Tv e Rádio Digital / Comunidade

De Wiki Coolab
Ir para: navegação, pesquisa

Apresentação: Novaes

TV Digital

  • Otimização
  • Multiprogramação
  • Novos serviços
  • Interatividade (ginga)

Rádio Digital

Ainda não decidimos qual vai ser o sistema de rádio digital temos 2 possibilidades:

  • DRM – mais aberto e interessante
  • ISDB - que é o modelo americano que só saímos perdendo.

TV Digital

O decreto da TV Digital no Brasil foi assinado em 2006. Foi a maior mobilização de acadêmicos brasileiros. Desde a ditadura militar as telecomunicações sempre foram orgulho nacional. Tivemos a Telebras e o CPQD (que fica em campinas, e participei como pesquisador lá).

Temos 12 anos de funcionamento da televisão digital que não mudou nada na nossa vida. De infinitas possibilidade que tínhamos, o que temos hoje é a novela com imagem próxima de filmes.

O governo brasileiro investiu 60 milhões em pesquisas para desenvolver a TV digital. Tínhamos no mercado os sistemas:

  • ATSC – americano
  • DVB-T - europeu
  • ISDB – Japonês que foi o escolhido pelo brasil.

Nos EUA ele nasce com foco em cinema em casa, queremos melhorar a qualidade de transmissão, pessoal compra telona e fica em casa e pode comprar pizza no intervalo do superball. Brasil ficou assim porque não fazia otimização do espectro. O europeu DVB-T tinha o foco no conteúdo, embora multiprogramação, multiplica os canais sem alta definição. Os serviços de comunicação social nos EUA é baseado na grana e na Europa é baseado no conteúdo.

Brasil está distribuindo 17 milhões de caixinha de receptor digital, para conectar a grande maioria em TVs de tubo catódico (TV antiga).

O que foi definitivo para escolher o sistema japonês de base no Brasil, (de fato é o melhor, depois do sistema brasileiro) foi que ele tem otimização do espectro e mobilidade o que o ISDB e DVB não tem.

ISDB-B o B final é de brasil, desenvolvemos o Ginga. Em Software livre que está sendo usado na argentina e outros lugares.

Modelo comercial não se interessa em desenvolver novas tecnologias, ele quer manter esse modelo de uma tela com grade de horário. Temos 12 anos de existência de TV digital no Brasil e a única diferença é a cor, todas as outras possibilidades, foram deixadas para lá.

Toda a potência da TV Digital está com a gente, não vai ter otimização, multiprogramação, novos serviços e nem interatividade.

O modelo japonês otimiza bem o espectro, permite a multiprogramação, novos serviços, não só transmissão audiovisual, mas também dados, pode ter outros usos para a TV digital, com mobilidade. Num continente com 200 milhões de pessoas que são obcecadas por TV.

O Brasil tem a possibilidade de desenvolver a melhor TV digital do mundo!

Podemos desenvolver pequenas tvs locais com a TV digital?

Hoje ainda é caro o acesso ao equipamento novo, tem que importar algumas coisas, é caro porque um equipamento desses já vem multiprogramação. Vai ser algo em 300 mil reais. Com estúdio de programação.

Sinal digital

Escassez do espectro?!? Tv precisa de 6 mega para transmitir. Antes tinha a possibilidade de intermodulação/interferência. Para cada 6 M de Tv tinha que ter 6m acima e abaixo para deixar uma margem para se evitar interferência.

Com digital não tem esse risco, pode usar as faixas de onda, que antes tinham que deixar livre como margem de segurança.

Otimização do espectro, conseguimos comprimir o sinal. Ao invés do sinal SPTV – que é qualidade de DVD, que já é muito melhor que o chiado na TV de tubo catódico, já é uma revolução. Digital não tem antena bombril, ou pega ou não pega!

Onde cabia um canal de sinal analógico cabem 12 canais digitais em qualidade standard.

E ainda em cada canal você pode transmitir até 4 programações ao mesmo tempo!

E pode customizar, mais qualidade, diminuir e deixar uma bandinha para canal de retorno só para interatividade.

