrás fizeram uma cartilha de como criar sua rede comunitária.  Gerou formações ao redor do país e em alguns outros continentes. Estão forte na formação de outras pessoas para fazer as redes. Estão com planos de criar redes em parcerias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em petrópolis tem uma escola também com a tecnologia da escola da ponte que estão em processo para instalar lá também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No maranhão também num quilombo urbano e outro rural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes ativas é difícil mapear e acompanhar. Onde estão fazendo, distribuição e demanda. Sabemos que a demanda é maior no norte e nordeste do que sul e sudeste. Mas não temos noção das instalações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== www.ninux.org ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No mundo tem um movimento de conectar essas redes, entre bairros, cidades e etc para criar uma estrutura autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa do ninux – super legal está gigantesca e pegando toda a Itália.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(anexar aqui?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como são essas redes? Pessoas físicas?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guifinet as redes são de todo tipo, privado, comunitário, particular… &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando de Brasil – antes não podia vender internet, se teu roteador passar da parede da casa era ilegal. Perceberam que era ridículo. Quem contratava o rádio e vendia a conexão começou a ser processado. Daí começaram a diferenciar caso você não ganhasse dinheiro era tudo bem. Mas isso mudou, se hoje você tiver um provedor de até 5mil pessoas, não precisa pedir autorização. Tem que ser uma associação de usuários de internet. Pode receber dinheiro mas não ter lucro, só pagar as contas. E se sobrar dinheiro tem que ser reaplicado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser uma associação qualquer para esse fim. Mesmo uma comunidade dom 50 a 100 pessoas pode fazer isso. Nem precisa notificar a Anatel por ter menos de 5mil usuário. Caso você atenda mais de 5 mil pessoas, daí é necessário um registro na Anatel com assinatura de um engenheiro de telecomunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
–&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No BR nossa última tentativa de contagem tinham 6.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a chegada do 3G nas zonas urbanas tem dado uma segurada em possíveis modificações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem um mapa gigante cheio de pontos onde eles estão conectados! (Procurar e anexar no wiki?)&lt;br /&gt;
Vamos falar mais de sistemas operacionais. Pega a base do open, compila pacotes e da caracteristicas que vao estar acima dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;backhall&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;firmware&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;Freifunk&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreMesh&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;OpenWRT&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;LibreRouter&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;MagicBox&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;metapacotes&lt;br /&gt;
: definição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;nodos&lt;br /&gt;
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		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=87</id>
		<title>Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo</title>
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		<updated>2018-03-06T18:32:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação: '''Rodrigo Trojan'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Situação de projetos de Rede no mundo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''GuifiNet''' – rede mesh hibridas&lt;br /&gt;
* '''LabCom''' – Prof. Xara na UFF – chamava remesh&lt;br /&gt;
* ??? - gringo? (não peguei o nome)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alguns históricos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Encontro sul americano de redes livres com pessoal de Buenos Aires livres, tinha uma rede privada fora da net. E se forma um coletivo de pessoas que estudam isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Organizamos jornadas regionais de redes livres. Um encontro latino americano. Trazemos pessoas que criavam protocolos e trabalhavam com projetos (isso 2012 e 2015). Conhecemos o Bruno num Fórum de Cultura Digital e começa a encaminhar a semente local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos sozinho a nível de Brasil, nem de América Latina ou mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe a Freifunk – presente na Alemanha. Na Áustria - tem a ??? e na ??? tem a ????.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito do que consumimos hoje vem de fora. Usamos protocolos desenvolvido por alemães e outro europeu. Mas o libreMesh em si é uma joint. Tem gente da argentina e gente da Espanha e precisamos de mais gente. O coletivo é bem aberto e interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos cada vez mais pessoas e eventos. Hoje mesh é menos cabuloso. Existe muita coisa sendo feito em muitos países. Na Colômbia, fizeram uma rede para vigilância, com câmeras e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LibreRouter''' – processo desenvolvido coletivamente. Temos muita gente trabalhando mas pouca gente de língua portuguesa. Vale consultar e procurar o que está acontecendo mas precisamos aumentar nossa produção/documentação para aplicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos meshs pequenas mas a GuifiNet tá ligando todas essas pequenas redes comunitárias, que vai crescendo até ter uma rede de internet paralela, só conectando as pessoas que estão ligadas na rede, uma estrutura gigante autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A internet foi pensada como uma '''malha = mesh'''. O processo da internet é pensado na guerra fria, se a comunicação continuasse a ser centralizada, caso fosse atingido esse centro, você acaba com toda a comunicação por isso uma comunicação em malha faria mais sentido e traria mais resiliência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como fazer?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a rede mesh precismos trocar o sistema do roteador para ter múltiplos caminhos e trazer resiliência adotando um sistema organizado em malha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se falarmos em protocolo o nosso hoje é em português que é a língua que estamos falando agora nessa roda. A Guifinet usa múltiplos protocolos. Adotam LibreMesh, mas outros mais antigos também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual a estrutura física dessa LibreMesh?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de estrutura física temos que ver a regulação do pais. Pode ser por cabo, rádio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GuifiNet está no sul da Espanha, com pequenos vilarejos com topografia variada, lá a maioria da rede é feita via rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o LibreMesh é um sistema diferente do OpenWRT?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes pegava cada roteador, configurava, dava nome. O libreMesh configura isso automático. Criaram um site, ele cria a rede, e cria uma imagem que instala em todos os roteadores. Com uma formação de 4 a 6h você consegue passar todo o processo para uma pessoa e ela ter autonomia para fazer esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''LibreMesh''' é um metapacotes uma junção de vários pacotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''OpenWRT''' é a base, é um kernel e um shell básico. Tem um ambiente gráfico, mas é um shell. Tem outros metapacotes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O OpenWRT você pode usar para várias coisas como teste de segurança e invasão, transformar roteador em webcam, tocar musica via streaming, ele tem múltiplas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Projetos: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== guifi.net ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34 Mil nodos funcionando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma comunidade com 50 nós, isso tem uma saída – '''backhall''' que vão para outros lugares, outras comunidades, então não estão os 34 mil conectados. Eles conectam através de de alguns nodos backhall.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode ser servidor! Vai demonstrar a '''MagicBox'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== BattleMesh ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evento Patrocinado por '''Internet Society''' com a missão de aumentar o número de usuárias/os consciente de internet. Cada edição é num país. Próximo é em maio em Berlim no CCC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Participantes:'''&lt;br /&gt;
* ninux.org – começou local e já é nacional&lt;br /&gt;
* network bogotá&lt;br /&gt;
* batman&lt;br /&gt;
* freifn.net&lt;br /&gt;
* frunkfour???&lt;br /&gt;
* wlanslovenija&lt;br /&gt;
* guifi.net&lt;br /&gt;
* netCommons&lt;br /&gt;
* AWMN&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== No Brasil === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas instalações da coolab, na rosa luxemburgo, e outras organizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de longa distância, um caseiro é 100 mts um profissional é 30, 50 km. Quando falamos de coisa grande é 400 KM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos em rádio ele cria um campo eletromagnético. Então 400 km é a máxima grande distância. Em ??? tem uma de 250 KM. E acabamos caindo em tecnologia proprietária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas malhas deveriam ser uma rede livre aberta para o brasil, mas tem parcerias público privadas em algum lugares não é 100% do governo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem outras associações que estão na ativa. Uma delas é a Artigo 19, que promove a liberdade de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ano atrás fizeram uma cartilha de como criar sua rede comunitária.  Gerou formações ao redor do país e em alguns outros continentes. Estão forte na formação de outras pessoas para fazer as redes. Estão com planos de criar redes em parcerias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em petrópolis tem uma escola também com a tecnologia da escola da ponte que estão em processo para instalar lá também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No maranhão também num quilombo urbano e outro rural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes ativas é difícil mapear e acompanhar. Onde estão fazendo, distribuição e demanda. Sabemos que a demanda é maior no norte e nordeste do que sul e sudeste. Mas não temos noção das instalações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== www.ninux.org ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No mundo tem um movimento de conectar essas redes, entre bairros, cidades e etc para criar uma estrutura autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa do ninux – super legal está gigantesca e pegando toda a Itália.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(anexar aqui?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como são essas redes? Pessoas físicas?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guifinet as redes são de todo tipo, privado, comunitário, particular… &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando de Brasil – antes não podia vender internet, se teu roteador passar da parede da casa era ilegal. Perceberam que era ridículo. Quem contratava o rádio e vendia a conexão começou a ser processado. Daí começaram a diferenciar caso você não ganhasse dinheiro era tudo bem. Mas isso mudou, se hoje você tiver um provedor de até 5mil pessoas, não precisa pedir autorização. Tem que ser uma associação de usuários de internet. Pode receber dinheiro mas não ter lucro, só pagar as contas. E se sobrar dinheiro tem que ser reaplicado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser uma associação qualquer para esse fim. Mesmo uma comunidade dom 50 a 100 pessoas pode fazer isso. Nem precisa notificar a Anatel por ter menos de 5mil usuário. Caso você atenda mais de 5 mil pessoas, daí é necessário um registro na Anatel com assinatura de um engenheiro de telecomunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
–&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No BR nossa última tentativa de contagem tinham 6.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a chegada do 3G nas zonas urbanas tem dado uma segurada em possíveis modificações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem um mapa gigante cheio de pontos onde eles estão conectados! (Procurar e anexar no wiki?)&lt;br /&gt;
Vamos falar mais de sistemas operacionais. Pega a base do open, compila pacotes e da caracteristicas que vao estar acima dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== GLOSSÁRIO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
backhall:&lt;br /&gt;
firmware: &lt;br /&gt;
Freifunk:&lt;br /&gt;
LibreMesh:&lt;br /&gt;
OpenWRT:&lt;br /&gt;
LibreRouter:&lt;br /&gt;
MagicBox: &lt;br /&gt;
metapacotes:&lt;br /&gt;
nodos:&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=86</id>
		<title>Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=86"/>
		<updated>2018-03-06T18:12:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Rodrigo Trojan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Situação de projetos de Rede no mundo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* GuifiNet – rede mesh hibridas&lt;br /&gt;
* LabCom – Prof. Xara na UFF – chamava remesh&lt;br /&gt;
* ??? - gringo? (não peguei o nome)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alguns históricos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Encontro sul americano de redes livres com pessoal de Buenos Aires livres, tinha uma rede privada fora da net. E se forma um coletivo de pessoas que estudam isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Organizamos jornadas regionais de redes livres. Um encontro latino americano. Trazemos pessoas que criavam protocolos e trabalhavam com projetos (isso 2012 e 2015). Conhecemos o Bruno num Fórum de Cultura Digital e começa a encaminhar a semente local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos sozinho a nível de Brasil, nem de América Latina ou mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe a Freifunk – presente na Alemanha. Na Áustria - tem a ??? e na ??? tem a ????.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito do que consumimos hoje vem de fora. Usamos protocolos desenvolvido por alemães e outro europeu. Mas o libreMesh em si é uma joint. Tem gente da argentina e gente da Espanha e precisamos de mais gente. O coletivo é bem aberto e interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos cada vez mais pessoas e eventos. Hoje mesh é menos cabuloso. Existe muita coisa sendo feito em muitos países. Na Colômbia, fizeram uma rede para vigilância, com cameras e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LibreRouter''' – processo desenvolvido coletivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos muita gente trabalhando mas pouca gente de língua portuguesa. Vale consultar e procurar o que está acontecendo mas precisamos aumentar nossa produção/documentação para aplicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos meshs pequenas mas a GuifiNet tá ligando todas essas pequenas redes comunitárias, que vai crescendo até ter uma rede de internet paralela, só conectando as pessoas que estão ligadas na rede, uma estrutura gigante autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A internet foi pensada como uma '''malha = mesh'''. O processo da internet é pensado na guerra fria, se a comunicação continuasse a ser centralizada, caso fosse atingido esse centro, você acaba com toda a comunicação por isso uma comunicação em malha faria mais sentido e traria mais resiliência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como fazer?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a rede mesh precismos trocar o sistema do roteador para ter múltiplos caminhos e trazer resiliência adotando um sistema organizado em malha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se falarmos em protocolo o nosso hoje é em português que é a língua que estamos falando agora nessa roda. A Guifinet usa múltiplos protocolos. Adotam LibreMesh, mas outros mais antigos também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qual a estrutura física dessa LibreMesh?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de estrutura física temos que ver a regulação do pais. Pode ser por cabo, rádio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GuifiNet está no sul da Espanha, com pequenos vilarejos com topografia variada, lá a maioria da rede é feita via rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o LibreMesh é um sistema diferente do OpenWRT?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes pegava cada roteador, configurava, dava nome. O libreMesh configura isso automático. Criaram um site, ele cria a rede, e cria uma imagem que instala em todos os roteadores. Com uma formação de 4 a 6h você consegue passar todo o processo para uma pessoa e ela ter autonomia para fazer esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''LibreMesh''' é um metapacotes uma junção de vários pacotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''OpenWRT''' é a base, é um kernel e um shell básico. Tem um ambiente gráfico, mas é um shell. Tem outros metapacotes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O OpenWRT você pode usar para várias coisas como teste de segurança e invasão, transformar roteador em webcam, tocar musica via streaming, ele tem múltiplas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guifi.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34 Mil nodos funcionando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem um acomunidade com 50 nós, isso tem uma saída – backhall que vão para outros lugares, outras comunidades, então não estão os 34 mil conectados. Eles conectam através de de alguns nodos backhall.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode ser servidor! Vai demonstrar a MagicBox.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BattleMesh – evento. Patrocinadores – Internet Society – aumentar o numero de usuarios consciente d einternet.&lt;br /&gt;
Cada edição é num país.&lt;br /&gt;
Px. maio em Berlim no CCC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Participantes:&lt;br /&gt;
ninux.org – começou local e já é nacional&lt;br /&gt;
network bogotá&lt;br /&gt;
batman&lt;br /&gt;
freifn.net&lt;br /&gt;
frunkfour???&lt;br /&gt;
wlanslovenija&lt;br /&gt;
guifi.net&lt;br /&gt;
netCommons&lt;br /&gt;
AWMN&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil – algumas instalações da coolab, rosa luxemburgo, e outras organizações. &lt;br /&gt;
Tem um mapa gigante cheio de pontos onde eles estão conectados! (Procurar e anexar no wiki?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de longa distância, um caseiro é 100 mts um profissional é 30, 50 km. Quando falamos de coisa grande é 400 KM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos em rádio ele cria um campo eletromagnético. Então 400 km é a máxima grande distância. Em ??? tem uma de 250 KM. E acabamos caindo em tecnologia proprietária. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas malhas deveriam ser uma rede livre aberta para o brasil, mas tem parcerias público privadas em algum lugares não é 100% do governo. &lt;br /&gt;