E o HD? Eles ocupam os 6 Mega. Não otimizado. Mantém o monopólio, existe uma Intenção política e comercial no uso de espectro.

Os meios de comunicação no país são um oligopólio organizado.

A TV Cultura transmitiu multiprogramação, a Globo processou. Argumento é que a TV cultura só tinha concessão para transmitir uma programação. Globo ganhou o processo. Muito recente tá liberando a multiprogramação, através das TV cidadania da cidade, liberando um dos canais para as TVs Comunitárias. Agora reverteu e a TV CULTURA tá transmitindo.

Como faz multiprogramação? A multiplexização (é isso?), transmite 4 emissoras do mesmo equipamento, ou seja 4 TV Culturas :) Poderia usar uns desses canais para TV Comunitária. Tipo a TV municipal tem seu canal, e liberar usando esse mesmo equipamento da TV municipal para uma TV Comunitária.

Tudo muito modulado no consumo.

Tudo isso vale para o rádio.

Espectro escasso? Hoje não faz sentido. Era para ter multiprogramação bombando na programação. Novos serviços. Não só transmitir imagens, mas transmitir dados. A TV digital tem a possibilidade de transmitir 13 megabites por segundo. Mais que a velocidade de internet que a maioria das pessoas no brasil tem acesso.

Com uns tranmissor digital, posso atingir 300 mil pessoas de uma vez, na internet isso derruba site. Por isso transmitir algo ao vivo é mais eficinete broadcast do que através da internet. Entender funções, vantagens e desvantagens das diferentes arquiteturas de comunicação.

Autonomia de infraestrutura. Internet é proprietária. Internet tem cabo ligando tudo. Radio e TV Digital usa espectro, temos nossa TV/radio funcionando. Em termos de autonomia é importante. E isso também tem a questão da vigilância, nos dá uma possibilidade de autonomia e segurança muito maior.

TV e Rádio pode transmitir dados criptografados, e muito rápido, ainda temos a problemática de sequestro do equipamento. Mas os riscos são menores.

Vamos pensar no rompimento da grade de horário. As TVs podem mandar via carrossel vários filmes e com um pendrive você pode baixar isso. Pode ter vários tipos de politica para incentivar isso. Tipo a TV Cultura pode disponibilizando o acervo, e você assiste na hora, ou marca e ele faz download.

Porque vemos essa potência tão grande no Brasil?

Na amazônia trabalho com Jader, ele trabalha com a transparência na amazônia, o quanto os governos publicavam seus dados. As cidades pequenas não tinham nem site, quanto mais fazer valer a lei de acesso a informação.

Temos trabalho com Transparência Ativa – entender que os governos eles mesmo podem ter a iniciativa para fazer esses dados chegarem nas pessoas, você navega no orçamento do município na tela da televisão.

Pode receber vídeos de gravidez, neonatal, receber resultados, pode criar aplicativos, pelo ginga ser um software livre, o ginga tem um acoplamento em cima do hardware da TV digital.

No brasil é proibido as caixinhas comercializadas e distribuídas virem sem o ginga.

Mas a conversão para digital, não teve aderência das pessoas, e o governo tá correndo atrás.

Liga - 147 orgão responsável pela migração da TV Digital, pode fazer a pergunta que você quiser. Mas as respostas são variadas e horríveis.

O sistema do brasil foi adotado pelo resto da América Latina inteira, só a Colômbia tá na ATSC. O resto é ISDB-B com ginga. E no brasil os recursos do ginga não são utilizados.

Argentina tá’ com experimento legal com TV Pública, fazendo questionários, você pode votar pelo IP da TV. Consulta pública, plebiscitos as potencialidade da comunidade, consultar onde vai instalar o posto de saúde, usar como ferramenta de organização mobilização.

Interatividade ,Temos 3 tipos que definimos:

Primeiro interatividade Local – pode interagir com seu equipamento, recebendo conteúdo no carrossel como se fosse um video cassete gravando no pendrive. Ou o que foi mandado para seu box, você pode navegar. Rompe com o paradigma da grade de horário.

Depois interatividade com a Emissora – lembra do HUGO primeira coisa interativa apertando a tecla do telefone. O presidente fazendo um anúncio, podemos enviar uma pergunta pra emissora, mesmo ao vivo. Hoje como o sistema ficou desenhado você precisa de outra estrutura, internet, celular ou (???? - perdi) para poder fazer isso.

Originalmente a minha pesquisa era interatividade intrabanda. Se tem 6 mega para usar e usa 3/5, 4/5, você poderia usar isso para transmitir informação, intrabanda. Mas minha pesquisa traz porque não posso usar a infraestrutura de comunicação comercial, para enviar o dado do seu vídeo pelo espectro quando a TV não está utilizando o espectro, mandar o video para cineclubes de todo país ao mesmo tempo por exemplo.

Interferir mais com a emissora. Tipo "Você decide". Aproximar da gente essa programação, não como uma escolha de final, mas com sugestões com conteúdo.

Terceira interação Interatividade todos com todos - Fazer a inclusão digital no Brasil, a plataforma poderia ser essa alavancadora. Como agrega redemesh, tvdigital, um dos caminhos todos com todos é essa da anteninha intrabanda. Uma antena de micropotencia para falar com vizinho por isso não conseguimos implementar essa possibilidade nas caixas com ginga instalado.

A interação era uma coisa que se prometia muito. A grande apropriação de grupos organizados da direita estão fazendo. Isso era uma preocupação que tínhamos na época das Rádios. Grupos de poder local se apropriar disso.

A interatividade tem que ser pensado com a questão política. Uma interatividade todos para todos ou entre nós e emissoras comerciais. A quantidade de dinheiro que grupos mais reacionários podem utilizar esse canal, esse universo, esse conteúdo. Funciona enquanto potencia só se tivermos um posicionamento muito forte e ocupar esses espaços.

Como se organizar socialmente e politicamente?

Como garantir que não vai ser novos meios de dominação. Somos a ponta do desenvolvimento tecnológico para ser apropriado mesmo.

O maior GAP é do próprio conhecimento e das possibilidades. Temos uma cultura técnica de desconhecimento, desinteresse, de que a técnica é neutra. Separação conteúdo x meio.

Aproximar a discussão técnica da política. E os grupos de democratização tendem a esvaziar a discussão técnica. Mas ainda é em segundo plano, o primeiro é de disputa e hegemonia. Muitas vezes é a reprodução do discurso da globo.

Talvez se investir em transmitir dados podemos rever isso.

A Box tá chegando em 17 milhões de lares do Brasil. Roda giga, tem USB. Que tem possibilidade de conectar um dongo de wifi e custa 19 reais e rola fazer a redemesh utilizando ele, ligando as casas, comunidades, etc...

É o equipamento mais barato. A coolab tá investigando essa tecnologia para implementar.

Como fazer uma redemesh a partir da caixinha? Hoje usa o roteador comum e consegue 100 mts de raio, esse mesmo processo pode ser feito com a caixinha de TV digital e colocar essa antena pendrive (dongo de wifi) e fazer a mesma coisa. Sendo que o roteador você investe 100 reais e no dongo você investe 19 reais.

A Tv Digital vai chegar na casa de todo mundo! Todo mundo vai ter. O sinal de internet hoje tem que ser um 4G, um celular, mas imaginamos que isso pode vir de políticas públicas de comunicação. Existe a possibilidade de instalação de infraestrutura de altíssima capilaridade.

Pode usar para fazer intranet em comunidades também.

O dongo opera em 2.4 Hz e não precisa de autorização. Também tem raio de 100 mts como o roteador.

No caso da rede mesh do setupbox você pode compartilhar internet. Vai usar a TV digital para rotear, você tem que ter um serviço para compartilhar entre pessoas. Um sinal de internet que chega num deles. Possibilidade de políticas publicas em cima disso. E intranet também!

A caixa que o governo está distribuindo vem com entrada USB, internet e saída de vídeo RCA. Não tem HDMI.