Tem outras associações que estão na ativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma delas é a Artigo 19, liberdade de comunicaçao.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E um ano atrás foi feito uma cartilha de como criar sua rede comunitária.  Gerou formações ao redor do país e em alguns outros continentes. Estão forte na formação de outras pessoas para fazer as redes. Estão com planos de criar redes em parcerias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em petrópolis tem uma escola também com a tecnologia da escola da ponte que vão ser instalado lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No maranhão também num quilombo urbano e outro rural.  Esses estou acompanhando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes ativas é difícil mapear e acompanhar. Onde estão fazendo, distribuição e demanda. Maior norte e nordeste do que sul e sudeste. Mas não temos noção das instalações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Www.ninux.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO mundo tem um movimento de conectar essas redes, entre bairros, cidades e etc para criar uma estrutura autonoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como são essass redes? Pessoas físicas? Guifinet as redes são de todo tipo, privado, comunitário, particular… &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando de Brasil – antes não podia vender internet, se teu roteador passar da parede da casa era ilegal. Dai perceberam que era ridículo. Quem contratava o radio e vendia a conexao começaram a processar essas pessoas. Mas caracterizou que se você não ganhasse dinheiro tudo bem. Mas mudou, se hoje você tiver um provedor de até 5mil pessoas, não precisa pedir autorização. Tem que ser uma associacao de usuarios de internet. Pode receber dinheiro mas não ter lucro, só pagar as contas. E se sobrar dinheiro tem que ser reaplicado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se sabe se tem que ser uma associação exclusiva para esse fim? Ou pode usar uma outra associação. Pode ser uma associação qualquer para esse sim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo uma comunidade dom 50 a 100 pessoas pode fazer isso. Nem chegamos na parte da Anatel de notificar a Anatel por ter menos de 5mil usuário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estado é não presente em vários lugares, então não vào ser preocupar com essas redes. Buscar espaços onde os mecanismos de controles não estão super instaladas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fazer esse registro na Anatel precisa ter uma assinatura de engenheiro de telecomunicação? Mesmo se for menor que 5 mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
–&lt;br /&gt;
Mapa do ninux – super legal está gigantesca e peganod toda a italia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No BR nossa última tentativa de contagem tinham 6.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a chegada do 3G nas zonas urbanas tem dado uma segurada em possíveis modificações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos falar mais de sistemas operacionais. Pega a base do open, compila pacotes e da caracteristicas que vao estar acima dele.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=85</id>
		<title>Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo</title>
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		<updated>2018-03-06T17:58:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Rodrigo Trojan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Situação de projetos de Rede no mundo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* GuifiNet – rede mesh hibridas&lt;br /&gt;
* LabCom – Prof. Xara na UFF – chamava remesh&lt;br /&gt;
* ??? - gringo? (não peguei o nome)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alguns históricos:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Encontro sul americano de redes livres com pessoal de Buenos Aires livres, tinha uma rede privada fora da net. E se forma um coletivo de pessoas que estudam isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Organizamos jornadas regionais de redes livres. Um encontro latino americano. Trazemos pessoas que criavam protocolos e trabalhavam com projetos (isso 2012 e 2015)&lt;br /&gt;
Conhecemos o Bruno num Forum de Cultura Digital e começa a encaminhar a semente local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos sozinho a nível de Brasil, não estmoas socinho a nível de América Latina e de mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fFreifunk – alemanha, na Austria - ??? e na ????.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito do que consumimos hoje vem de fora. Usamos protocolos desenvolvido por alemães e outro europeu. Mas o libreMesh em si é uma joint. Tem gente da argentina e gente da Espanha e precisamos de mais gente para fazer operação. É bem aberto e interessenate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos cada vez mais pessoas e eventos. Hoje Mesh é menos cabuloso. Existe muita coisa sendo feito. De muitos países. Na colombia, fizeram para vigilância, com cameras e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LibreRouter – processo desenvolvido coletivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos muita gente trabalhando mas pouca gente de língua portuguesa. Vale consultar e procurar o que está acontecendo mas precisamos aumentar nossa produção para aplicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos as meshs pequenas mas a GuifiNet tá ligando todas essas pequenas redes comunitárias pequenas, que vai crescendo até ter uma rede de internet paralela, só conectando as pessoas que estão ligadas na rede, uma estrutura gigante autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A internet foi pensada como uma malha = mesh. O processo da internet é pensado na guerra fria, e se continuasse a comunicação ser centralizada, acabou com isso acaba com toda a comunicação por isso uma comunicação em malha faria mais sentido e mais resiliência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a rede mesh precismos trocar o sistema do roteador para ter multiplos caminhos e trazer resiliencia trocando para um sistema organizado em malha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se falarmos em protocolo o nosso hoje é em português. A guifinet usa multiplos protocolos. Adotam LibreMesh, mas outros mais antigos, mas são muito grandes, cada ilha decide e na borda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estrutura física dessa LibreMesh? Falamos de estrutura fisica temos que ver a regulação do pais. Pode ser por cabo, rádio. Estão no sul da espanha, pequenos vilarejos com topografia variada a maioria é via rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque o LibreMesh é um sistema diferente do OpenWRT. Vamos falar mais de sistemas operacionais. Pega a base do open, compila pacotes e da caracteristicas que vao estar acima dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes pegava cada roteador, configurava, dava nome. O libreMesh configura isso automático. Criaram um site, ele cria a rede, e cria uma imagem que instala em todos os roteadores. Com uma formação de 4 a 6h você consegue passar todo o processo para uma pessoa e ela ter autonomia para fazer esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O openWRT é a base, é um kernel e um shell básico. Tem um ambiente gráfico, mas é um shell. Tem outros metapacotes. O libremesh é um metapacotes uma junção de vários pacotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O openWRT Pode usar para teste de segurança e invasao, transformar roteador em webcam, tocar musica via streaming, ele é multiplas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
Guifi.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34 Mil nodos funcionando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem um acomunidade com 50 nós, isso tem uma saída – backhall que vão para outros lugares, outras comunidades, então não estão os 34 mil conectados. Eles conectam através de de alguns nodos backhall.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode ser servidor! Vai demonstrar a MagicBox.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BattleMesh – evento. Patrocinadores – Internet Society – aumentar o numero de usuarios consciente d einternet.&lt;br /&gt;
Cada edição é num país.&lt;br /&gt;
Px. maio em Berlim no CCC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Participantes:&lt;br /&gt;
ninux.org – começou local e já é nacional&lt;br /&gt;
network bogotá&lt;br /&gt;
batman&lt;br /&gt;
freifn.net&lt;br /&gt;
frunkfour???&lt;br /&gt;
wlanslovenija&lt;br /&gt;
guifi.net&lt;br /&gt;
netCommons&lt;br /&gt;
AWMN&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil – algumas instalações da coolab, rosa luxemburgo, e outras organizações. &lt;br /&gt;
Tem um mapa gigante cheio de pontos onde eles estão conectados! (Procurar e anexar no wiki?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de longa distância, um caseiro é 100 mts um profissional é 30, 50 km. Quando falamos de coisa grande é 400 KM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos em rádio ele cria um campo eletromagnético. Então 400 km é a máxima grande distância. Em ??? tem uma de 250 KM. E acabamos caindo em tecnologia proprietária. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas malhas deveriam ser uma rede livre aberta para o brasil, mas tem parcerias público privadas em algum lugares não é 100% do governo. &lt;br /&gt;
Tem outras associações que estão na ativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma delas é a Artigo 19, liberdade de comunicaçao.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E um ano atrás foi feito uma cartilha de como criar sua rede comunitária.  Gerou formações ao redor do país e em alguns outros continentes. Estão forte na formação de outras pessoas para fazer as redes. Estão com planos de criar redes em parcerias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em petrópolis tem uma escola também com a tecnologia da escola da ponte que vão ser instalado lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No maranhão também num quilombo urbano e outro rural.  Esses estou acompanhando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes ativas é difícil mapear e acompanhar. Onde estão fazendo, distribuição e demanda. Maior norte e nordeste do que sul e sudeste. Mas não temos noção das instalações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Www.ninux.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO mundo tem um movimento de conectar essas redes, entre bairros, cidades e etc para criar uma estrutura autonoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como são essass redes? Pessoas físicas? Guifinet as redes são de todo tipo, privado, comunitário, particular… &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando de Brasil – antes não podia vender internet, se teu roteador passar da parede da casa era ilegal. Dai perceberam que era ridículo. Quem contratava o radio e vendia a conexao começaram a processar essas pessoas. Mas caracterizou que se você não ganhasse dinheiro tudo bem. Mas mudou, se hoje você tiver um provedor de até 5mil pessoas, não precisa pedir autorização. Tem que ser uma associacao de usuarios de internet. Pode receber dinheiro mas não ter lucro, só pagar as contas. E se sobrar dinheiro tem que ser reaplicado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se sabe se tem que ser uma associação exclusiva para esse fim? Ou pode usar uma outra associação. Pode ser uma associação qualquer para esse sim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo uma comunidade dom 50 a 100 pessoas pode fazer isso. Nem chegamos na parte da Anatel de notificar a Anatel por ter menos de 5mil usuário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estado é não presente em vários lugares, então não vào ser preocupar com essas redes. Buscar espaços onde os mecanismos de controles não estão super instaladas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fazer esse registro na Anatel precisa ter uma assinatura de engenheiro de telecomunicação? Mesmo se for menor que 5 mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
–&lt;br /&gt;
Mapa do ninux – super legal está gigantesca e peganod toda a italia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No BR nossa última tentativa de contagem tinham 6.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a chegada do 3G nas zonas urbanas tem dado uma segurada em possíveis modificações.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_da_Pandavas&amp;diff=84</id>
		<title>Apresentação da Pandavas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_da_Pandavas&amp;diff=84"/>
		<updated>2018-03-06T17:31:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Sem saber que era impossível foram lá e fizeram! */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mara''' – Fundadora da Escola Pandavas fez a apresentação do projeto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idéia surgiu dentro de um grupo de uma escola de filosofia, queríamos fazer desse mundo um espaço melhor para se viver. Quando viemos para cá não tinha nada. Viemos em barracas. Começamos a desbravar. A ideia era fazer um lar assistencial para crianças. O trabalho todo era voluntário e com jovens, afinal são eles que trazem a mudança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com vontade de mudar o mundo e sem dinheiro, mas muito e muita coragem e pouco senso de realidade (o que nos proporcionou realizar tudo isso). A escola de filosofia ainda existe no Rio é ligado a Associação Palas Athenas que ainda existe em São Paulo. E através dessas pessoas conseguimos doações para construir tudo isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adotamos algumas crianças e quando chegou a idade escolar (Mara e seu companheiro adotaram 21 crianças ao longo desses anos), começamos a ter problemas com o interesse das crianças na escola. Então decidimos fazer a escola deles aqui. E tivemos que enfrentar a burocracia do nosso sistema educacional. Conseguimos passar por cima disso, montamos a escola primeiro para nossas crianças e algumas crianças das pessoas que moravam aqui na região . Começou com 17 crianças e já no ano seguinte tínhamos 35. Chegamos a ter 135 crianças. A Palas Athenas criou uma gráfica para que o lucro fosse revertido para o sustento da escola, e tivemos esse apoio por muitos e muitos anos, o que proporcionou que a escola fosse gratuita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2006 a gráfica ficou desatualizada, e fechou e em 2008 e ficamos por nossa conta e risco financeiramente falando. Decidimos criar o instituto pandavas que seria ao mantenedor da escola. Começamos uma nova batalha ao criar esse novo aparelho jurídico perdemos os títulos de utilidade pública. Começamos do zero com um CNPJ  novo. Os professores passaram a trabalhar voluntariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos uma manutenção deficiente da estrutura já existente, não atende a todas as nossas necessidades, não conseguimos registrar os professores, temos assim uma grande rotatividade de profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contamos com pessoas idealistas que nos ajudam a manter a escola. Em 2016 fomos reconhecidos como escola inovadora. Em 2009 recebemos o selo de Preservação da mata Atlântica, quando chegamos aqui era tudo pasto. Temos foco na educação ambiental. É tudo lindo e maravilhoso, mas não temos dinheiro para contratação dos professores de forma correta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa escola é um laboratório, experimentamos em tudo, o que dá certo mantemos o que dá errado descartamos. Adotamos o esquema da escola da ponte, de escola democrática. Já adotamos o sistema de assembleias. Temos uma experiência acumulada com a tecnologia de educação democrática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pais contribuem financeiramente hoje. Ela foi gratuita enquanto a Palas Athenas mantinha. Agora os pais que podem pagam, mesmo assim 80% são bolsistas. Hoje temos 63 alunos. Infelizmente muitos professores foram embora por questões financeiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a Manhã atendendemos as crianças do primeiro ao nono, alguns períodos todos os alunos ficam juntos e alguns momentos separamos por série.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para manutenção eles fazemos esquema de mutirão com pais e professores. Hoje contamos com 17 a 20 professores. Calculamos que o custo da escola fica entre 50  e 60 mil para manutenção, com professores registrados e tudo. A escola já chegou a ter 5 pessoas só para manutenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recebemos merenda escolar e o ônibus da prefeitura. Aqui a prefeitura fornece alimento mesmo, que já é bem diferente do que o Estado fornece bolacha e suco de caixinha. A prefeitura compra no mínimo 40% de produtores locais. Os pais gostariam de modificar um pouco a alimentação mas para isso precisaríamos de um coletivo de pais ativos para fazer acontecer, já teve pais vindo fazer a merenda da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história do terreno: na época a Palas tava procurando espaço para fazer esse trabalho e tinha um contato na prefeitura, os diretores apresentaram para o prefeito o projeto, e foi conseguido uma doação desse terreno que não tinha estrada nem nada na época. O terreno é um esquema de comodato por 99 anos. As vezes isso dificulta muito pois alguns editais exigem que você tenha propriedade da terra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que precisamos de dinheiro, não nos vendemos. É um prazer ceder esse espaço para vocês, isso muda a sociedade. Então se nosso trabalho de 40 anos serve para abrigar novas ideias, então é parte do nosso sonho. Agora estamos numa nova fase, com uma nova energia, energia de resolver os problemas, várias pessoas chegando, estamos num momento novo aqui. A presença de vocês é uma energia nova também! É um momento de Alegria, estamos empolgados! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Pandavas tem feito crowndfunding, e está aberto a doações! Temos outro projeto que é o Adote um Aluno! Alguém fica responsável financeiramente com um aluno e contribui mensalmente com esse aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos outros projetos e produtos para nossa sustentabilidade financeira, temos o projeto trilha, fornecemos para escolas esse serviço mas se adapta a diversos públicos como empresas, grupos sociais, etc. É um trabalho de educação ambiental e social é interdisciplinar. Na Trilha, no meio da mata, os professores vão abordando diversos assuntos fazendo um divertido trabalho de edução ambiental. Esse é o nosso carro chefe para ter o retorno financeiro para poder manter a escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá para sair um site novo. O antigo tá bem desatualizado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adauri: To aqui a 20 anos, vim por conta dos meus 2 filhos. Eles se formaram e eu fiquei e to aqui até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Sem saber que era impossível foram lá e fizeram! ===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
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		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_da_Pandavas&amp;diff=83</id>
		<title>Apresentação da Pandavas</title>
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		<updated>2018-03-06T17:31:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mara''' – Fundadora da Escola Pandavas fez a apresentação do projeto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idéia surgiu dentro de um grupo de uma escola de filosofia, queríamos fazer desse mundo um espaço melhor para se viver. Quando viemos para cá não tinha nada. Viemos em barracas. Começamos a desbravar. A ideia era fazer um lar assistencial para crianças. O trabalho todo era voluntário e com jovens, afinal são eles que trazem a mudança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com vontade de mudar o mundo e sem dinheiro, mas muito e muita coragem e pouco senso de realidade (o que nos proporcionou realizar tudo isso). A escola de filosofia ainda existe no Rio é ligado a Associação Palas Athenas que ainda existe em São Paulo. E através dessas pessoas conseguimos doações para construir tudo isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adotamos algumas crianças e quando chegou a idade escolar (Mara e seu companheiro adotaram 21 crianças ao longo desses anos), começamos a ter problemas com o interesse das crianças na escola. Então decidimos fazer a escola deles aqui. E tivemos que enfrentar a burocracia do nosso sistema educacional. Conseguimos passar por cima disso, montamos a escola primeiro para nossas crianças e algumas crianças das pessoas que moravam aqui na região . Começou com 17 crianças e já no ano seguinte tínhamos 35. Chegamos a ter 135 crianças. A Palas Athenas criou uma gráfica para que o lucro fosse revertido para o sustento da escola, e tivemos esse apoio por muitos e muitos anos, o que proporcionou que a escola fosse gratuita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2006 a gráfica ficou desatualizada, e fechou e em 2008 e ficamos por nossa conta e risco financeiramente falando. Decidimos criar o instituto pandavas que seria ao mantenedor da escola. Começamos uma nova batalha ao criar esse novo aparelho jurídico perdemos os títulos de utilidade pública. Começamos do zero com um CNPJ  novo. Os professores passaram a trabalhar voluntariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos uma manutenção deficiente da estrutura já existente, não atende a todas as nossas necessidades, não conseguimos registrar os professores, temos assim uma grande rotatividade de profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contamos com pessoas idealistas que nos ajudam a manter a escola. Em 2016 fomos reconhecidos como escola inovadora. Em 2009 recebemos o selo de Preservação da mata Atlântica, quando chegamos aqui era tudo pasto. Temos foco na educação ambiental. É tudo lindo e maravilhoso, mas não temos dinheiro para contratação dos professores de forma correta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa escola é um laboratório, experimentamos em tudo, o que dá certo mantemos o que dá errado descartamos. Adotamos o esquema da escola da ponte, de escola democrática. Já adotamos o sistema de assembleias. Temos uma experiência acumulada com a tecnologia de educação democrática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pais contribuem financeiramente hoje. Ela foi gratuita enquanto a Palas Athenas mantinha. Agora os pais que podem pagam, mesmo assim 80% são bolsistas. Hoje temos 63 alunos. Infelizmente muitos professores foram embora por questões financeiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a Manhã atendendemos as crianças do primeiro ao nono, alguns períodos todos os alunos ficam juntos e alguns momentos separamos por série.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para manutenção eles fazemos esquema de mutirão com pais e professores. Hoje contamos com 17 a 20 professores. Calculamos que o custo da escola fica entre 50  e 60 mil para manutenção, com professores registrados e tudo. A escola já chegou a ter 5 pessoas só para manutenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recebemos merenda escolar e o ônibus da prefeitura. Aqui a prefeitura fornece alimento mesmo, que já é bem diferente do que o Estado fornece bolacha e suco de caixinha. A prefeitura compra no mínimo 40% de produtores locais. Os pais gostariam de modificar um pouco a alimentação mas para isso precisaríamos de um coletivo de pais ativos para fazer acontecer, já teve pais vindo fazer a merenda da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história do terreno: na época a Palas tava procurando espaço para fazer esse trabalho e tinha um contato na prefeitura, os diretores apresentaram para o prefeito o projeto, e foi conseguido uma doação desse terreno que não tinha estrada nem nada na época. O terreno é um esquema de comodato por 99 anos. As vezes isso dificulta muito pois alguns editais exigem que você tenha propriedade da terra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que precisamos de dinheiro, não nos vendemos. É um prazer ceder esse espaço para vocês, isso muda a sociedade. Então se nosso trabalho de 40 anos serve para abrigar novas ideias, então é parte do nosso sonho. Agora estamos numa nova fase, com uma nova energia, energia de resolver os problemas, várias pessoas chegando, estamos num momento novo aqui. A presença de vocês é uma energia nova também! É um momento de Alegria, estamos empolgados! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Pandavas tem feito crowndfunding, e está aberto a doações! Temos outro projeto que é o Adote um Aluno! Alguém fica responsável financeiramente com um aluno e contribui mensalmente com esse aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos outros projetos e produtos para nossa sustentabilidade financeira, temos o projeto trilha, fornecemos para escolas esse serviço mas se adapta a diversos públicos como empresas, grupos sociais, etc. É um trabalho de educação ambiental e social é interdisciplinar. Na Trilha, no meio da mata, os professores vão abordando diversos assuntos fazendo um divertido trabalho de edução ambiental. Esse é o nosso carro chefe para ter o retorno financeiro para poder manter a escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá para sair um site novo. O antigo tá bem desatualizado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adauri: To aqui a 20 anos, vim por conta dos meus 2 filhos. Eles se formaram e eu fiquei e to aqui até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sem saber que era impossível foram lá e fizeram! ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_da_Pandavas&amp;diff=82</id>
		<title>Apresentação da Pandavas</title>
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		<updated>2018-03-06T17:30:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Histórico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mara''' – Fundadora da Escola Pandavas fez a apresentação do projeto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idéia surgiu dentro de um grupo de uma escola de filosofia, queríamos fazer desse mundo um espaço melhor para se viver. Quando viemos para cá não tinha nada. Viemos em barracas. Começamos a desbravar. A ideia era fazer um lar assistencial para crianças. O trabalho todo era voluntário e com jovens, afinal são eles que trazem a mudança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com vontade de mudar o mundo e sem dinheiro, mas muito e muita coragem e pouco senso de realidade (o que nos proporcionou realizar tudo isso). A escola de filosofia ainda existe no Rio é ligado a Associação Palas Athenas que ainda existe em São Paulo. E através dessas pessoas conseguimos doações para construir tudo isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adotamos algumas crianças e quando chegou a idade escolar (Mara e seu companheiro adotaram 21 crianças ao longo desses anos), começamos a ter problemas com o interesse das crianças na escola. Então decidimos fazer a escola deles aqui. E tivemos que enfrentar a burocracia do nosso sistema educacional. Conseguimos passar por cima disso, montamos a escola primeiro para nossas crianças e algumas crianças das pessoas que moravam aqui na região . Começou com 17 crianças e já no ano seguinte tínhamos 35. Chegamos a ter 135 crianças. A Palas Athenas criou uma gráfica para que o lucro fosse revertido para o sustento da escola, e tivemos esse apoio por muitos e muitos anos, o que proporcionou que a escola fosse gratuita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2006 a gráfica ficou desatualizada, e fechou e em 2008 e ficamos por nossa conta e risco financeiramente falando. Decidimos criar o instituto pandavas que seria ao mantenedor da escola. Começamos uma nova batalha ao criar esse novo aparelho jurídico perdemos os títulos de utilidade pública. Começamos do zero com um CNPJ  novo. Os professores passaram a trabalhar voluntariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos uma manutenção deficiente da estrutura já existente, não atende a todas as nossas necessidades, não conseguimos registrar os professores, temos assim uma grande rotatividade de profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contamos com pessoas idealistas que nos ajudam a manter a escola. Em 2016 fomos reconhecidos como escola inovadora. Em 2009 recebemos o selo de Preservação da mata Atlântica, quando chegamos aqui era tudo pasto. Temos foco na educação ambiental. É tudo lindo e maravilhoso, mas não temos dinheiro para contratação dos professores de forma correta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa escola é um laboratório, experimentamos em tudo, o que dá certo mantemos o que dá errado descartamos. Adotamos o esquema da escola da ponte, de escola democrática. Já adotamos o sistema de assembleias. Temos uma experiência acumulada com a tecnologia de educação democrática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pais contribuem financeiramente hoje. Ela foi gratuita enquanto a Palas Athenas mantinha. Agora os pais que podem pagam, mesmo assim 80% são bolsistas. Hoje temos 63 alunos. Infelizmente muitos professores foram embora por questões financeiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a Manhã atendendemos as crianças do primeiro ao nono, alguns períodos todos os alunos ficam juntos e alguns momentos separamos por série.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para manutenção eles fazemos esquema de mutirão com pais e professores. Hoje contamos com 17 a 20 professores. Calculamos que o custo da escola fica entre 50  e 60 mil para manutenção, com professores registrados e tudo. A escola já chegou a ter 5 pessoas só para manutenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recebemos merenda escolar e o ônibus da prefeitura. Aqui a prefeitura fornece alimento mesmo, que já é bem diferente do que o Estado fornece bolacha e suco de caixinha. A prefeitura compra no mínimo 40% de produtores locais. Os pais gostariam de modificar um pouco a alimentação mas para isso precisaríamos de um coletivo de pais ativos para fazer acontecer, já teve pais vindo fazer a merenda da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história do terreno: na época a Palas tava procurando espaço para fazer esse trabalho e tinha um contato na prefeitura, os diretores apresentaram para o prefeito o projeto, e foi conseguido uma doação desse terreno que não tinha estrada nem nada na época. O terreno é um esquema de comodato por 99 anos. As vezes isso dificulta muito pois alguns editais exigem que você tenha propriedade da terra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que precisamos de dinheiro, não nos vendemos. É um prazer ceder esse espaço para vocês, isso muda a sociedade. Então se nosso trabalho de 40 anos serve para abrigar novas ideias, então é parte do nosso sonho. Agora estamos numa nova fase, com uma nova energia, energia de resolver os problemas, várias pessoas chegando, estamos num momento novo aqui. A presença de vocês é uma energia nova também! É um momento de Alegria, estamos empolgados! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Pandavas tem feito crowndfunding, e está aberto a doações! Temos outro projeto que é o Adote um Aluno! Alguém fica responsável financeiramente com um aluno e contribui mensalmente com esse aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos outros projetos e produtos para nossa sustentabilidade financeira, temos o projeto trilha, fornecemos para escolas esse serviço mas se adapta a diversos públicos como empresas, grupos sociais, etc. É um trabalho de educação ambiental e social é interdisciplinar. Na Trilha, no meio da mata, os professores vão abordando diversos assuntos fazendo um divertido trabalho de edução ambiental. Esse é o nosso carro chefe para ter o retorno financeiro para poder manter a escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá para sair um site novo. O antigo tá bem desatualizado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adauri: To aqui a 20 anos, vim por conta dos meus 2 filhos. Eles se formaram e eu fiquei e to aqui até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem saber que era impossível foram lá e fizeram!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_da_Pandavas&amp;diff=81</id>
		<title>Apresentação da Pandavas</title>
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		<updated>2018-03-06T17:25:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Histórico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mara''' – Fundadora da Escola Pandavas fez a apresentação do projeto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idéia surgiu dentro de um grupo de uma escola de filosofia, queríamos fazer desse mundo um espaço melhor para se viver. Quando viemos para cá não tinha nada. Viemos em barracas. Começamos a desbravar. A ideia era fazer um lar assistencial para crianças. O trabalho todo era voluntário e com jovens, afinal são eles que trazem a mudança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com vontade de mudar o mundo e sem dinheiro, mas muito e muita coragem e pouco senso de realidade (o que nos proporcionou realizar tudo isso). A escola de filosofia ainda existe no Rio é ligado a Associação Palas Athenas que ainda existe em São Paulo. E através dessas pessoas conseguimos doações para construir tudo isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adotamos algumas crianças e quando chegou a idade escolar (Mara e seu companheiro adotaram 21 crianças ao longo desses anos), começamos a ter problemas com o interesse das crianças na escola. Então decidimos fazer a escola deles aqui. E tivemos que enfrentar a burocracia do nosso sistema educacional. Conseguimos passar por cima disso, montamos a escola primeiro para nossas crianças e algumas crianças das pessoas que moravam aqui na região . Começou com 17 crianças e já no ano seguinte tínhamos 35. Chegamos a ter 135 crianças. A Palas Athenas criou uma gráfica para que o lucro fosse revertido para o sustento da escola, e tivemos esse apoio por muitos e muitos anos, o que proporcionou que a escola fosse gratuita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2006 a gráfica ficou desatualizada, e fechou e em 2008 e ficamos por nossa conta e risco financeiramente falando. Decidimos criar o instituto pandavas que seria ao mantenedor da escola. Começamos uma nova batalha ao criar esse novo aparelho jurídico perdemos os títulos de utilidade pública. Começamos do zero com um CNPJ  novo. Os professores passaram a trabalhar voluntariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos uma manutenção deficiente da estrutura já existente, não atende a todas as nossas necessidades, não conseguimos registrar os professores, temos assim uma grande rotatividade de profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contamos com pessoas idealistas que nos ajudam a manter a escola. Em 2016 fomos reconhecidos como escola inovadora. Em 2009 recebemos o selo de Preservação da mata Atlântica, quando chegamos aqui era tudo pasto. Temos foco na educação ambiental. É tudo lindo e maravilhoso, mas não temos dinheiro para contratação dos professores de forma correta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa escola é um laboratório, experimentamos em tudo, o que dá certo mantemos o que dá errado descartamos. Adotamos o esquema da escola da ponte, de escola democrática. Já adotamos o sistema de assembleias. Temos uma experiência acumulada com a tecnologia de educação democrática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pais contribuem financeiramente hoje. Ela foi gratuita enquanto a Palas Athenas mantinha. Agora os pais que podem pagam, mesmo assim 80% são bolsistas. Hoje temos 63 alunos. Infelizmente muitos professores foram embora por questões financeiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a Manhã atendendemos as crianças do primeiro ao nono, alguns períodos todos os alunos ficam juntos e alguns momentos separamos por série.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para manutenção eles fazemos esquema de mutirão com pais e professores. Hoje contamos com 17 a 20 professores. Calculamos que o custo da escola fica entre 50  e 60 mil para manutenção, com professores registrados e tudo. A escola já chegou a ter 5 pessoas só para manutenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recebemos merenda escolar e o ônibus da prefeitura. Aqui a prefeitura fornece alimento mesmo, que já é bem diferente do que o Estado fornece bolacha e suco de caixinha. A prefeitura compra no mínimo 40% de produtores locais. Os pais gostariam de modificar um pouco a alimentação mas para isso precisaríamos de um coletivo de pais ativos para fazer acontecer, já teve pais vindo fazer a merenda da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história do terreno: na época a Palas tava procurando espaço para fazer esse trabalho e tinha um contato na prefeitura, os diretores apresentaram para o prefeito o projeto, e foi conseguido uma doação desse terreno que não tinha estrada nem nada na época. O terreno é um esquema de comodato por 99 anos. As vezes isso dificulta muito pois alguns editais exigem que você tenha propriedade da terra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que precisamos de dinheiro, não nos vendemos. É um prazer ceder esse espaço para vocês, isso muda a sociedade. Então se nosso trabalho de 40 anos serve para abrigar novas ideias, então é parte do nosso sonho. Agora estamos numa nova fase, com uma nova energia, energia de resolver os problemas, várias pessoas chegando, estamos num momento novo aqui. A presença de vocês é uma energia nova também! É um momento de Alegria, estamos empolgados! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Pandavas tem feito crowndfunding, e está aberto a doações! Temos outro projeto que é o Adote um Aluno! Alguém fica responsável financeiramente com um aluno e contribui mensalmente com esse aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos outros projetos e produtos para nossa sustentabilidade financeira, temos o projeto trilha, fornecemos para escolas esse serviço mas se adapta a diversos públicos como empresas, grupos sociais, etc. É um trabalho de educação ambiental e social é interdisciplinar. Na Trilha, no meio da mata, os professores vão abordando diversos assuntos fazendo um divertido trabalho de edução ambiental. Esse é o nosso carro chefe para ter o retorno financeiro para poder manter a escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá para sair um site novo. O antigo tá bem desatualizado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adauri: To aqui a 20 anos, vim por conta dos meus 2 filhos. Eles se formaram e eu fiquei e to aqui até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
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		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_da_Pandavas&amp;diff=80</id>
		<title>Apresentação da Pandavas</title>
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		<updated>2018-03-06T17:20:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;== Histórico ==&lt;br /&gt;
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'''Mara''' – Fundadora da Escola Pandavas fez a apresentação do projeto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idéia surgiu dentro de um grupo de uma escola de filosofia, queríamos fazer desse mundo um espaço melhor para se viver. Quando viemos para cá não tinha nada. Viemos em barracas. Começamos a desbravar. A ideia era fazer um lar assistencial para crianças. O trabalho todo era voluntário e com jovens, afinal são eles que trazem a mudança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com vontade de mudar o mundo e sem dinheiro, mas muito e muita coragem e pouco senso de realidade (o que nos proporcionou realizar tudo isso). A escola de filosofia ainda existe no Rio é ligado a Associação Palas Athenas que ainda existe em São Paulo. E através dessas pessoas conseguimos doações para construir tudo isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adotamos algumas crianças e quando chegou a idade escolar (Mara e seu companheiro adotaram 21 crianças ao longo desses anos), começamos a ter problemas com o interesse das crianças na escola. Então decidimos fazer a escola deles aqui. E tivemos que enfrentar a burocracia do nosso sistema educacional. Conseguimos passar por cima disso, montamos a escola primeiro para nossas crianças e algumas crianças das pessoas que moravam aqui na região . Começou com 17 crianças e já no ano seguinte tínhamos 35. Chegamos a ter 135 crianças. A Palas Athenas criou uma gráfica para que o lucro fosse revertido para o sustento da escola, e tivemos esse apoio por muitos e muitos anos, o que proporcionou que a escola fosse gratuita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2006 a gráfica ficou desatualizada, e fechou e em 2008 e ficamos por nossa conta e risco financeiramente falando. Decidimos criar o instituto pandavas que seria ao mantenedor da escola. Começamos uma nova batalha ao criar esse novo aparelho jurídico perdemos os títulos de utilidade pública. Começamos do zero com um CNPJ  novo. Os professores passaram a trabalhar voluntariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos uma manutenção deficiente da estrutura já existente, não atende a todas as nossas necessidades, não conseguimos registrar os professores, temos assim uma grande rotatividade de profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contamos com pessoas idealistas que nos ajudam a manter a escola. Em 2016 fomos reconhecidos como escola inovadora. Em 2009 recebemos o selo de Preservação da mata Atlântica, quando chegamos aqui era tudo pasto. Temos foco na educação ambiental. É tudo lindo e maravilhoso, mas não temos dinheiro para contratação dos professores de forma correta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa escola é um laboratório, experimentamos em tudo, o que dá certo mantemos o que dá errado descartamos. Adotamos o esquema da escola da ponte, de escola democrática. Já adotamos o sistema de assembleias. Temos uma experiência acumulada com a tecnologia de educação democrática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pais contribuem financeiramente hoje. Ela foi gratuita enquanto a Palas Athenas mantinha. Agora os pais que podem pagam, mesmo assim 80% são bolsistas. Hoje temos 63 alunos. Infelizmente muitos professores foram embora por questões financeiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a Manhã atendendemos as crianças do primeiro ao nono, alguns períodos todos os alunos ficam juntos e alguns momentos separamos por série.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para manutenção eles fazemos esquema de mutirão com pais e professores. Hoje contamos com 17 a 20 professores. Calculamos que o custo da escola fica entre 50  e 60 mil para manutenção, com professores registrados e tudo. A escola já chegou a ter 5 pessoas só para manutenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recebemos merenda escolar e o ônibus da prefeitura. Aqui a prefeitura fornece alimento mesmo, que já é bem diferente do que o Estado fornece bolacha e suco de caixinha. A prefeitura compra no mínimo 40% de produtores locais. Os pais gostariam de modificar um pouco a alimentação mas para isso precisaríamos de um coletivo de pais ativos para fazer acontecer, já teve pais vindo fazer a merenda da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história do terreno: na época a Palas tava procurando espaço para fazer esse trabalho e tinha um contato na prefeitura, os diretores apresentaram para o prefeito o projeto, e foi conseguido uma doação desse terreno que não tinha estrada nem nada na época. O terreno é um esquema de comodato por 99 anos. As vezes isso dificulta muito pois alguns editais exigem que você tenha propriedade da terra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que precisamos de dinheiro, não nos vendemos. É um prazer ceder esse espaço para vocês, isso muda a sociedade. Então se nosso trabalho de 40 anos serve para abrigar novas ideias, então é parte do nosso sonho. Agora estamos numa nova fase, com uma nova energia, energia de resolver os problemas, várias pessoas chegando, estamos num momento novo aqui. A presença de vocês é uma energia nova também! É um momento de Alegria, estamos empolgados! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Pandavas tem feito crowndfunding, e está aberto a doações! Temos outro projeto que é o Adote um Aluno! Alguém fica responsável financeiramente com um aluno e contribui mensalmente com esse aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos outros projetos e produtos para nossa sustentabilidade financeira, temos o projeto trilha, fornecemos para escolas esse serviço mas se adapta a diversos públicos como empresas, grupos sociais, etc. É um trabalho de educação ambiental e social é interdisciplinar. Na Trilha, no meio da mata, os professores vão abordando diversos assuntos fazendo um divertido trabalho de edução ambiental. Esse é o nosso carro chefe para ter o retorno financeiro para poder manter a escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá para sair um site novo. O antigo tá bem desatualizado!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adauri: To aqui a 20 anos, vim por conta dos meus 2 filhos. Eles se formaram e eu fiquei e to aqui até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: Sem saber que era impossível forma lá e fizeram!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_da_Pandavas&amp;diff=79</id>