Antes de conectar a internet em alguma comunidade, podemos fazer uma intranet. E podemos disponibilizar por alguns meses só a intranet entre os usuários daquela rede. Assim eles começam a usar compartilhamento de arquivos, vídeos e podem começar a produzir conteúdo para as pessoas locais compartilhar conteúdo. Essa pode ser uma forma, de evitar levar novas tecnologias colonizadoras. Estimular que as pessoas se apropriem de todo potencial que aquela tecnologia possibilita, usar chat, usar para fazer pesquisas e consultas públicas, troca de excedentes, um classificado local e por aí vai, são infinitas possibilidades.

Ninguém no mundo tá fazendo isso de transmitir dados por radio e TV digital. Em outros lugares estão todos conectados por cabos de alta velocidade e muito acessíveis.

O norte domina a infra estrutura e tem autonomia. Para nós essa é a possibilidade.

O Ginga tá no Brasil e na América Latina inteira – 600 milhões de pessoas.


A TV Comunitária

Hoje é possível todas as prefeituras pedirem a concessão de TV digital. Prefeito e assembleia precisam estar junto para demandar a concessão e vem por default multiprogramação. Mas a prefeitura tem que alocar grana do orçamento para equipamento e locais, etc, previamente. Mas tem que estar previsto em algum lugar do orçamento. Tem algumas prefeituras querendo fazer mas tem que constar no orçamento.

A concessão vem para 4 canais! E já vem especificando por decreto presidencial que um desses tem que ser gerido por associação comunitária. Essa associação tem que ter em seu estatuto previsto que vai fazer gestão de um canal comunitário. ONG / OSCIP que tem em seu estatuto e que não tem finalidade de partido politico, igreja, etc.

Os 4 canais são o seguinte:

1 – SAÚDE
1 – LEGISLATIVO
1 – ESTATAL
1 – COMUNITÁRIO

As vezes as prefeituras não implementam todos os canais. E não usar pode alocar para outra finalidade. (fiquei confusa aqui se pode ou não usar para outra finalidade)

E como funcionar a escolha da associação? Qualquer ente governamental de um município pode fazer, depois disso é publicado uma chamada pública para gestão do canal comunitário. Muitas vezes tem grupos já vinculados a prefeito. Por isso queremos contaminar os grupos e pessoas que tem mais a ver. Da resistência.

Chamada pública tem um período, por isso tem que ser tudo muito costurado. É um regime novo de concessão. Processos são muito visíveis.

Criar uma cultura. Como usar essa faixa aqui e pensar as questões do município e etc. Organizar uma interface desse canal comunitário bacana, vai criando cultura, coletivo. Se fizer pressão para criar ambiente mais democrático. Vai demorar para apropriação, temos que sair na frente. Para consolidar a cultura desse canal comunitário.

As prefeituras, muitas não sabem que isso existe. Todo prefeito pode pedir. Alocar a grana, paga a consultoria que é o treinamento/capacitação.

Conhecimento é o principal mote aqui. Mas hoje ele também é alienado para o que pode ser feito.

A prefeitura não tem poder nenhum sobre a TV essa é uma arma que o gestor tem, está na lei.

A gente tem conteúdo produzido. O conteúdo é estética de linguagem de aquilo comunique determinada ideia com equipamento de baixo custo. Gravar áudio. Usar o celular que tem um gravador de áudio excelente. Tem equipamentos que vemos grande possibilidades. Yanomamis usam celular para gravar plantas, plataforma multimídia de conteúdo.

O que podemos trazer para a galera nas comunidades são outros usos para esses equipamentos. Para assim promover outros usos.

Rádio Digital:

A partir do momento que é escolhido um sistema. Utilizar outros é ilegal. Nós podemos ter a coexistência de 2 sistemas. Se conseguir importar equipamentos e usar… Mas seriam nas mesmas frequências.

Otimização no radio em vez de 100 khz – DRM 0 comprime para 100 khz. E conseguimos usar bandas adjacentes. Cabendo 24 onde cabia 1.