		<title>Apresentação da Pandavas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_da_Pandavas&amp;diff=79"/>
		<updated>2018-03-06T14:32:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= Apresentação da Escola Pandavas. =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mara''' – Fundadora da Escola Pandavas fez a apresentação do projeto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idéia surgiu dentro de um grupo de uma escola de filosofia, queríamos fazer desse mundo um espaço melhor para se viver. Quando viemos para cá não tinha nada. Viemos em barracas. Começamos a desbravar. A ideia era fazer um lar assistencial para crianças. O trabalho todo era voluntário e com jovens, afinal são eles que trazem a mudança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com vontade de mudar o mundo e sem dinheiro, mas muito e muita coragem e pouco senso de realidade (o que nos proporcionou realizar tudo isso). A escola de filosofia ainda existe no Rio é ligado a Associação Palas Athenas que ainda existe em São Paulo. E através dessas pessoas conseguimos doações para construir tudo isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adotamos algumas crianças e quando chegou a idade escolar, começamos a ter problemas com o interesse das crianças na escola. Então decidimos fazer a escola deles aqui. E tivemos que enfrentar a burocracia do nosso sistema educacional. Conseguimos passar por cima disso, montamos a escola primeiro para nossas crianças e algumas crianças das pessoas que moravam aqui na região . Começou com 17 crianças e já no ano seguinte tínhamos 35. Chegamos a ter 135 crianças. A Palas Athenas criou uma gráfica para que o lucro fosse revertido para o sustento da escola, e tivemos esse apoio por muitos e muitos anos, o que proporcionou que a escola fosse gratuita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2006 a gráfica ficou desatualizada, e fechou e em 2008 e ficamos por nossa conta e risco financeiramente falando. Decidimos criar o instituto pandavas que seria ao mantenedor da escola. Começamos uma nova batalha ao criar esse novo aparelho jurídico perdemos os títulos de utilidade pública. Começamos do zero com um CNPJ  novo. Os professores passaram a trabalhar voluntariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos uma manutenção deficinete, não atende a todas as nossas necessidades, não conseguimos registarar os professores, tem uma grande rotatividade de profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contamos com mpessoas idealistas que nos ajudam a manter a escola. Em 2016 foi reconhecida como escola inovadora. Em 2009 recebemos o selo de Preservação da mata Atlântica, aqui era pasto. Temos foco na educação ambiental. É tudo lindo e maravilhoso, mas não temos dinheiro para contratação dos professores de forma correta. Essa escola é um laboratório, experimentamos o que dá certo mantemos o que dá errado discartamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adotamos o esquema da escola da ponte, de escola democratica. Já adotamos a assembléia. Temos uma experiência acumulada com a tecnologia de educação democrática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pais contribuem hoje. Ela foi gratuita enquanto a Palas Athenas mantinha. Agora os pais que podem pagam mas 80% são bolsistas. Hoje temos 63 alunos. Muitos professores foram embora por questões financeiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Manhão do primeiro ao nono, alguns periodos todos juntos e alguns momentos separados por série.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para manutenção eles fazem esquema de mutirão com pais e professores. Hoje com 17 a 20 prefessores. Entre 50  e 60 mil para manutenção mensal da escola, com professores registrados e tudo. A escola já chegou a ter 5 pessoas só para manutenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recebemos merenda escolar  e o onibus sempre recebemos da prefeitura. Os pais gostariam de modificar um pouco a alimentação. Precisaríamos de um coletivo de pais ativos nisso para acontecer, já teve pais vindo fazer a merenda da escola. A prefeitura fornece alimento mesmo, que já é bem diferente do que o Estado fornece. E a prefeitura tem que comprar 40% de produtores locais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O terreno, na época a Palas tava procurando espaço para fazer esse trabalho e tinha um contato na prefeitura, os diretores apresentaram para o prefeito, e foi conseguido uma doação, desse terreno que não tinha estrada nem nada. É um comodato por 99 anos. Alguns editais exigem que você tenha propriedade da terra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que precisamos de dinheiro, não nos vendemos. É um prazer ceder esse espaço para vocês, isso muda a sociedade. Então se nosso trabalho de 40 anos serve para abrigar novas ideias, então é parte do nosso sonho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maísa: Agora estamos numa nova energia, energia de resolver o problema, várias pessoas chegando, estamos num momento novo aqui. A presença de vocês é uma energia nova. A história aqui é muito legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Momento de Alegria, estamos empolgados! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Pandavas tem feito crowndfunding, e aberto a doações!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dani – A Mara e o companheiro adotaram 21 crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos outro projeto que é o Adote um Aluno! Alguém fica responsável financeiramente com um aluno e contribui mensalmente com esse aluno. Que pretendemos incrementar e dar uma empurrada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos outros projetos e produtos e usamos o projeto trilha, fornecemos para escola esse serviço mas se adapta a diversos públicos como empresas. É um trabalho de educação ambiental e social, é interdisciplinar, na Trilha, na mata. Os professores vão fazendo vários trabalhos de educção ambiental. Esse é o nosso carro chefe. Para ter o retorno financeiro para poder manter a escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá para sair um site novo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adauri: To aqui a 20 anos, vim por conta dos meus 2 filhos. Eles se formaram e eu fiquei e to aqui até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem saber que era impossível forma lá e fizeram!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Tv_e_R%C3%A1dio_Digital_/_Comunidade&amp;diff=72</id>
		<title>Tv e Rádio Digital / Comunidade</title>
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		<updated>2018-03-04T15:53:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'TV Digital  - Otimização - Multipogramação - Novos serviços - Interatividade (ginga)  Ainda não decidimos qual vai ser o sistema de rádio digital temos 2 possibilidades...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;TV Digital&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Otimização&lt;br /&gt;
- Multipogramação&lt;br /&gt;
- Novos serviços&lt;br /&gt;
- Interatividade (ginga)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda não decidimos qual vai ser o sistema de rádio digital temos 2 possibilidades:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- DRM – mais aberto e interessante&lt;br /&gt;
- ??? - que é o modelo americano que só saimos perdendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tv digital foi assinado o decreto em 2006. Foi a maior mobilização de acadêmicos brasileiros. Desde militares telecomunicações sempre foi orgulho nacional. Tivemos a Telebras e o CPQD, Que fica em campinas, e participei como pesquisador lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos 12 anos de funcionamento de uma televisão que não mudou nada na nossa vida. De uma puta possibilidade que tinhamos, o que temos hoje é a novela  com imagem próxima de filmes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Governo brasileiro investiu 60 milhões para desenvolver a TV digital. Tinhamos no mercado ATSC – amerciano o DVB-T e o ISDB – Japonês e foi o escolhido pelo brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos EUA ele nasce com foco em cinema em casa, queremos melhorar qualidade de transmissão, pessoal compra telona e fica em casa e pode comprar pizza no intervalo do superball. Brasil ficou assim porque não fazia otimização do espectro o europeu DVB-T o foco era no conteúdo, serviço de comunicação social EUA é grana e Europa é conteúdo.&lt;br /&gt;
O Brasil pegou o pior dos 2, foram péssimas escolhas. &lt;br /&gt;
DVB-T embora multiprogramação, multiplica os canais, multiprogramação mas sem alta definição. A TV muito colorida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasil distribuindo 17 milhões de caixinha para receptor digital, para conectar no tubo catódico (TV antiga).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que foi deinitivo para escolher o japones de base, porque de fato é o melhor, depois do brasileiro, ele tem otimização do espectro e mobilidade o que o ISDB e DVB não tem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ISDB-B b de brasil, desenvolvemos o Ginga. Software livre, está sendo usado na argentina e outros lugares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modelo comercial não se intereessa em desenvolver novas tecnologias, ele quer manter esse modelo de uma tela com grade de horário. Temos 12 anos de insistencia e vitoria que TV digital é multicolorida todas as outras possibilidades, deixa para lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda a potência da TV Digital está com a gente, não vai ter otimização, multiprogramação, novos serviços e nem interatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo japones otimiza bem o espectro,  permitie a multiprogramação, novos serviços, não só transmissao audiovisual, mas tamem dados, pode ter outros usos para a TV digital, com mobilidade. Num continente com 200 milhões de pesssoas que são obssecadas por TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil tem a possibilidade de desenvolver a melhor TV digital do mundo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos desenvolver pequenas tvs locais com a TV digital?&lt;br /&gt;
Hoje ainda é caro o acesso ao equipamento, novo tem que importar algumas coisas, é caro porque um equipamento dess ejá vem multiprogramação.&lt;br /&gt;
Vai ser algo em 300 mil reais. Com estudio programação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinal digital:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escasses do espectro!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tv precisa de 6 mega para transmitir. Antes tinha a possibilidade de intermodulação/interferência. Para cada 6 M de Tv tinha que ter 6m acima e abaixo por ocnta disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com digital não tem esse risco, pode usar as faixas de onda, que antes tinham que deixar livre como margem de segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otimização do espectro, conseguimos comprimir o sinal. Ao inves do sintal SPTV – que é qualidade de DVD, melhor que o chiado na TV de tubo catódico, já é uma revolução. Digital não tem antena bombril, ou pega ou não pega.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde cabia um canal de sinal analógico cabe 12 digital em qualidade standard&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ainda em cada canal você pode transmitir até 4 programações ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E pode customizar, mais qualidade, diminuir e deixar uma bandinha para canal de retorno só para interatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o HD? Eles ocupam os 6Mega. Não otimizado. Mantem o monópolia, Intenção política no uso de espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um oligopolio organizado os meios de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A TV Cultura transmitiu multiprogramação, a Globo processou. Argumento é que a TV cultura só tinha concessão para transmitir uma programação. Globo ganhou o processo. Muito recente tá liberando a multiprogramação, através das TV cidadania da cidade, liberando um dos canais para as TVs Comunitárias. Agora reverteu e a TV CULTURA tá transmitindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como faz multiprogramação? A multiplexização (é isso?), transmite 4 emissoras do mesmo equipamento, ou seja 4 TV Culturas :) Poderia usar uns desses canais para TV Comunitária. Tipo a TV municipal tem seu canal, e liberar usando esse mesmo equipamento da TV municipal para uma TV Comunitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo muito modulado no consumo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo isso vale para o rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro escasso. Hoje não faz sentido. Era para ter multiprogramação bombando na programação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novos serviços.&lt;br /&gt;
Não só transmitir imagens, mas transmitir dados. &lt;br /&gt;
A TV digital tem a possibilidade de transmitir 13 megabites por segundo. Mais que a  velocidade que a maioria das pessoas no brasil tem acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confundir arquiteturas de comunicação. Nunca transmitir algo ao vivo vai ser mais eficiente fazer da internet do que broadcast. Com um transmissor 300 mil pessoas podem ver um programa, na internet isso derruba site, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autonomia de infraestrutura. Internet é proprietária. Internet tem cabo ligando tudo. Radio e TV Digital usa espectro, temos nossa TV/radio funcionando. Em termos de autonomia é importante. E isso também tem a questão da vigilância, nos dá uma possibilidade de autonomia e segurança muito maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TV e Rádio pode transmitir dados criptografados, e muito rápido, pode ter sequestro do equipamento. Mas um risco menor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos pensar no rompimento da grade de horário. As TVs podem mandar via carrossel vários filmes e com um pendrive você pode baixar isso. Pode ter vários tipos de politica para incentivar isso. Tipo a TV Cultura pode disponibilizando o acervo, e você assiste na hora, ou marca e ele faz download.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque vemos essa potência tão grande no Brasil. Na amazonia trabalho com Jader, ele trabalha com a transparência na amazônia, o quanto os governos publicavam seus dados. As cidades pequenas não tinham nem site, quanto mais fazer valer a lei de acesso a informaçõa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos trabalho com Transparência Ativa – entender que os governos eles mesmo podem ter a iniciativa para fazer esses dados chegarem nas pessoas, você navega no orçamento do município na tela da televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode receber videos de gravidez, neonatal, receber resultados, pode criar aplicativos pelo ginga ser um software livre, o ginga tem um acoplamento em cima do hardware da TV digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brasil é proibido as caixinhas comercializadas e distribuidas no brasil tem que vir com ginga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não teve aderência das pessoas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liga - 147 responsável pela migração da TV Digital, pode fazer a pergunta que você quiser. Mas as respostas são variadas e horríveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema do brasil foi adotado pelo resto da america latina inteira, só a colombia tá na ATSC. O resto é ISDB-B com ginga. E no brasil os recursos do ginga não são utilizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Argentina tá’com experimento legal com tva publica, fazendo questionários, você pode votar pelo IP da TV. Urna eletronica já é maior robalheiro.  Consulta pública, plebiscitos as potencialidade de comunidade, consultar onde vai instalar o posto de saúde.&lt;br /&gt;
Todos os serviços!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interatividade – Temos 3 tipos que definimos.&lt;br /&gt;
Primeiro local – pode interagir com seu equipamento, recebenco conteúdo no carrosel como se fosse um video cassete grando no pendrive. Ou o que foi mandado para seu box, você pode navegar. Rompe com o paradgma da grade de horário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois com a EMISSORA – lembra do HUGO primeira coisa interativa apertando a tecla do telefone.&lt;br /&gt;
O presidente fazendo um anuncio, podemos enviar uma noticia na emissora, mesmo ao vivo. Hoje como o sistema ficou desenhado você. Precisa de outra estrutura, internet, celular ou ?? &lt;br /&gt;
Originalmente a minha pesquisa era interatividade intrabanda. Se tem 6 mega para usar e usa 3, 4/5, você poderia usar isso para transmistir informação, intrabanda. Mas minha pesquisa traz porque não posso usar a infraestrutura de ocmunicação comercial, para enviar o dado do seu vídeo pelo espectro de quando a TV não está utilizando o espectro, mandar o video para cineclubes de todo pais ao mesmo tempo por exemplo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interferir mais com a emissora. Tipo Você decide. Aproximar da gente essa programação, não como uma escolha de final, mas com sugestões com conteúdo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terceira interação – Interatividade todos com todos. Fazer a inclusão digital no Brasil, a plataforma poderia ser essa alavancadora. Como agregra redemesh, tvdigital, um dos caminhos todos com todos é essa da anteninha intrabanda. Uma antena de micropontecia para falar com vizinho por isso não conseguimos implementar essa possibilidade nas caixas com ginga instalado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A interação era uma coisa que se prometia muito. A grande apropriação de grupos organizados da direita estão fazendo. Isso era uma preocupação que tinhamos na época das Rádios. Grupos de poder local se apropriar disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A interatividade tem que ser pensado com a questão política. Uma interatividade todos para todos ou entre nos e emissoras comerciais. A quantidade de dinheiro que grupos mais reacionários podem utilizar esse canal, esse universo, esse conteúdo. Funciona enquanto potencia só se tivermos um posicionamento muito forte e ocupar essses espaços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se organizar socialmente e politicamente?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como garantir que não vai ser novos meios de dominação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somos a ponta do desenvolvimento tecnológico para ser apropriado mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O maior GAP é do próprio conhecimento e das possilidades. Temos uma cultura técnica de desconhecimento, desinteresse, de que a técnica é neutra. Separação conteúdo x meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproximar a discussõa técnica da política. E os grupos de democratização tendem a esvaziar a discussão técnica. Mas ainda é em segundo plano, o primeiro é de disputa e hegemônia. Muitas vezes é a reprodução do discurso da globo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez se investir em transmitir dados podemos rever isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Box tá chegando em 17 milhões de lares do Brasil. Roda giga, tem USB. E que tem possibilidade de conectar um dongo de wifi e custa 19 reais e fazer a redemesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o equipamento mais barato. A coolab tá investigando essa tecnologia para implementar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer uma redemesh a partir da caixinha? Hoje usa o roteador e consegue ocm 100 mts de raio, esse mesmo processo pode ser feito com a caixinha de TV digital e colocar essa antena pendrive e fazer a mesma coisa. Aqui você investe 100 reais no roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Tv Digital vai chegar na casa de todo mundo! Todo mundo vai ter. O sinal de internet hoje tem que ser um 4G, um celular, mas imaginamos que isso pode vir de políticas públicas de comunicação. Existe a possiblidade de instalação de infraestrutura de altissima capilaridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode usar para fazer intranet em comunidades também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em bongo opera em 2.4 e não precisa de autorização. Quem ta comprando isso é o governo, e fornecendo para quem não tem condições de acesso. Também tem raio de 100 mts.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da rede mesh do setupbox você pode compartilhar adicional de internet. Vai usar a TV digital para rotear, você tem que ter um serviço para compartilhar. Um sinal de internet que chega num deles. Possilbidade de políticas publicas em cima disso. E intranet também!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
USB entrada de internet e saída de vídeo RCA, não tem HDMI a que o governo tá distribuindo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de conectar a internet temos que fazer uma intranet, meses só usando compartilhamento para produzir conteúdo, linceciar, compartilhar conteúdo. Essa pode ser uma forma, de evitar levar novas tecnologias colonizadoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém no mundo tá fazendo isso de transmitir dados por radio e TV digital. Em outros lugares estao todos conectados por cabos de alta velocidade e muito acessiveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O norte domina a infra estrutura e tem autonomia. Para nós essa é a possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ginga tá no Brasil e na América Latina inteira – 600 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A TV Comunitaria – hoje é possível todas as prefeituras pedirem a concessao de TV.  Prefeiro e assembleia precisam estar junto para demandar a concessao e vem por default multiprogramação. E a prefeitura tem que alocar grana do orçamento para equipamento e locais, etc. Mas se conseguir uma verba atraves de deputado consegue grana, tem que estar previsto em algum lugar do orçamento. Tem algumas prefeituras querendo fazer e tem que botar no orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A concessão vem para 4 canais!  E já vem especificando por decreto presidencial que um desses tem que ser gerido por associacao comunitária. Essa ssociação tem que ter em seu estatuto previsto que vai fazer gestao de um canal comunitário. ONG / OSCIP que tem em seu estatuto e que não tem finalidade com partido politico, igreja, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 – SAUDE&lt;br /&gt;
1 – LEGISLATIVO&lt;br /&gt;
1 – ESTATAL&lt;br /&gt;
1 – COMUNITARIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes as prefeituras não implementam todos os canais. E se não usar pode alocar para outra finalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como funcionar a escolha da associação? Qualquer ente governamental de um municipio pode fazer, depois disso é publicado uma chamada pública para gestão do canal comunitário. Muitas vezes tem grupos já vinculados a prefeito. Por isso queremos contaminar os grupos e pessoas que tem mais a ver. Da resistência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamada pública tem um período, por isso tem que ser tudo muito costurado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um regime novo de concessão. Processos são muito visíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma coisa é um canal já é comunitário.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criar uma cultura. Como usar essa faixa aqui e pensar as questões do município e etc. Organizar uma interface desse canal comunitário bacana, vai criando cultura, coletivo. Se fizer pressão para criar ambiente mais democrático. Vai demorar para a propriação, temos que sair na frente. Para consolidar a cultura desse canal comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As prefeituras, muitas não sabem que isso existe. Todo prefeito pode pedir. Alocar a grana, paga a consultoria que é o treinamento/capacitação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecimento é o principal mote aqui. Mas hoje ele também é alienado para o que pode ser feito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prefeitura não tem poder nenhum sobre a TV essa é uma arma que o gestor tem, está na lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gente tem conteúdo produzido. O conteúdo é estética de linguagem de aquilo comunique determinada ideia com equipamento de baixo custo. Gravar áudio. Usar o celular que tem um gravador de audio excelente. Tem equipamentos que vemos grande possibilidades. Yanomamis usam celular para gravar plantas, plataforma multimidia de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos trazer para a galera nas comunidades são outros usos para esses equipamentos. Para assim promover outros usos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rádio Digital:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do momento que é escolhido um sistema. Utilizar outros é ilegal.&lt;br /&gt;
Nós podemos ter a coexistencia de 2 sistemas. SE conseguir importar equipamentos e usar… Seriam nas mesmas frequencias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otimizaçao no radio em vez de 100 khz – DRM 0 comprime para 100 khz. E conseguimos usar bandas adjacentes. Cabendo 24 onde cabia 1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novos serviços, não é só transmissão de voz é de dados também. Não tem capacidade de transmitir audiovisual de 6mega. Mas conseguiram em 1 minuto transmitir uma foto para outro estado. Vemos potencial mesmo no contexto de canalizaçao pequena para transmissao de dados. Também pode trnasmitir audivisual.  A regulaçao tem que pressupor que pode fazer audio também. Tem o diveemo!! software para transmissão video pelo radio. Mas consome muita banda. Recebe no cristal liquido do radio digital. Tao usando muito para Mapas! Com cores. Alerta de emergência. O rádio é uma tecnologia de som, muito rapido, gratuíta, população já tem conhecimento, baixo custo consumo de energia. De la pode sair outro uso da digitalizaçao, uma perpectiva diferenteciado de uso, amazonia. DRM consome muito pouco até 80% menos que outros sistemas. Isso é importante!! até para quem usa placa solar, muito importante. Joga no patamar de autonomia muito alto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aponta para soluções que podem chegar para outros países. Como a TV Digital, o padra que o br adotar vai ser da america latina. Na america latina e india podemos ter  o sul global compartilhando e tendo novas possiiblidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único que funciona em ondas curtas é o DRM, comunicação de longa distancia. Basil investiu em ondas curtas por conta do seu tamanho continental. Com radio receptor de ondas curtas pega galera do mundo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos escutar a radio da nova zelandia com qualidade de CD, esta do outro lado do globo, a onda bate duas vezes no ceu e terra antes de chegar aqui. Avançamos conversa para fazer transmissão de ondas curtas de países que falam português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transmitir conteúdo via ondas curtas. Mandar dado spara onde quer que seja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um transmissor que da a volta no globo, gastaríamos 300 mil. 5 kilovats de potencia. SE mostra muito mais acessível, potente para transmissão de longa distância com dados. Com restrições da banda, com restrições do momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DAB – europa, primeiro em funcionamento. Cria figura de operador de rede, multiprogramaçao, cria uma centralização. Tem assoiaçoes comunitarias, mas todos precisam de uma pessoa operador de rede de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HD - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DRM – padrao aberto conectar india, russia, transmitir dados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ISDB - &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e com ginga também na rádio digital, tudo igual na TV. E tem no radio interatividade. &lt;br /&gt;
Conseguirira que esse aparelho seja convergente híbrido. Entranod no tunel, você poderia mudar para internet. E interagir, mandar como tá o transito e etc, via ginga. Mas pode ir além disso, movimentos sociais, repressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso foi escrito por uma única pessoa o juba. Ou seja não está mais nas mãos das fábricas. Sem necessidade de altos investimentos financeiros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fico curiosa com o impacto que isso vai ter no curso de Rádio e TV. Isso é acessível para pessoas do ensino médio. Falta uma apropriação. E a tecnologia que roda dentro, determina aplicativo, linguagem e como isso vai circular socialmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tivemos chamadas publicas para apresentar os sistemas. D&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diversidade é um valor a priori e acredita que baixo custo e linguagem faz a diferença e não um receptor de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O wikileaks vazou que o helio costa trocoou msg com o embaixador dos EUA falando que o HD radio seria adotado no BR. Ele falou fica tranqilo o premio de consolação de vocês vai ser só o rádio digital. Tá online publicado isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começamos a se mobilizar e só não foi adotado ainda por conta disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empresa TELLHD.com ou .com.br – foi comprado esse dominio e hoje tem um manifesto anti HD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
abiquiti faz a Hdradio – eles criaram esse empresa. Entraram em escandalos, o presidnete foi preso na lavajato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não foi ainda definido muito por conta dessa história, ficou na geladeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prevê a extinção da onda de AM, porque o HD radio não funciona no AM, isso foi feito para poder solucionar a burocracia da lei que fala que o radio digital tem que transmitir em todas as faixas. Entao a extincao do AM foi comprado para a HD RADIO poder entrar na disputa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HD Radio – impossibilita transmissao de baixa potencia. O que impossilita pequenas radios comunitarias, muito gasto com energia, muito grande, não otimiza espectro, e não é codigo aberto, não sabe o que roda la dentro. Autonomia e segurança zero do que roda ali. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DRM – baixa frequencia, codec AAC, o mesmo da TV digital. Poderiamos ser o primeiro sistema interoperavel. Sinal de Audio e video entre TV  e radio digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na india não usa o code AAC. Mas usa onda curta. E tá usando DRM e não tao explorando transmissão de dados. Nao só ficar na voz. A grande broadcast estatal é DRM, mas não é o mesmo modelo. É uma BBC da índia. Mas não tão fazendo isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode mandar dados africa, nova zelandia. O recepto rde radio digital tá 100 dolares. Mas br pode produzir equipamento também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa disputa tá em jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sistema conjunto de hardware e software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A repressão feita em radio hoje é através de denúncia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa discussão tem que ganhar massa crítica!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Publiquei artigo longo em inglês para tentar apoio de fora para sistema global. O cara que gere o espectro de países em língua portuguesa, comentei a DRM de fazer teste com moçambique, ficou super interessado.  Lá fora tem interesse, com as diversas possibilidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fazer um manual de como conseguir sua TV Digital comunitária!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas tvs digitais é pelas tvs comunitarias municipais. E na radio a disputa ainda é a definição de sistema. Para depois pensar em modelos, formas, possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer diferença de rádio digital de web rádio.  Não é!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas informações não estão circulando, nem nas universidades, as tvs não querem que alunos pensem nisso e universidade trabalha sobre demanda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abrir espaços para experimentações de linguagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pauta do momento é a internet. Então ainda não conseguimos fazer a discussão dessas outras possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO site do WWW.DRM-BRASIL.ORG &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá tudo documentado!!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discussão tá sendo documentado publicamente, para evitar apropriações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma alienação técnica geral, por isso o desinteresse de se envolver com essas disputas, debates, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como continuamos trocando informação se formando mais? O ideia desse encontro é isso e usar a internet para ocntinuarmos com isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma divisao entre quem pensa radio, TV e internet. Levar para as pessoas da internet a informação das possibilidades da radio digital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transmissao digital é transmissao digital, internet estrutura empresa, paga, e o espectro que é bem comum, incluir o radio nessa discussão rádio é digital, TV também, é uma nova plataforma de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com envolvimento do DRM, para ter impacto de disseminação de conhecimentos fizemos uma associação brasileira da radio e TV digital. Faz 2 anos em junho. Queremos estabelecer essa entidade para ser um hub. Grupos para desnevolver aplicativos para radios, e outros interessados, fazer um universo para troca de conhecimentos e ação. Temos que adotar um padrão que possibilite abrir para experimentações só o DRM abre essa possibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RDM – RADIO MUNDIAL DIGITAL. Esse dominio também é nosso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ali tem todos os contatos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que decidir isso aí, fazemos um esforço extra. Se não for agora é nunca mais. É o fim do mundo mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje o radio DRM ainda não rolaria a redemesh. Mas pode ser implementado com chipset. A TV é convergente com a internet. Com 20 reais com o pendrive. No raido ainda não tem pensado a questao da usb para esse tipo de serviço. A possibilitade de transmissão a longa distancia, uma comunicacao global de dados autonoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outros países você. Já tem receptores de radio ditial nos celulares. Super baixo custo e fora da internet, para omunicacao de grupos sociais, açoes é perfeito.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=CoolabCamp_2018&amp;diff=71</id>
		<title>CoolabCamp 2018</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=CoolabCamp_2018&amp;diff=71"/>
		<updated>2018-03-04T15:53:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Documentação do Encontro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O CoolabCamp é uma imersão de um fim de semana com objetivo de difundir a cultura de redes comunitárias e capacitar mais pessoas para instalações, em especial integrantes de grupos com pouca inserção nas TIs, como mulheres, negros, indígenas e muitos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Data==&lt;br /&gt;
De 02 a 04 de Março de 2018&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Local==&lt;br /&gt;
Instituto Pandavas, Monteiro Lobato, SP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Programação==&lt;br /&gt;
[[Programação CoolabCamp 2018]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
*Adriano&lt;br /&gt;
*Hiure&lt;br /&gt;
*Bruno V.&lt;br /&gt;
*Rodrigo Troian&lt;br /&gt;
*Henrique Mohr&lt;br /&gt;
*Thiago Novaes&lt;br /&gt;
*Thiago Paixão&lt;br /&gt;
*Rodrigo Pedro&lt;br /&gt;
*Débora Prado&lt;br /&gt;
*Kemel Zaidan Maluf&lt;br /&gt;
*Brenda Espindula&lt;br /&gt;
*Amarela&lt;br /&gt;
*Jéssica Cristina Lozovei&lt;br /&gt;
*Hudson Lupes Ribeiro de Souza&lt;br /&gt;
*Edvaldo Almeida&lt;br /&gt;
*Jojo Oliveira&lt;br /&gt;
*Gabriel Fedel&lt;br /&gt;
*Pedro Henrique da Silva Dias&lt;br /&gt;
*Lorena G. Silva de Freitas&lt;br /&gt;
*Moacir brito maia neto&lt;br /&gt;
*Iago Gutierre Machado Dos Santos&lt;br /&gt;
*John Kleba&lt;br /&gt;
*Leonardo Ribeiro da Cruz&lt;br /&gt;
*Victor&lt;br /&gt;
*Mariela Cantú&lt;br /&gt;
*Foz&lt;br /&gt;
*Drebs&lt;br /&gt;
*Pajeh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação do Encontro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dia 2 - Sábado, 3 de março&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação da Pandavas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação Espectro Livre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Visão geral do esquema]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Instalação firmware nos roteadores]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesas de Discussão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tv e Rádio Digital / Comunidade]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Servidor local / Mucua / PHP UPLOAD / Servidor de Borda Proxy/Cache&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Rede mesh / testes / interface&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Compilando para OpenWRT&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=64</id>
		<title>Instalação firmware nos roteadores</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Instala%C3%A7%C3%A3o_firmware_nos_roteadores&amp;diff=64"/>
		<updated>2018-03-04T13:26:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'Instalação Firmware.  Chef.altermundi.net – para baixar o firmware. Vc. tem que tentar vários sitemas as vezes até instalar um firmware que vai funcionar legal.  Vamos p...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Instalação Firmware.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chef.altermundi.net – para baixar o firmware.&lt;br /&gt;
Vc. tem que tentar vários sitemas as vezes até instalar um firmware que vai funcionar legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos produzir um sistema operacioanl tem a base que é o openwrt. &lt;br /&gt;
Vamos escrever as caracteristicas do nosso equipamento no chef.altermundi assim ele dá o firmware.&lt;br /&gt;
Para baixar o firmware tem a ver com o equipamento e a rede que está criando. Pode usar mais de um modelo de equipamento e vai baixar um arquivo para cada tipo de equipamento. O que temos aqui já está alterado é legal ver um que já vem de fábrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria do que usamos não está no mercado. Os fabricantes foram mudando o firmware agora vem numa versão já atualizada que não permite outros firmware. Então tem que achaar na internet o antigo firmware dele mesmo para instalar, e assim pode instalar nosso firmware livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso vai melhorar com o LibreRouter! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso quer dizer que quando forem comprar roteador pesquisar o que rode openwrt e libremesh. O Ideal seria poder usar qualquer um! &lt;br /&gt;