Novos serviços, não é só transmissão de voz é de dados também. Não tem capacidade de transmitir audiovisual de 6mega. Mas conseguiram em 1 minuto transmitir uma foto para outro estado. Vemos potencial mesmo no contexto de canalização pequena para transmissão de dados. Também pode transmitir audiovisual. A regulação tem que pressupor que pode fazer áudio também. Tem o diveemo!! software para transmissão video pelo radio. Mas consome muita banda. Recebe no cristal liquido do radio digital. Tao usando muito para Mapas! Com cores. Alerta de emergência. O rádio é uma tecnologia de som, muito rápido, gratuita, população já tem conhecimento, baixo custo, baixo consumo de energia. De la pode sair outro uso da digitalização, uma perspectiva diferenciado de uso na amazônia. DRM consome muito pouco até 80% menos que outros sistemas. Isso é importante!! até para quem usa placa solar, muito importante. Joga no patamar de autonomia muito alto.

Aponta para soluções que podem chegar para outros países. Como a TV Digital, o padrão que o Brasil adotar vai ser da América Latina. Na América Latina e Índia podemos ter o sul global compartilhando e tendo novas possibilidades.

O único que funciona em ondas curtas é o DRM, comunicação de longa distância. O Brasil investiu em ondas curtas por conta do seu tamanho continental. Com radio receptor de ondas curtas pega galera do mundo todo.

Conseguimos escutar a radio da Nova Zelândia com qualidade de CD, está do outro lado do globo, a onda bate duas vezes no céu e terra antes de chegar aqui. Avançamos conversa para fazer transmissão de ondas curtas de países que falam português.

Transmitir conteúdo via ondas curtas. Mandar dados para onde quer que seja.

Um transmissor que da a volta no globo, gastaríamos 300 mil. 5 kilovats de potência. Se mostra muito mais acessível, potente para transmissão de longa distância com dados. Com restrições da banda, com restrições do momento.

  • DAB – Europa, primeiro em funcionamento. Cria figura de operador de rede, multiprogramação, cria uma centralização. Tem associações comunitárias, mas todos precisam de uma pessoa operador de rede de conteúdo.
  • HD -
  • DRM – padrão aberto conectar índia, rússia, transmitir dados
  • ISDB -

E com ginga na rádio digital é tudo igual na TV. E tem possibilidade de interatividade no rádio também. Conseguiria que esse aparelho seja convergente híbrido. Entrando no túnel, você poderia mudar para internet. E interagir, mandar como tá o transito e etc, via ginga. Mas pode ir além disso, movimentos sociais, repressão.

E isso foi escrito por uma única pessoa nosso amigo. Ou seja não está mais nas mãos das fábricas. Sem necessidade de altos investimentos financeiros.

Pergunta: Fico curiosa com o impacto que isso vai ter no curso de Rádio e TV.

Isso é acessível para pessoas do ensino médio. Falta uma apropriação. E a tecnologia que roda dentro, determina aplicativo, linguagem e como isso vai circular socialmente.

Tivemos chamadas publicas para apresentar os sistemas.

A diversidade é um valor a priori e acredita que baixo custo e linguagem faz a diferença e não um receptor de conteúdo.

O wikileaks vazou que o helio costa trocoou msg com o embaixador dos EUA falando que o HD radio seria adotado no BR. Ele falou fica tranquilo o prêmio de consolação de vocês vai ser só o rádio digital. Tá online publicado isso.

Começamos a se mobilizar e só não foi adotado ainda por conta disso.

Empresa TELLHD.com ou .com.br – foi comprado esse domínio e hoje tem um manifesto anti HD.

abiquiti faz a Hdradio – eles criaram esse empresa. Entraram em escândalos, o presidente foi preso na lavajato.

E não foi ainda definido muito por conta dessa história, ficou na geladeira.

Prevê a extinção da onda de AM, porque o HD radio não funciona no AM, isso foi feito para poder solucionar a burocracia da lei que fala que o radio digital tem que transmitir em todas as faixas. Então a extinção do AM foi comprado para a HD RADIO poder entrar na disputa.