Muitos roteadores não tem memória suficiente tipo o 740 e o 741 você consegue por só um pequeno pacote que você precisa vem marcado como mini ou 0.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chef você faz um cadastro para ter acesso e ver como funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chef.altermundi.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você quiser conectar a escola até a praça fica a 3km então temos um roteador direcional (vai para frente o sinal para onde apontar), opção de link a distancia, e tem potencia mais alta que outros, só quem tiver mais longe conecta nele. Planeja rede tem que saber qual equipamento você usa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos usar esse pois tem o firmware de fábrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse roteador que estamos usando: modelo: CPE210 da TP-LINK – Pharos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Roteador vai ser conectado na energia elétrica via cabo de rede. Prestar atenção para não queimar. Voltagem 24V – 1A. Vai conectado o cabo de rede na porta: LAN0 (POE IN)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A documentação abaixo foi toda feita em cima de um computador com Debian Stretch.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai no chef.altermundi e coloca o modelo do aparelho. Se você já tiver informação da rede que vai ser feita, você já pode colocar. Mas se não colocar ele vem com um padrão para você alterar posteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O altermundi é uma interface entre os desenvolvedores e as comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
Openwrt – te permite instalar o libremesh mas o foco do projeot é ser um sistema livre para roteador. Distribuição livre para o roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Libremesh – O libremesh é para fazer uma rede automagicamente usando o openwrt.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://chef.libremesh.org/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preenchemos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Distribution: Libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Router Model: CPE210&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Network Profile: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entramos no:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Github – um dos projetos hospedados é o libremesh&lt;br /&gt;
github – as pessoas armazenam e distribuem códigos fontes de projetos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o chef altermundi é uma ferramenta de construção de firmware para roteadores, ele é alimentado pelo github.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entramos no repositório:&lt;br /&gt;
https://github.com/libremesh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem quiser mexer no SDK – Vai target –&amp;gt; profile → flavor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual o chipset do equipamento. O libremesh fala você. Precisa saber o tipo de processador para criar. O sabor é completa, mini ou com ambiente gráfico ou só linha de comando. O SDK a tudo explicadinho passo a passo. Para cozinhar na própria máquina.&lt;br /&gt;
O objetivo é substituir o sistema operacional do equipamento, pode fazer de varias formas, as vezes está pronto e é fácil e quando não tá pronto é que se faz o processo aí por cima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apareceram várias opções para download no chef.libremesh:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Created files&lt;br /&gt;
build-253f9528397d7e3.log&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-factory.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-cpe210-220-squashfs-sysupgrade.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-device-cpe210-220.manifest&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-root.squashfs&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-uImage-lzma.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux-lzma.elf&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.bin&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.elf&lt;br /&gt;
lime-17.06-a0f0a07990d3c9e-ar71xx-generic-vmlinux.lzma&lt;br /&gt;
sha256sums&lt;br /&gt;
sha256sums.sig&lt;br /&gt;
Provavelmente vamos usar .bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a diferença das primeiras duas opções são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o roteador esta com o firmware de fábrica se usa o factory. Se você já mexeu no firmware no do seu roteador e vai só atualizar você usa o sysupgrade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos o download do factory, já que nosso roteador estava com firmware original. (ele abre as portas para poder fazer a instalação final do firmare para rede mesh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disso temos que verificar o download! Muito importante por pelo menos 2 motivos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- garantir que o arquivo que baixou foi baixado com integridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- para confirmar origem do arquivo! Sua autenticidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ele está com o firmware original baixamos as 2 versões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colocmos um cabo de rede no POE para alimentar ele com energia! Como tinha fonte ligamos no POE da fonte e no POE do roteador, e ligamos com outro cabo de rede na porta LAN do computador para o roteador também na porta LAN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pega no manual do roteador como faz para conectar, para fazer a configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos editar conexões -&amp;gt; na configuração de rede seleciona conexão por cabo→ troca método para manual → configurações IPV4&lt;br /&gt;
em endereço colocar: 192.168.0.10&lt;br /&gt;
Na mascara de rede pode ser: 24&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos entrar no roteador agora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No brownser, ver no manual do seu roteador no caso:&lt;br /&gt;
192.168.0.254&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após entrar na configuraçao do roteador :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conferimos o arquivo ocm o hash dele, que estava disponível no chef!&lt;br /&gt;
Ele confere se o arquivo é exatamente igual o que você queria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No windows vamos em ehternet → status → propriedades → vai em protocolo IP vercao (TCP/IPV4) → muda para manual → 192.168.0.10&lt;br /&gt;
depois &lt;br /&gt;
255.255.255.0&lt;br /&gt;
Ok&lt;br /&gt;
Vai no nabegador &lt;br /&gt;
192.168.0.254&lt;br /&gt;
Continua da mesma forma que no Debian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai em System &lt;br /&gt;
Lá vai em firmware e der upload no arquivo factory baixado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes por alguma razão mágica não conseguimos fazer o upload do arquivo. Vale renomear o arquivo para um nome com menos caracteres e tentar novamente. No meu caso só funcionou após mudar o nome para 1.bin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de subir o firmware você acessa novamente pelo brownser:&lt;br /&gt;
http://thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos estabelecer o nome do sistema:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem uma questão importante que a o libre mesh associa ao nome da rede SSID com o prefixo do seu IP. Não tem uma forma fácil de resolver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que entrar no roteador a partir da linha de comando para poder fazer isso, pois se fizer isso pelo brownser não vai funcionar pois não vai mudar o endereço ip da rede. Dá certo, mas pode dar problema para conectar com um servidor local, para trocar arquivos e etc…&lt;br /&gt;
Para conectar via linha de comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ssh root@thisnode.info&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modificamos dois parametros no arquivo:&lt;br /&gt;
vi /etc/config/lime-defaults&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E modificamos o nome da rede nesses dois parâmetros:&lt;br /&gt;
	option ap_ssid 'NomeDaSuaRede'                     &lt;br /&gt;
	option apname_ssid 'NomeDaSuaRede/%H' &lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cozinhar o nome com o o cooker já com o nome da comunidade.&lt;br /&gt;
Ou mudar o artigo de configuração no lime.config – para fazer em todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o cooker você consegue fazer um arquivo que vai instalar as informações da sua rede comunitária para todos os computadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(não consegui fazer a documentação dessa parte)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
–&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=CoolabCamp_2018&amp;diff=63</id>
		<title>CoolabCamp 2018</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=CoolabCamp_2018&amp;diff=63"/>
		<updated>2018-03-04T13:21:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Documentação do Encontro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O CoolabCamp é uma imersão de um fim de semana com objetivo de difundir a cultura de redes comunitárias e capacitar mais pessoas para instalações, em especial integrantes de grupos com pouca inserção nas TIs, como mulheres, negros, indígenas e muitos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Data==&lt;br /&gt;
De 02 a 04 de Março de 2018&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Local==&lt;br /&gt;
Instituto Pandavas, Monteiro Lobato, SP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Programação==&lt;br /&gt;
[[Programação CoolabCamp 2018]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
*Adriano&lt;br /&gt;
*Hiure&lt;br /&gt;
*Bruno V.&lt;br /&gt;
*Rodrigo Troian&lt;br /&gt;
*Henrique Mohr&lt;br /&gt;
*Thiago Novaes&lt;br /&gt;
*Thiago Paixão&lt;br /&gt;
*Rodrigo Pedro&lt;br /&gt;
*Débora Prado&lt;br /&gt;
*Kemel Zaidan Maluf&lt;br /&gt;
*Brenda Espindula&lt;br /&gt;
*Amarela&lt;br /&gt;
*Jéssica Cristina Lozovei&lt;br /&gt;
*Hudson Lupes Ribeiro de Souza&lt;br /&gt;
*Edvaldo Almeida&lt;br /&gt;
*Jojo Oliveira&lt;br /&gt;
*Gabriel Fedel&lt;br /&gt;
*Pedro Henrique da Silva Dias&lt;br /&gt;
*Lorena G. Silva de Freitas&lt;br /&gt;
*Moacir brito maia neto&lt;br /&gt;
*Iago Gutierre Machado Dos Santos&lt;br /&gt;
*John Kleba&lt;br /&gt;
*Leonardo Ribeiro da Cruz&lt;br /&gt;
*Victor&lt;br /&gt;
*Mariela Cantú&lt;br /&gt;
*Foz&lt;br /&gt;
*Drebs&lt;br /&gt;
*Pajeh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação do Encontro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dia 2 - Sábado, 3 de março&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação da Pandavas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação Espectro Livre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Visão geral do esquema]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Instalação firmware nos roteadores]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Vis%C3%A3o_geral_do_esquema&amp;diff=62</id>
		<title>Visão geral do esquema</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Vis%C3%A3o_geral_do_esquema&amp;diff=62"/>
		<updated>2018-03-03T14:54:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'Como criar redes comunitárias. Bruno V.  Começa com uma rede mesh com vários roteadores modificados para fazer parte dessa rede, e vai ser a mesma rede, não precisa mudar...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Como criar redes comunitárias. Bruno V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começa com uma rede mesh com vários roteadores modificados para fazer parte dessa rede, e vai ser a mesma rede, não precisa mudar de rede conforme muda de roteador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos trocar o firmware dos roteadores para libremesh E depois fazemos um servidor para serviços, galerias de fotos, vídeos, rádios, etc… tudo que pode por na internet podemos fazer uma rede local, não precisamos de conexão de fora para poder fazer essa rede. Temos uma demanda tao grande da internet e não colocamos tanto esforço nisso. Pdoemos ter um chat local, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E temos nessa rede 1 ou 2 roteadores que estão na borda da rede que pode se conectar com outras redes, pode ter até 2, usando ao mesmo tempo é automatico do libremesh&lt;br /&gt;
Podemos ter alguns controles de uso da rede, todos que entram tem de fora tem que passar por ali, geralmente fazemos uma página apresentando. Também falando se o acesso é gratis, tem que pagar, a página que tem que por o voucher daqui é isso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é chamado Portal Cativo. SE quer acessar rede local, acesse aqui, se quiser acessar a internet você compra um voucher e pode usar. Codigo que você define o tempo de uso, 1 dia 1 mês. Uma maneira mais fácil e menos trabalhosa de fazer gestão já que não tem contrato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse gateway – Portal Cativo é a melhor solução encontrada até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se só tem rede local para aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser usar a internet tem várias maneiras. Uma das maneiras são as redes longas distancias – wifi. Podem chegar a 50 km de distancia se não tem nada bloqueando na frente. Faz um link de vários km, até um lugar que tenha acesso a internet. Quando fazemos essa instalação nõa mexemos o firmware, não é mehs é só um ponto a ponto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São roteadores específicos para essas distâncias com boa capacidade de banda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode fazer uma ligação via satélite também e dali distribuir para comunidade. EM Ubatuba os 2 lugares são feitos via satélite. Hughes – com franquia muito limitada. Acaba muito rápido nas comunidades. Mas já vale poder usar o whatsapp para muita dessas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E agora vamos partir para as redes locais. Para instalar nos roteadores.&lt;br /&gt;
Vamos preparar o firmware para trocar esses roteadores. Antes do almoço teremos vários  pontos e roteadores.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=CoolabCamp_2018&amp;diff=61</id>
		<title>CoolabCamp 2018</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=CoolabCamp_2018&amp;diff=61"/>
		<updated>2018-03-03T14:53:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Documentação do Encontro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O CoolabCamp é uma imersão de um fim de semana com objetivo de difundir a cultura de redes comunitárias e capacitar mais pessoas para instalações, em especial integrantes de grupos com pouca inserção nas TIs, como mulheres, negros, indígenas e muitos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Data==&lt;br /&gt;
De 02 a 04 de Março de 2018&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Local==&lt;br /&gt;
Instituto Pandavas, Monteiro Lobato, SP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Programação==&lt;br /&gt;
[[Programação CoolabCamp 2018]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
*Adriano&lt;br /&gt;
*Hiure&lt;br /&gt;
*Bruno V.&lt;br /&gt;
*Rodrigo Troian&lt;br /&gt;
*Henrique Mohr&lt;br /&gt;
*Thiago Novaes&lt;br /&gt;
*Thiago Paixão&lt;br /&gt;
*Rodrigo Pedro&lt;br /&gt;
*Débora Prado&lt;br /&gt;
*Kemel Zaidan Maluf&lt;br /&gt;
*Brenda Espindula&lt;br /&gt;
*Amarela&lt;br /&gt;
*Jéssica Cristina Lozovei&lt;br /&gt;
*Hudson Lupes Ribeiro de Souza&lt;br /&gt;
*Edvaldo Almeida&lt;br /&gt;
*Jojo Oliveira&lt;br /&gt;
*Gabriel Fedel&lt;br /&gt;
*Pedro Henrique da Silva Dias&lt;br /&gt;
*Lorena G. Silva de Freitas&lt;br /&gt;
*Moacir brito maia neto&lt;br /&gt;
*Iago Gutierre Machado Dos Santos&lt;br /&gt;
*John Kleba&lt;br /&gt;
*Leonardo Ribeiro da Cruz&lt;br /&gt;
*Victor&lt;br /&gt;
*Mariela Cantú&lt;br /&gt;
*Foz&lt;br /&gt;
*Drebs&lt;br /&gt;
*Pajeh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação do Encontro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dia 2 - Sábado, 3 de março&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação da Pandavas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação Espectro Livre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Visão geral do esquema]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_Espectro_Livre&amp;diff=60</id>
		<title>Apresentação Espectro Livre</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_Espectro_Livre&amp;diff=60"/>
		<updated>2018-03-03T14:42:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação Espectro Livre – Novaes e Adriano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coletivo aberto a coolab. Uma das afinidades políticas nossa são os coletivos não hierarquicos. Cada um de nós tem outras atividades.&lt;br /&gt;
Agrega pessoas de trabalho de campo e rede. &lt;br /&gt;
Foi adquirindo também uma pegada de advocacy. Políticas de espectro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede comunitária e servidor&lt;br /&gt;
Vai ser mais como pílula do que estamos pensando de política de espectro. &lt;br /&gt;
EM 97 Fiz parte da radio MUDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensar legislação de rádio, de uso de espectros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou fazer a historia do rádio do uso de espectro. Estamos vivendo momento particular tecnológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1908 – espectro escasso.&lt;br /&gt;
1998 – desenvolvimento tecnologias que vão mudar ocmo entendemos o uso do espectro.&lt;br /&gt;
Agora espectro pode ser visto como abundante principalmente com o digital.&lt;br /&gt;
Outra maneira de pensar e agir. Outra ontologia do que é o espectro. Era um recurso, um bem público no pós guerra, que é o que rege hoje a legislação e também é para muitos, um bem comum. &lt;br /&gt;
Difernete da água e do ar. O espectro só existe se utilizamos, tecnicamente mediado. &lt;br /&gt;
Se for recurso limitado da anatel, se for finito ele é limitado por conta da interferência. Panorama geral do que quero apresesentar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixa de ser recurso, espaço e vai passar a ser uma mera e simples relação. Deixa de ser uma coisa  espaço e passa a ser uma relação humano/máquina se não usa não gasta e não deteriora. Hoje experienciamos algo que não é tão finito quanot antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizem que quem inventou foi Marconi mas tem uma disputa histórica com Mandell de Moura, foi o primeiro a fazer no BR. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a diferença é que eles ocupavam todo o espectro. &lt;br /&gt;
Quando tem as ondas ultrapassando as frequencias ao qual está destina, tem o processo de intermodulação e tem interferência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do radio em 41/45 por conta da segunda guerra mundial ele vira um bem estratégico. Então o estado controlava como estratégico/militar.  Essa visão impera até hoje no mundo ainda mais no BR. Entende-se que deve ter comando e controle do espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dispeito desse bem público x bem comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EM 48 – Direitos humanos. Artigo 19. Todos tem direito a liberdade de expressão….???&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é o nosso mantra. É um direito humano, usofruto e desenvolvimento da humanidade. Acontece que se usar o espectro a anatel cai matando. É um bem público regulado pelo Estado. Mas sabemos que é uma maneira perversa de fazer uma repressão política. O espectro vale muito!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O espectro da TV analógica já foi vendido para uso de celular. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reinvidicar um espacinho do espectro é o estado perder ganho. É uma questão mercadológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 48 o marco central da liberdade de expressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O bem público – dentro do próprio direito. O bem público pertence a totalidade da comunidade. Então tem que ser gerido tamém pela comunidade. Mas a Anatel fala que interfere, mas podemos mapear e usar partes livres do espectro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E para conseguir gerir um bem público para a comunidade?&lt;br /&gt;
O ponto do bem comum&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossos direitos enquanto cidadões. Arti 5 inciso 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A juridição tem um peso maior que as infrainstitucionais. Entra em conflito com a legislação. Para ter a gestão pela anatel, dai falamos que a gestão é da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artigo 223. Passou batido no governo popular, que não atacou isso. Na América do sul toda teve uma revisão das comunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principio de comprementariedade – público, estatal e comercial.&lt;br /&gt;