HD Radio – impossibilita transmissão de baixa potencia. O que impossibilita pequenas rádios comunitárias, muito gasto com energia, muito grande, não otimiza espectro, e não é código aberto, não sabe o que roda la dentro. Autonomia e segurança zero do que roda ali.

DRM – baixa frequência, codec AAC, o mesmo da TV digital. Poderíamos ser o primeiro sistema interoperável. Sinal de Áudio e video entre TV e rádio digital.

Na índia não usa o code AAC. Mas usa onda curta. E tá usando DRM e não tao explorando transmissão de dados. Não só ficar na voz. A grande broadcast estatal é DRM, mas não é o mesmo modelo. É uma BBC da índia. Mas não tão fazendo isso.

Pode mandar dados para áfrica, nova zelândia. O receptor de rádio digital está 100 dólares. Mas brasil pode produzir equipamento também. Essa disputa tá em jogo. Sistema conjunto de hardware e software.

A repressão feita em radio hoje é através de denúncia. Essa discussão tem que ganhar massa crítica!

Publiquei artigo longo em inglês para tentar apoio de fora para sistema global. O cara que gere o espectro de países em língua portuguesa, comentei sobre a DRM de fazer teste com moçambique, ficou super interessado. Lá fora tem interesse, com as diversas possibilidades.

A disputa mas tvs digitais é pelas tvs comunitárias municipais. E na radio a disputa ainda é na definição de sistema. Para depois pensar em modelos, formas, possibilidades.

Fazer diferença entre rádio digital e web rádio. Essas informações não estão circulando, nem nas universidades, as tvs não querem que alunos pensem nisso e universidade trabalha sobre demanda. Abrir espaços para experimentações de linguagem.

A pauta do momento é a internet. Então ainda não conseguimos fazer a discussão dessas outras possibilidades.

NO site do WWW.DRM-BRASIL.ORG

Tá tudo documentado!!!! A discussão tá sendo documentado publicamente, para evitar apropriações. Tem uma alienação técnica geral, por isso o desinteresse de se envolver com essas disputas, debates, etc…

Como continuamos trocando informação se formando mais? O ideia desse encontro é isso e usar a internet para continuarmos com isso. Tem uma divisão entre quem pensa radio, TV e internet. Levar para as pessoas da internet a informação das possibilidades da radio digital.

Transmissão digital é transmissão digital, para termos internet tem uma estrutura de cabos feita por uma empresa, e pagamos por isso. Já o espectro é bem comum, temos que incluir o radio nessa discussão rádio é digital, TV também, é uma nova plataforma de comunicação.

Com envolvimento do DRM, para ter impacto de disseminação de conhecimentos fizemos uma associação brasileira da radio e TV digital. Faz 2 anos em junho. Queremos estabelecer essa entidade para ser um hub. Grupos para desenvolver aplicativos para rádios, e outros interessados, fazer um universo para troca de conhecimentos e ação. Temos que adotar um padrão que possibilite abrir para experimentações e só o DRM abre essa possibilidade.

RDM – RADIO DIGITAL MUNDIAL. Esse domínio também é nosso.

E ali tem todos os contatos. Depois que decidir isso aí, fazemos um esforço extra. Se não for agora é nunca mais. É o fim do mundo mesmo.

Hoje com o radio DRM ainda não rolaria de fazer redemesh. Mas pode ser implementado com chipset. A TV é convergente com a internet. Com 20 reais com o pendrive. No rádio ainda não tem pensado entrada USB para esse tipo de serviço. Mas abre para a possibilidade de transmissão a longa distância, uma comunicação global de dados autônoma.

Em outros países você já tem receptores de radio digital nos celulares. Super baixo custo e fora da internet, para comunicação de grupos sociais, ações é perfeito.

Tarefa
- Fazer um manual de como conseguir sua TV Digital comunitária!

GLOSSÁRIO

radio digital
definição
TV digital
definição
otimização
definição
multiprogramação
definição
interatividade
definição
espectro
definição
CPQD
definição
intrabanda
definição
dongo de wifi
definição
intranet
definição