NO brasil temos o servico de comunicação muito pequeno. Com espectro livre para radio comunitaria e uma TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não temos esse principio de ocmprementariedade aplicado. NA AM LATINA, dividiram em 3 os espectros. Na bolivia eles deram 34% para o comunitario, 17% para afroboliviano e 17% para campesinos. Colocaram um coisa etnica. Para fomentarmos debate públicos, trouxe a diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO brasil a constituição fala que não pode oligopólio e monopólio nas comunicações. Temos todas as leis do nosso lado, mas a aplicação delas não existe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos batalhando para disseminar que ninguém tá fazendo nada errado ao ocupar o espectro. Lei para dizer que estamos certo tem um monte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interpretações relevantes. Interpretar o 223. O br não dividiu o espectro em 3. Então estamos trabalhando com a ideia de espectro livre. Open spectrum – calcada nas novas tecnologias de gestão de espectro. O estado é obsoleto para regular isso. Temos tecnologias que fazem isso muito melhor que o regulador. Falar você está obsoleto. Para isso usar o rádio cognitivo, um sonar para achar frequencias livres que podemos transmitir. O uso dinâmico do espectro. O wireless é isso wide espectrum multiplos caminhos para rolar. Tecnologias de otimização de ocupação do espectro é importante. Isso já tem mais de 20 anos. Sem falar na digitalizaçao que otimiza espectro, streaming. Não precisa de banda de segurança pois nào tem interferência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro limitado  é interessante para quem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com menos de 5 mil usuarios você cadastra mas não precisa de licença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Banda ISM – aqui pode fazer experimentar, transmitir sem pedir permissao. &lt;br /&gt;
Wifi, bluethoth foi desenvolvido graças a usar essa banda aberta. Por isso podemos subri uma rede para por roteador sem pedir licença para anatel, o roteador só tem que ser habilitado pela anatel que regula a fabricação desses equipamentos.&lt;br /&gt;
Concessoes, criterios politicos e venda – hoje a grana manda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então porque não deixar uma faixa dos espectros livres para podermos ainda desenvolver ainda mais tecnologias livres e não comerciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo mundo tem direito! Ainda mais nesse novo paradgma. Não é do espectro escasso. Tem um interesse sobretudo comercial esse discurso. O que é escasso é mais caro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradigma – metafora da terra, cria as faixas de espectro e cerca. &lt;br /&gt;
Analogia da estrada, na estrada cada faixa é um frequencia, você pode ir mudando de faixa quando uma delas está engarrafada. Dá a possiblidade de mudar frequencia, diminuir a frequencia, só com as informações da rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradigma de compratilhamento de espectro. SE alguém pinga e quer usar a faixa, diminuimos o sinal, e compartilhamos. Isso era discutido em 98. Agora as tecnologias de utilização do espectro, a quantidade para uso do espectro otimizado é enorme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento analógico tinhamos necessidades de fabricas. Com digital temos a possibilidade de apropriação diversas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje no Brasil temos mais de 1000 pessoas condenadas por radiodifusão ilegal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje estão tentando transformar de crime para processo administrativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A rádio muda tá com 2 processos, 6 pessoas sendo processadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro livre – espectro não licenciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coolab tem a vocação com trabalho na internet. Mas queremos trabalhar com infraestrutura de comunicação autônoma. &lt;br /&gt;
A galera no pará de GSM. Peter Blum que trabalha com celulares no México. É um caminho para os movimentos sociais.&lt;br /&gt;
E estamos trazendo rádio FM e agora rádio digital e TV digital comunitária.&lt;br /&gt;
¼ da população brasileira vai ganhar receptores digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos EUA modificar o hardware até atualizar o firmware é considerado ilegal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje o que esta sendo discutido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matriz liberal – EUA, Europa. Especro agora é bem comum. E propõe nova organização/gestão do espectro, mediado pela tecnologia. Mas a quem vai servir isso? Para quem tiver grana para equipamentos. O paradigma mudou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entao partimos disso que a tecnologia pode fazer melhor mediação que o Estado e propomos faixas liberadas de espectros para fins não comerciais. Onde não pode ter comércio e Estado. Premissas para isso.  E sem apropriação religiosa e poítica também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aponta para essa discussão do que é o espectro. Então depende da gente se apropriar, pra fazer um uso otimizado e consciente desse espectro. UM espaço onde nem estado nem mercado mete a mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ANATEL está finalizando proposta de nova regulação do espectro. &lt;br /&gt;
4G / 5g &lt;br /&gt;
Mas essa ideia de espectro escasso, não nos favorece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faixa liberada – para nossa própria gestão!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Políticao regulatório – grupo de interesse das redes comunitárias ISOC?? Internet society? Novaes está como representante para discutir o uso do espectro comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que inventarmos vamos deixar de legado – RADICALIZAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que a escolha foi feita, não tem volta. O que podemos fazer de força para um sistema de rádio digital aberto e livre é um legado histórico. Não vai ter outro momento de migração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem frente de luta de hardware livre?? Já que as tecnologias estão feitas em função de mercado. Quase tudo tem software livre. O hardware ainda não temos tanto. O mais perto é o LibreRouter, para fazer com arduíno, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apropriação direto dessas tecnologias. O Lance é dar conta, se apropriar e usar toda esse desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter no estatuto que quem vai gerir a TV comunitária é a própria associação para prevenir a apropriação pelo Estado, religão, políticos, comercial...&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_Espectro_Livre&amp;diff=59</id>
		<title>Apresentação Espectro Livre</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_Espectro_Livre&amp;diff=59"/>
		<updated>2018-03-03T14:40:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'Apresentação Espectro Livre – Novaes e Adriano  Coletivo aberto a coolab. Uma das afinidades políticas nossa são os coletivos não hierarquicos. Cada um de nós tem outr...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação Espectro Livre – Novaes e Adriano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coletivo aberto a coolab. Uma das afinidades políticas nossa são os coletivos não hierarquicos. Cada um de nós tem outras atividades.&lt;br /&gt;
Agrega pessoas de trabalho de campo e rede. &lt;br /&gt;
Foi adquirindo também uma pegada de advocacy. Políticas de espectro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede comunitária e servidor&lt;br /&gt;
Vai ser mais como pílula do que estamos pensando de política de espectro. &lt;br /&gt;
EM 97 Fiz parte da radio MUDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensar legislação de rádio, de uso de espectros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou fazer a historia do rádio do uso de espectro. Estamos vivendo momento particular tecnológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1908 – espectro escasso.&lt;br /&gt;
1998 – desenvolvimento tecnologias que vão mudar ocmo entendemos o uso do espectro.&lt;br /&gt;
Agora espectro pode ser visto como abundante principalmente com o digital.&lt;br /&gt;
Outra maneira de pensar e agir. Outra ontologia do que é o espectro. Era um recurso, um bem público no pós guerra, que é o que rege hoje a legislação e também é para muitos, um bem comum. &lt;br /&gt;
Difernete da água e do ar. O espectro só existe se utilizamos, tecnicamente mediado. &lt;br /&gt;
Se for recurso limitado da anatel, se for finito ele é limitado por conta da interferência. Panorama geral do que quero apresesentar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixa de ser recurso, espaço e vai passar a ser uma mera e simples relação. Deixa de ser uma coisa  espaço e passa a ser uma relação humano/máquina se não usa não gasta e não deteriora. Hoje experienciamos algo que não é tão finito quanot antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizem que quem inventou foi Marconi mas tem uma disputa histórica com Mandell de Moura, foi o primeiro a fazer no BR. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a diferença é que eles ocupavam todo o espectro. &lt;br /&gt;
Quando tem as ondas ultrapassando as frequencias ao qual está destina, tem o processo de intermodulação e tem interferência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do radio em 41/45 por conta da segunda guerra mundial ele vira um bem estratégico. Então o estado controlava como estratégico/militar.  Essa visão impera até hoje no mundo ainda mais no BR. Entende-se que deve ter comando e controle do espectro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dispeito desse bem público x bem comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EM 48 – Direitos humanos. Artigo 19. Todos tem direito a liberdade de expressão….???&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é o nosso mantra. É um direito humano, usofruto e desenvolvimento da humanidade. Acontece que se usar o espectro a anatel cai matando. É um bem público regulado pelo Estado. Mas sabemos que é uma maneira perversa de fazer uma repressão política. O espectro vale muito!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O espectro da TV analógica já foi vendido para uso de celular. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reinvidicar um espacinho do espectro é o estado perder ganho. É uma questão mercadológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 48 o marco central da liberdade de expressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O bem público – dentro do próprio direito. O bem público pertence a totalidade da comunidade. Então tem que ser gerido tamém pela comunidade. Mas a Anatel fala que interfere, mas podemos mapear e usar partes livres do espectro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E para conseguir gerir um bem público para a comunidade?&lt;br /&gt;
O ponto do bem comum&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossos direitos enquanto cidadões. Arti 5 inciso 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A juridição tem um peso maior que as infrainstitucionais. Entra em conflito com a legislação. Para ter a gestão pela anatel, dai falamos que a gestão é da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artigo 223. Passou batido no governo popular, que não atacou isso. Na América do sul toda teve uma revisão das comunicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principio de comprementariedade – público, estatal e comercial.&lt;br /&gt;
NO brasil temos o servico de comunicação muito pequeno. Com espectro livre para radio comunitaria e uma TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não temos esse principio de ocmprementariedade aplicado. NA AM LATINA, dividiram em 3 os espectros. Na bolivia eles deram 34% para o comunitario, 17% para afroboliviano e 17% para campesinos. Colocaram um coisa etnica. Para fomentarmos debate públicos, trouxe a diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO brasil a constituição fala que não pode oligopólio e monopólio nas comunicações. Temos todas as leis do nosso lado, mas a aplicação delas não existe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos batalhando para disseminar que ninguém tá fazendo nada errado ao ocupar o espectro. Lei para dizer que estamos certo tem um monte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interpretações relevantes. Interpretar o 223. O br não dividiu o espectro em 3. Então estamos trabalhando com a ideia de espectro livre. Open spectrum – calcada nas novas tecnologias de gestão de espectro. O estado é obsoleto para regular isso. Temos tecnologias que fazem isso muito melhor que o regulador. Falar você está obsoleto. Para isso usar o rádio cognitivo, um sonar para achar frequencias livres que podemos transmitir. O uso dinâmico do espectro. O wireless é isso wide espectrum multiplos caminhos para rolar. Tecnologias de otimização de ocupação do espectro é importante. Isso já tem mais de 20 anos. Sem falar na digitalizaçao que otimiza espectro, streaming. Não precisa de banda de segurança pois nào tem interferência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro limitado  é interessante para quem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com menos de 5 mil usuarios você cadastra mas não precisa de licença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Banda ISM – aqui pode fazer experimentar, transmitir sem pedir permissao. &lt;br /&gt;
Wifi, bluethoth foi desenvolvido graças a usar essa banda aberta. Por isso podemos subri uma rede para por roteador sem pedir licença para anatel, o roteador só tem que ser habilitado pela anatel que regula a fabricação desses equipamentos.&lt;br /&gt;
Concessoes, criterios politicos e venda – hoje a grana manda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então porque não deixar uma faixa dos espectros livres para podermos ainda desenvolver ainda mais tecnologias livres e não comerciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo mundo tem direito! Ainda mais nesse novo paradgma. Não é do espectro escasso. Tem um interesse sobretudo comercial esse discurso. O que é escasso é mais caro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradigma – metafora da terra, cria as faixas de espectro e cerca. &lt;br /&gt;
Analogia da estrada, na estrada cada faixa é um frequencia, você pode ir mudando de faixa quando uma delas está engarrafada. Dá a possiblidade de mudar frequencia, diminuir a frequencia, só com as informações da rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paradigma de compratilhamento de espectro. SE alguém pinga e quer usar a faixa, diminuimos o sinal, e compartilhamos. Isso era discutido em 98. Agora as tecnologias de utilização do espectro, a quantidade para uso do espectro otimizado é enorme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento analógico tinhamos necessidades de fabricas. Com digital temos a possibilidade de apropriação diversas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje no Brasil temos mais de 1000 pessoas condenadas por radiodifusão ilegal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje estão tentando transformar de crime para processo administrativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A rádio muda tá com 2 processos, 6 pessoas sendo processadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espectro livre – espectro não licenciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coolab tem a vocação com trabalho na internet. Mas queremos trabalhar com infraestrutura de comunicação autônoma. &lt;br /&gt;
A galera no pará de GSM. Peter Blum que trabalha com celulares no México. É um caminho para os movimentos sociais.&lt;br /&gt;
E estamos trazendo rádio FM e agora rádio digital e TV digital comunitária.&lt;br /&gt;
¼ da população brasileira vai ganhar receptores digitais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos EUA modificar o hardware até atualizar o firmware é considerado ilegal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje o que esta sendo discutido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matriz liberal – EUA, Europa. Especro agora é bem comum. E propõe nova organização/gestão do espectro, mediado pela tecnologia. Mas a quem vai servir isso? Para quem tiver grana para equipamentos. O paradigma mudou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entao partimos disso que a tecnologia pode fazer melhor mediação que o Estado e propomos faixas liberadas de espectros para fins não comerciais. Onde não pode ter comércio e Estado. Premissas para isso.  E sem apropriação religiosa e poítica também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aponta para essa discussão do que é o espectro. Então depende da gente se apropriar, pra fazer um uso otimizado e consciente desse espectro. UM espaço onde nem estado nem mercado mete a mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ANATEL está finalizando proposta de nova regulação do espectro. &lt;br /&gt;
4G / 5g &lt;br /&gt;
Mas essa ideia de espectro escasso, não nos favorece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faixa liberada – para nossa própria gestão!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Políticao regulatório – grupo de interesse das redes comunitárias ISOC?? Internet society? Novaes está como representante para discutir o uso do espectro comunitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que inventarmos vamos deixar de legado – RADICALIZAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que a escolha foi feita, não tem volta. O que podemos fazer de força para um sistema de rádio digital aberto e livre é um legado histórico. Não vai ter outro momento de migração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem frente de luta de hardware livre?? Já que as tecnologias estão feitas em função de mercado. Quase tudo tem software livre. O hardware ainda não temos tanto. O mais perto é o LibreRouter, para fazer com arduíno, etc…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apropriação direto dessas tecnologias. O Lance é dar conta, se apropriar e usar toda esse desenvolvimento tecnologico.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=CoolabCamp_2018&amp;diff=58</id>
		<title>CoolabCamp 2018</title>
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		<updated>2018-03-03T14:40:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Documentação do Encontro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O CoolabCamp é uma imersão de um fim de semana com objetivo de difundir a cultura de redes comunitárias e capacitar mais pessoas para instalações, em especial integrantes de grupos com pouca inserção nas TIs, como mulheres, negros, indígenas e muitos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Data==&lt;br /&gt;
De 02 a 04 de Março de 2018&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Local==&lt;br /&gt;
Instituto Pandavas, Monteiro Lobato, SP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Programação==&lt;br /&gt;
[[Programação CoolabCamp 2018]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
*Adriano&lt;br /&gt;
*Hiure&lt;br /&gt;
*Bruno V.&lt;br /&gt;
*Rodrigo Troian&lt;br /&gt;
*Henrique Mohr&lt;br /&gt;
*Thiago Novaes&lt;br /&gt;
*Thiago Paixão&lt;br /&gt;
*Rodrigo Pedro&lt;br /&gt;
*Débora Prado&lt;br /&gt;
*Kemel Zaidan Maluf&lt;br /&gt;
*Brenda Espindula&lt;br /&gt;
*Amarela&lt;br /&gt;
*Jéssica Cristina Lozovei&lt;br /&gt;
*Hudson Lupes Ribeiro de Souza&lt;br /&gt;
*Edvaldo Almeida&lt;br /&gt;
*Jojo Oliveira&lt;br /&gt;
*Gabriel Fedel&lt;br /&gt;
*Pedro Henrique da Silva Dias&lt;br /&gt;
*Lorena G. Silva de Freitas&lt;br /&gt;
*Moacir brito maia neto&lt;br /&gt;
*Iago Gutierre Machado Dos Santos&lt;br /&gt;
*John Kleba&lt;br /&gt;
*Leonardo Ribeiro da Cruz&lt;br /&gt;
*Victor&lt;br /&gt;
*Mariela Cantú&lt;br /&gt;
*Foz&lt;br /&gt;
*Drebs&lt;br /&gt;
*Pajeh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação do Encontro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dia 2 - Sábado, 3 de março&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação da Pandavas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação Espectro Livre]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=57</id>
		<title>Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Redes_comunit%C3%A1rias_e_infraestruras_aut%C3%B4nomas_de_internet_pelo_mundo&amp;diff=57"/>
		<updated>2018-03-03T14:38:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'Rodrigo Trojan  '''Situação de projetos de Rede no mundo.'''  GuifiNet – rede mesh hibridas LabCom – Prof. Xara na UFF – chamava remesh ??? - gringo?  Encontro sul ame...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Rodrigo Trojan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Situação de projetos de Rede no mundo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GuifiNet – rede mesh hibridas&lt;br /&gt;
LabCom – Prof. Xara na UFF – chamava remesh&lt;br /&gt;
??? - gringo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontro sul americano de redes livres com pessoal de Buenos Aires livres, tinha uma rede privada fora da net. E se forma um coletivo de pessoas que estudam isso. &lt;br /&gt;
Organizamos jornadas regionais de redes livres. Um encontro latino americano. Trazemos pessoas que criavam protocolos e trabalhavam com projetos (isso 2012 e 2015)&lt;br /&gt;
Conhecemos o Bruno num Forum de Cultura Digital e começa a encaminhar a semente local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos sozinho a nível de Brasil, não estmoas socinho a nível de América Latina e de mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fFreifunk – alemanha, na Austria - ??? e na ????.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito do que consumimos hoje vem de fora. Usamos protocolos desenvolvido por alemães e outro europeu. Mas o libreMesh em si é uma joint. Tem gente da argentina e gente da Espanha e precisamos de mais gente para fazer operação. É bem aberto e interessenate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos cada vez mais pessoas e eventos. Hoje Mesh é menos cabuloso. Existe muita coisa sendo feito. De muitos países. Na colombia, fizeram para vigilância, com cameras e etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LibreRouter – processo desenvolvido coletivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos muita gente trabalhando mas pouca gente de língua portuguesa. Vale consultar e procurar o que está acontecendo mas precisamos aumentar nossa produção para aplicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos as meshs pequenas mas a GuifiNet tá ligando todas essas pequenas redes comunitárias pequenas, que vai crescendo até ter uma rede de internet paralela, só conectando as pessoas que estão ligadas na rede, uma estrutura gigante autônoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A internet foi pensada como uma malha = mesh. O processo da internet é pensado na guerra fria, e se continuasse a comunicação ser centralizada, acabou com isso acaba com toda a comunicação por isso uma comunicação em malha faria mais sentido e mais resiliência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a rede mesh precismos trocar o sistema do roteador para ter multiplos caminhos e trazer resiliencia trocando para um sistema organizado em malha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se falarmos em protocolo o nosso hoje é em português. A guifinet usa multiplos protocolos. Adotam LibreMesh, mas outros mais antigos, mas são muito grandes, cada ilha decide e na borda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estrutura física dessa LibreMesh? Falamos de estrutura fisica temos que ver a regulação do pais. Pode ser por cabo, rádio. Estão no sul da espanha, pequenos vilarejos com topografia variada a maioria é via rádio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque o LibreMesh é um sistema diferente do OpenWRT. Vamos falar mais de sistemas operacionais. Pega a base do open, compila pacotes e da caracteristicas que vao estar acima dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes pegava cada roteador, configurava, dava nome. O libreMesh configura isso automático. Criaram um site, ele cria a rede, e cria uma imagem que instala em todos os roteadores. Com uma formação de 4 a 6h você consegue passar todo o processo para uma pessoa e ela ter autonomia para fazer esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O openWRT é a base, é um kernel e um shell básico. Tem um ambiente gráfico, mas é um shell. Tem outros metapacotes. O libremesh é um metapacotes uma junção de vários pacotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O openWRT Pode usar para teste de segurança e invasao, transformar roteador em webcam, tocar musica via streaming, ele é multiplas funções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;br /&gt;
Guifi.net&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
34 Mil nodos funcionando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem um acomunidade com 50 nós, isso tem uma saída – backhall que vão para outros lugares, outras comunidades, então não estão os 34 mil conectados. Eles conectam através de de alguns nodos backhall.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode ser servidor! Vai demonstrar a MagicBox.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BattleMesh – evento. Patrocinadores – Internet Society – aumentar o numero de usuarios consciente d einternet.&lt;br /&gt;
Cada edição é num país.&lt;br /&gt;
Px. maio em Berlim no CCC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Participantes:&lt;br /&gt;
ninux.org – começou local e já é nacional&lt;br /&gt;
network bogotá&lt;br /&gt;
batman&lt;br /&gt;
freifn.net&lt;br /&gt;
frunkfour???&lt;br /&gt;
wlanslovenija&lt;br /&gt;
guifi.net&lt;br /&gt;
netCommons&lt;br /&gt;
AWMN&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil – algumas instalações da coolab, rosa luxemburgo, e outras organizações. &lt;br /&gt;
Tem um mapa gigante cheio de pontos onde eles estão conectados! (Procurar e anexar no wiki?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos de longa distância, um caseiro é 100 mts um profissional é 30, 50 km. Quando falamos de coisa grande é 400 KM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos em rádio ele cria um campo eletromagnético. Então 400 km é a máxima grande distância. Em ??? tem uma de 250 KM. E acabamos caindo em tecnologia proprietária. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas malhas deveriam ser uma rede livre aberta para o brasil, mas tem parcerias público privadas em algum lugares não é 100% do governo. &lt;br /&gt;
Tem outras associações que estão na ativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma delas é a Artigo 19, liberdade de comunicaçao.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E um ano atrás foi feito uma cartilha de como criar sua rede comunitária.  Gerou formações ao redor do país e em alguns outros continentes. Estão forte na formação de outras pessoas para fazer as redes. Estão com planos de criar redes em parcerias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em petrópolis tem uma escola também com a tecnologia da escola da ponte que vão ser instalado lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No maranhão também num quilombo urbano e outro rural.  Esses estou acompanhando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes ativas é difícil mapear e acompanhar. Onde estão fazendo, distribuição e demanda. Maior norte e nordeste do que sul e sudeste. Mas não temos noção das instalações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Www.ninux.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO mundo tem um movimento de conectar essas redes, entre bairros, cidades e etc para criar uma estrutura autonoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como são essass redes? Pessoas físicas? Guifinet as redes são de todo tipo, privado, comunitário, particular… &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando de Brasil – antes não podia vender internet, se teu roteador passar da parede da casa era ilegal. Dai perceberam que era ridículo. Quem contratava o radio e vendia a conexao começaram a processar essas pessoas. Mas caracterizou que se você não ganhasse dinheiro tudo bem. Mas mudou, se hoje você tiver um provedor de até 5mil pessoas, não precisa pedir autorização. Tem que ser uma associacao de usuarios de internet. Pode receber dinheiro mas não ter lucro, só pagar as contas. E se sobrar dinheiro tem que ser reaplicado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se sabe se tem que ser uma associação exclusiva para esse fim? Ou pode usar uma outra associação. Pode ser uma associação qualquer para esse sim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo uma comunidade dom 50 a 100 pessoas pode fazer isso. Nem chegamos na parte da Anatel de notificar a Anatel por ter menos de 5mil usuário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estado é não presente em vários lugares, então não vào ser preocupar com essas redes. Buscar espaços onde os mecanismos de controles não estão super instaladas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fazer esse registro na Anatel precisa ter uma assinatura de engenheiro de telecomunicação? Mesmo se for menor que 5 mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
–&lt;br /&gt;
Mapa do ninux – super legal está gigantesca e peganod toda a italia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No BR nossa última tentativa de contagem tinham 6.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a chegada do 3G nas zonas urbanas tem dado uma segurada em possíveis modificações.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=CoolabCamp_2018&amp;diff=56</id>
		<title>CoolabCamp 2018</title>
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		<updated>2018-03-03T14:37:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Documentação do Encontro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O CoolabCamp é uma imersão de um fim de semana com objetivo de difundir a cultura de redes comunitárias e capacitar mais pessoas para instalações, em especial integrantes de grupos com pouca inserção nas TIs, como mulheres, negros, indígenas e muitos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Data==&lt;br /&gt;
De 02 a 04 de Março de 2018&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Local==&lt;br /&gt;
Instituto Pandavas, Monteiro Lobato, SP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Programação==&lt;br /&gt;
[[Programação CoolabCamp 2018]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
*Adriano&lt;br /&gt;
*Hiure&lt;br /&gt;
*Bruno V.&lt;br /&gt;
*Rodrigo Troian&lt;br /&gt;
*Henrique Mohr&lt;br /&gt;
*Thiago Novaes&lt;br /&gt;
*Thiago Paixão&lt;br /&gt;
*Rodrigo Pedro&lt;br /&gt;
*Débora Prado&lt;br /&gt;
*Kemel Zaidan Maluf&lt;br /&gt;
*Brenda Espindula&lt;br /&gt;
*Amarela&lt;br /&gt;
*Jéssica Cristina Lozovei&lt;br /&gt;
*Hudson Lupes Ribeiro de Souza&lt;br /&gt;
*Edvaldo Almeida&lt;br /&gt;
*Jojo Oliveira&lt;br /&gt;
*Gabriel Fedel&lt;br /&gt;
*Pedro Henrique da Silva Dias&lt;br /&gt;
*Lorena G. Silva de Freitas&lt;br /&gt;
*Moacir brito maia neto&lt;br /&gt;
*Iago Gutierre Machado Dos Santos&lt;br /&gt;
*John Kleba&lt;br /&gt;
*Leonardo Ribeiro da Cruz&lt;br /&gt;
*Victor&lt;br /&gt;
*Mariela Cantú&lt;br /&gt;
*Foz&lt;br /&gt;
*Drebs&lt;br /&gt;
*Pajeh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação do Encontro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dia 2 - Sábado, 3 de março&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação da Pandavas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=CoolabCamp_2018&amp;diff=55</id>
		<title>CoolabCamp 2018</title>
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		<updated>2018-03-03T14:36:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: /* Documentação do Encontro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O CoolabCamp é uma imersão de um fim de semana com objetivo de difundir a cultura de redes comunitárias e capacitar mais pessoas para instalações, em especial integrantes de grupos com pouca inserção nas TIs, como mulheres, negros, indígenas e muitos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Data==&lt;br /&gt;
De 02 a 04 de Março de 2018&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Local==&lt;br /&gt;
Instituto Pandavas, Monteiro Lobato, SP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Programação==&lt;br /&gt;
[[Programação CoolabCamp 2018]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
*Adriano&lt;br /&gt;
*Hiure&lt;br /&gt;
*Bruno V.&lt;br /&gt;
*Rodrigo Troian&lt;br /&gt;
*Henrique Mohr&lt;br /&gt;
*Thiago Novaes&lt;br /&gt;
*Thiago Paixão&lt;br /&gt;
*Rodrigo Pedro&lt;br /&gt;
*Débora Prado&lt;br /&gt;
*Kemel Zaidan Maluf&lt;br /&gt;
*Brenda Espindula&lt;br /&gt;
*Amarela&lt;br /&gt;
*Jéssica Cristina Lozovei&lt;br /&gt;
*Hudson Lupes Ribeiro de Souza&lt;br /&gt;
*Edvaldo Almeida&lt;br /&gt;
*Jojo Oliveira&lt;br /&gt;
*Gabriel Fedel&lt;br /&gt;
*Pedro Henrique da Silva Dias&lt;br /&gt;
*Lorena G. Silva de Freitas&lt;br /&gt;
*Moacir brito maia neto&lt;br /&gt;
*Iago Gutierre Machado Dos Santos&lt;br /&gt;
*John Kleba&lt;br /&gt;
*Leonardo Ribeiro da Cruz&lt;br /&gt;
*Victor&lt;br /&gt;
*Mariela Cantú&lt;br /&gt;
*Foz&lt;br /&gt;
*Drebs&lt;br /&gt;
*Pajeh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação do Encontro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dia 2 - Sábado, 3 de março&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Apresentação da Pandavas]]&lt;br /&gt;
- [[Redes comunitárias e infraestruras autônomas de internet pelo mundo]]&lt;br /&gt;
-&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_da_Pandavas&amp;diff=54</id>
		<title>Apresentação da Pandavas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.coolab.org/index.php?title=Apresenta%C3%A7%C3%A3o_da_Pandavas&amp;diff=54"/>
		<updated>2018-03-03T14:35:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: Criou página com 'Apresentação da Escola Pandavas.  Mara – Escola Pandavas. Cederam o espaço para realização do evento.  Grupo de uma escola de filosofia, queriam fazer desse mundo um es...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Apresentação da Escola Pandavas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mara – Escola Pandavas. Cederam o espaço para realização do evento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grupo de uma escola de filosofia, queriam fazer desse mundo um espaço melhor para se viver.&lt;br /&gt;
Quando viemos para cá não tinha nada. Viemos em barracas. Começamos a desravar a ideia era fazer um lar assistencial para crianças. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho todo era voluntário e com jovens, afinal são eles que trazem a mudança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com vontade de mudar o mundo e sem dinheiro, mas muito e muita coragem e pouco senso de realidade. O que nos proporcionou realizar tudo isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escola de filosofia ainda existe no Rio é  ligado a Associação Palas Atenas ainda existe em São Paulo. E através dessas pessoas conseguimos doações para construir tudo isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adotamos crianças, e quando entrou na idade escolar, começamos a ter problemas com o interesse das crianças na escola. Então decidimos fazer a escola deles aqui. E tivemos que enfrentar a burocracia do nosso sitema educacional. E conseguimos passar por cima disso, montamos a escola primeiro para nossas escolas, e algumas crianças das pessoas da região. Começou com 17 crianças no ano seguinte 35. Chegamos a ter 135 crianças a Palas Athenas mantinha aqui com a gráfica da que a Palas Athenas criou para isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2006 a gráfica ficou desatualizada, e fechou em 2008 e ficamos por nossa conta e risco a associação Palas resolveu fechar esse trabalho. E fizemos reunião para comunicar que a escola iria fechar. E decidimos criar o instituto pandavas que seria ao mantenedor da escola. Começamos uma nova batalha perdemos os titulos de utilidade publica. Começamos do zero ocm um CNPJ  novo. Os professores passaram a trabalhar voluntariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos uma manutenção deficinete, não atende a todas as nossas necessidades, não conseguimos registarar os professores, tem uma grande rotatividade de profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contamos com mpessoas idealistas que nos ajudam a manter a escola. Em 2016 foi reconhecida como escola inovadora. Em 2009 recebemos o selo de Preservação da mata Atlântica, aqui era pasto. Temos foco na educação ambiental. É tudo lindo e maravilhoso, mas não temos dinheiro para contratação dos professores de forma correta. Essa escola é um laboratório, experimentamos o que dá certo mantemos o que dá errado discartamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adotamos o esquema da escola da ponte, de escola democratica. Já adotamos a assembléia. Temos uma experiência acumulada com a tecnologia de educação democrática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pais contribuem hoje. Ela foi gratuita enquanto a Palas Athenas mantinha. Agora os pais que podem pagam mas 80% são bolsistas. Hoje temos 63 alunos. Muitos professores foram embora por questões financeiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Manhão do primeiro ao nono, alguns periodos todos juntos e alguns momentos separados por série.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para manutenção eles fazem esquema de mutirão com pais e professores. Hoje com 17 a 20 prefessores. Entre 50  e 60 mil para manutenção mensal da escola, com professores registrados e tudo. A escola já chegou a ter 5 pessoas só para manutenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recebemos merenda escolar  e o onibus sempre recebemos da prefeitura. Os pais gostariam de modificar um pouco a alimentação. Precisaríamos de um coletivo de pais ativos nisso para acontecer, já teve pais vindo fazer a merenda da escola. A prefeitura fornece alimento mesmo, que já é bem diferente do que o Estado fornece. E a prefeitura tem que comprar 40% de produtores locais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O terreno, na época a Palas tava procurando espaço para fazer esse trabalho e tinha um contato na prefeitura, os diretores apresentaram para o prefeito, e foi conseguido uma doação, desse terreno que não tinha estrada nem nada. É um comodato por 99 anos. Alguns editais exigem que você tenha propriedade da terra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que precisamos de dinheiro, não nos vendemos. É um prazer ceder esse espaço para vocês, isso muda a sociedade. Então se nosso trabalho de 40 anos serve para abrigar novas ideias, então é parte do nosso sonho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maísa: Agora estamos numa nova energia, energia de resolver o problema, várias pessoas chegando, estamos num momento novo aqui. A presença de vocês é uma energia nova. A história aqui é muito legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Momento de Alegria, estamos empolgados! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Pandavas tem feito crowndfunding, e aberto a doações!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dani – A Mara e o companheiro adotaram 21 crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos outro projeto que é o Adote um Aluno! Alguém fica responsável financeiramente com um aluno e contribui mensalmente com esse aluno. Que pretendemos incrementar e dar uma empurrada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos outros projetos e produtos e usamos o projeto trilha, fornecemos para escola esse serviço mas se adapta a diversos públicos como empresas. É um trabalho de educação ambiental e social, é interdisciplinar, na Trilha, na mata. Os professores vão fazendo vários trabalhos de educção ambiental. Esse é o nosso carro chefe. Para ter o retorno financeiro para poder manter a escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tá para sair um site novo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adauri: To aqui a 20 anos, vim por conta dos meus 2 filhos. Eles se formaram e eu fiquei e to aqui até hoje.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.coolab.org/index.php?title=CoolabCamp_2018&amp;diff=53</id>
		<title>CoolabCamp 2018</title>
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		<updated>2018-03-03T14:34:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Foz: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O CoolabCamp é uma imersão de um fim de semana com objetivo de difundir a cultura de redes comunitárias e capacitar mais pessoas para instalações, em especial integrantes de grupos com pouca inserção nas TIs, como mulheres, negros, indígenas e muitos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Data==&lt;br /&gt;
De 02 a 04 de Março de 2018&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Local==&lt;br /&gt;
Instituto Pandavas, Monteiro Lobato, SP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Programação==&lt;br /&gt;
[[Programação CoolabCamp 2018]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Participantes==&lt;br /&gt;
*Adriano&lt;br /&gt;
*Hiure&lt;br /&gt;
*Bruno V.&lt;br /&gt;
*Rodrigo Troian&lt;br /&gt;
*Henrique Mohr&lt;br /&gt;
*Thiago Novaes&lt;br /&gt;
*Thiago Paixão&lt;br /&gt;
*Rodrigo Pedro&lt;br /&gt;
*Débora Prado&lt;br /&gt;
*Kemel Zaidan Maluf&lt;br /&gt;
*Brenda Espindula&lt;br /&gt;
*Amarela&lt;br /&gt;
*Jéssica Cristina Lozovei&lt;br /&gt;
*Hudson Lupes Ribeiro de Souza&lt;br /&gt;
*Edvaldo Almeida&lt;br /&gt;
*Jojo Oliveira&lt;br /&gt;
*Gabriel Fedel&lt;br /&gt;
*Pedro Henrique da Silva Dias&lt;br /&gt;
*Lorena G. Silva de Freitas&lt;br /&gt;
*Moacir brito maia neto&lt;br /&gt;
*Iago Gutierre Machado Dos Santos&lt;br /&gt;
*John Kleba&lt;br /&gt;
*Leonardo Ribeiro da Cruz&lt;br /&gt;
*Victor&lt;br /&gt;
*Mariela Cantú&lt;br /&gt;
*Foz&lt;br /&gt;
*Drebs&lt;br /&gt;
*Pajeh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Documentação do Encontro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Apresentação da Pandavas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Foz</name></author>
		
	</entry>
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